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Pregação sobre Daniel na Cova dos Leões Daniel 6:1-28

 Confiando na Providência Divina - Daniel na Cova dos Leões

Vamos mergulhar na história de Daniel na cova dos leões. Este relato nos ensina sobre a importância de confiar na providência divina, mesmo nas situações mais difíceis. 

O Império Medo-Persa conquistou o Império Babilônico. Dario era o novo governante da Babilônia. Quando ele viu que Daniel serviu bem à Babilônia, ele o nomeou oficial do governo da Medo-Pérsia. Logo ele havia considerando colocar Daniel no comando de todo o governo. 

Outros oficiais invejosos conspiraram contra Daniel e colocaram Dario em uma posição onde ele foi forçado a jogar Daniel aos leões. Deus salvou Daniel dos leões e fez com que Dario demonstrasse respeito pelo Senhor.

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I. Inveja e Maus Tratos (Daniel 6:3-4)

Os maus tratos a Daniel na cova dos leões tiveram sua raiz na inveja. A fidelidade e a integridade de Daniel despertaram inveja entre seus colegas. É um lembrete de que quando buscamos viver de acordo com os padrões de Deus, podemos enfrentar resistência e oposição.

II. Astúcia dos Inimigos (Daniel 6:5-9)

Os inimigos de Daniel tramaram um plano astuto para prejudicá-lo. Eles manipularam o rei Dario para emitir um decreto proibindo qualquer petição a qualquer deus ou homem que não fosse o próprio rei. Eles usaram a armadilha da lei para tentar destruir Daniel.

Daniel não só tinha uma boa reputação – ele estava à altura dela. Seus inimigos não conseguiram encontrar nada para criticá-lo. 

Como não conseguiram encontrar nenhuma falha, concentraram-se em outra coisa – a fé de Daniel. Daniel foi fiel ao Senhor durante toda a sua vida. Usar o sistema legal para capturar Daniel parecia lógico. Se eles pudessem tornar a sua fé ilegal, ele certamente seria um infrator da lei e irritaria o rei.

Os fariseus eram inimigos de Jesus

  • 1. Eles o atacaram veementemente e o interrogaram (Lucas 11:53-54).
  • 2. Eles o testaram (Mateus 19:3).
  • 3. Eles conspiraram contra ele como poderiam destruí-lo ( Mateus 12:14 ).
  • 4. Eles tentaram matá-lo (João 5:18).
  • 5. Eles conspiraram para matá-lo (João 11:53).

O Plano da Cilada (Dan. 6:1-10)

Infelizmente, homens bons são frequentemente maltratados por seus semelhantes. A excelência de Daniel despertou a inveja dos sátrapas e governadores.
    • A Integridade como Alvo: Os inimigos de Daniel admitiram que não encontrariam falta nele, a menos que fosse algo relacionado à lei do seu Deus (v. 5). Que testemunho poderoso! Alguém de quem o único "defeito" era ser fiel demais a Deus.

III. A Convicção de Daniel (Daniel 6:10-14)

Um grupo de administradores e sátrapas lisonjeou o rei Dario, sugerindo que todos na terra da Babilônia devem levar seus pedidos somente a ele. Nem ao homem nem a Deus se deveria pedir nada.  Daniel sabia da nova lei, mas continuou orando a Deus como sempre fazia. 

Apesar do decreto real, Daniel manteve sua prática diária de oração a Deus. Sua convicção era inabalável. Ele estava disposto a enfrentar as consequências por sua devoção a Deus, em vez de ceder à pressão do mundo.

Fiel

  • Apocalipse 2:10 seja fiel até a morte
  • Apocalipse 14:13 bem-aventurado se morrer no Senhor.
  • Mateus 10:22 devemos perseverar até o fim
  • Tiago 1:12 deve suportar a tentação
    • Fidelidade Acima da Conveniência: Quando o edito real foi assinado, proibindo orações a qualquer deus, Daniel não mudou sua rotina para apaziguar os homens. Ele continuou orando três vezes ao dia (v. 10). Daniel era um homem diligente em seu trabalho (Provérbios 22:29) e íntegro em seu caminho (Provérbios 11:3). Sua vida de oração era sua força (Salmo 55:17).
    • O Chamado ao Cristão: Como Daniel, devemos orar sem cessar (1 Tes. 5:17) e permanecer fiéis, não importando o que o governo ou a cultura ditem, focando na recompensa eterna (2 Tim. 4:6-8; Apoc. 2:10).

