08/04/2018

A Bíblia e o Fim do Mundo

A Bíblia e o Fim do Mundo


INTRODUÇÃO


            O ser humano tem desenvolvido, através dos tempos, pensamentos filosóficos que de um modo geral permeiam duas grandes questões: De onde viemos? Para onde vamos?
            Estas questões intrínsecas ao ser humano carregam também uma dúvida que diz respeito ao FIM DO MUNDO.
            Afastado de Deus o homem busca em seus meios (intelecto) e nas coisas que o cercam (natureza) a resposta para estas questões filosóficas. Isso acontece porque o homem não conhece, ou melhor , não que conhecer a providência de  Deus para aquelas interrogações. A palavra de Deus apresenta, com clareza, respostas práticas a origem do homem (gênesis 2:7), para onde vamos (Lc 23:43, Mc16:16,) e ainda., o FIM DO MUNDO que está relatado em Apocalipse e apoiado em outros textos distribuídos em toda Bíblia.
           
A Bíblia e o Fim do Mundo

ALGUNS ASPECTOS DO FIM DO MUNDO SEGUNDO O APOCALIPSE




* A interpretação Das Bodas  do cordeiro é unânime entre as diversas escolas escatológicas, como um figura de alegria da união da igreja(anoiva) com seu noivo(o Senhor).

A VINDA DE CRISTO E O FIM DO MUNDO


* Cristo descerá dos céus, vs 19:11-20:2, para conquistar e julgar os líderes da rebelião milenar e travar a vitoriosa luta contra todas as forças do mal. De sua boca sai a espada que ferirá as nações (Sl 2:9, isto é, a palavra toda poderosa do Senhor ) e o cetro de ferro com que ele reinará sobre o mundo no milênio (20:4).
            Podemos concluir à luz da comparação dos horrendos dias futuros com os tempos de Noé, que os mundanos não estarão prevendo a vinda repentina do Senhor.



JULGAMENTO DO TRONO BRANCO


* Julgamentos sem número têm caído sobre as cabeças do homem individual e coletivamente desde o início da história humana, mas não cogitaram que haverá outro tribunal em que todos pagarão com absoluta justiça as más obras que realizaram na vida terrestre, todas elas alistadas nos livros que serão abertos por Cristo, o Juiz.
            Para que este julgamento irreversível englobe a todos, Deus levanta os mortos que não ressuscitaram na bem-aventurada primeira ressurreição. Portanto os que não foram salvos antes de morrer receberão consciente e individualmente a sua recompensa. Evidentemente esta ressurreição se limita aos ímpios, anteriormente indicados para serem lançados no lago de fogo, chamado a segunda morte. Os salvos tendo parte na primeira ressurreição escaparão deste terrível e último julgamento. Seus nomes estão cabalmente escritos no livro da vida, assegurando-lhes que não tem motivos para temer jamais serem enviados ao vulcão que arde incessantemente.A morte e Hades representados como pessoas demoníacas são consignados ao lado de fogo. O desaparecimento de Hades significa que nunca mais temerão a morte os que maravilhosamente foram justificados e salvos pela graça de Deus.

O NOVO CÉU E A NOVA TERRA


* Pedro nos adverte que os “céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados, também a terra e a obra que nela existem serão atingidas”. (II Pe 3:10). Porém só João pinta para os seus leitores bem-aventurados os detalhes do paraíso reconstituído, o lar eterno dos redimidos. Da agitação de julgamentos investidos contra a família de Deus para o quadro plácido com face de lago quando nenhuma brisa sopra.
            Primeiro notemos que o local de habitação final não será no céu mas sobre a terra nova, onde não existe mais mar. A cidade santa, a nova Jerusalém nos fornece uma figura para a comunidade dos cristãos
ou a Igreja universal. O galardão maior que o povo de Deus tem para aguardar se anuncia na frase: “Deus habitará com eles, eles serão povos de Deus e Deus mesmo estará com eles. Alí estarão os santos do antigo testamento juntos com os da época toda entre a ressurreição de Cristo e a sua vinda Hb 11:10, onde Vemos Abraão imbuído com a esperança de habitar na Nova Jerusalém.

O FIM DO HOMEM


*Aqueles cujos nomes não forem encontrados no “livro da vida” serão lançados, sem mais cerimônias, no lago de fogo. Tal livro contêm os nomes daqueles que nasceram no mundo. Mas muito desses nomes foram riscados. Os que tiverem rejeitado a Cristo não serão julgados de conformidade com as suas obras. Mas serão julgados à base da fé, ou seja, da falta de fé. Somente aqueles cujo nomes não tiverem sidos riscados do livro da vida é que serão julgados conforme as suas próprias obras. Ap 20.11-15

ETERNIDADE


* Chegamos a um ponto em que não há mais mudanças. Isto vais ser novidades para nós. Durante toda nossa existência as variações tem sido uma constante. Ã medida que crescemos, nosso corpo sofre mudanças. Estamos sempre mudando: na moda, nas amizades, no ambiente que nos cerca. Às vezes passamos por mudanças no coração, na mente, nos planos. O mundo todo é assim. Um poeta expressou isso num hino: “Em tudo vejo mudança e corrupção; ö Deus imutável faz em mim habitação.”
            O novo mundo é o mundo daquele que não muda nunca. É muito importante que compreendamos vem a situação toda; se não há mudanças, isto significa que vamos passar toda eternidade do mesmo modo em que entramos nela. Se não estivermos satisfeitos com o estado do coração ou da mente, a hora de mudá-los é agora. É nessa vida que temos que alcançar um estado de justiça e santificação.

CONCLUSÃO
           
            O homem ímpio se prende a subterfúgios filosóficos como maneira de especular teorias sobre o fim do mundo. Falsos profetas proferem fins iluminados por demônios, na tentativa de desacreditar as profecias bíblicas, entre eles Nostradami.
            Cabe aos cristãos confiar na última promessa das escrituras que diz: “Certamente venho sem demora”.


BIBLIOGRAFIA

SHEDD,Russel P. A escatologia do novo testamento, Sociedade religiosa edições vida nova.  Ed 2 São Paulo 1991.

BLOOMFIELD, Arthur E..  As profecias do Apocalipse.a verdade sobre o fim do mundo  Edit. Betânia Ed7 Minas Gerais 1996

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