IV. A Providência Divina Intervém (Daniel 6:16-22)

A Punição de Exemplo (Dan. 6:11-17)

A Lei dos Medos e dos Persas era irrevogável. Para manter sua "legalidade", o Rei Dario foi forçado a punir Daniel, o homem que ele mais admirava.
    • O Cristão sob Ataque: O mundo muitas vezes usa a "lei" ou as normas sociais para perseguir os justos. O ímpio espreita o justo e procura matá-lo (Salmo 37:32).
    • O Sofrimento Pela Justiça: Paulo avisou que todos os que desejam viver piamente em Cristo sofrerão perseguição (2 Tim. 3:12). Jesus nos chamou de "bem-aventurados" quando somos perseguidos por Sua causa (Mat. 5:10-12). Não devemos nos surpreender com o "fogo ardente" das provações (1 Ped. 4:12-14), mas glorificar a Deus se sofrermos por ser cristãos (1 Ped. 3:14-17; 2 Cor. 4:8-12).

A Proteção de Extremos (Dan. 6:18-23)

Daniel foi lançado na cova, mas não estava sozinho. A fidelidade de Daniel foi recompensada com uma intervenção angélical.
    • Deus Cala os Leões: No meio da noite, enquanto o rei não conseguia dormir, Daniel descansava na presença de Deus. "O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca dos leões" (v. 22).
    • Confiança na Proteção Divina: Os filhos de Deus têm razões para estarem confiantes. Deus prometeu que nunca nos deixaria (Heb. 13:5). Ele é o nosso refúgio e fortaleza (Salmo 91). Embora a proteção nem sempre signifique o livramento da morte física, ela significa que nada toca o cristão sem a permissão do Pai e que o Maligno não o pode tocar espiritualmente (1 João 5:18). Devemos, portanto, vestir toda a armadura de Deus para resistir no dia mau (Efé. 6:10-18).

Daniel foi lançado na cova dos leões, e a cova foi selada. No entanto, a providência divina interveio. Deus enviou Seu anjo para fechar as bocas dos leões famintos. Isso nos lembra que Deus sempre está conosco, mesmo nas situações mais perigosas.

  • • A presença de Deus nos dá calma (Isaías 41:10; Mateus 28:19-20)
  • • A Providência de Deus nos Dá Conforto (Romanos 8:28)

V. Os Inimigos Entregues aos Leões (Daniel 6:24-28)

Aqueles que tramaram contra Daniel foram lançados na cova e devorados pelos leões. Isso ilustra que os planos malignos podem acabar voltando contra aqueles que os criaram.

  • Deus não é zombado (Gálatas 6: 7; Rom. 2: 6-10; Heb. 2: 2-3; 10: 26-29; Judas 15,18)
  • Colhemos o que semeamos, bom ou mau (Gálatas 6: 8; Salmos 7: 15-16; Rom. 2: 6-10; 6:23)

VI. O Decreto Real (Daniel 6:25-28)

Após a experiência de Daniel, o rei Dario emitiu um decreto reconhecendo o Deus de Daniel como o Deus vivo e verdadeiro. A fé de Daniel teve um impacto tão profundo que levou à honra e ao reconhecimento de Deus.

O Plano de Deus (Êxodo 14:1-4).

  • A paciência de Deus (Êxodo 14:10-12). (1 Pedro 2:21).
  • A Proteção de Deus (Êxodo 14:13-30). (Daniel 3:17-18). (Hebreus 11:8-10).
  • O propósito de Deus (Êxodo 14:31).

A Proclamação de Evidência (Dan. 6:24-28)

O livramento de Daniel resultou em um decreto real que honrava o Deus de Israel. O mundo viu a evidência do poder do Altíssimo.
    • Um Deus que se Revela: Dario proclamou que o Deus de Daniel é o Deus vivo (v. 26). Há evidências suficientes na criação e na história para a fé em Deus (Rom. 1:20; Salmo 19:1). Milagres como o da cova dos leões são "sinais" que apontam para a verdade de que Deus é fiel, mesmo quando nós somos infiéis (2 Tim. 2:13).
    • Perseverança na Confiança: O cristão nunca deve perder a confiança em Deus. Sem fé, é impossível agradar-Lhe (Heb. 11:6). Devemos reter firmemente a confissão da nossa esperança, pois Fiel é o que prometeu (Heb. 10:23).
Pregação sobre Daniel na Cova dos Leões Daniel 6:1-28
Veja também


Conclusão:

A história de Daniel na cova dos leões nos lembra da importância de confiar na providência divina, mesmo quando enfrentamos adversidades e conspirações. Quando mantemos nossa convicção em Deus e buscamos Sua vontade, Ele intervém em nossas vidas de maneiras surpreendentes. Assim como Deus protegeu Daniel dos leões, Ele também nos protege nas provações que enfrentamos. Que essa história nos inspire a confiar em Deus em todas as circunstâncias da vida


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Autor: Ronaldo G. Silva é Bacharel em Teologia e Professor de Homilética sendo Pós-Graduado em Educação pela UFF. Entusiasta do trabalho de evangelização e divulgação da Palavra de Deus.
 

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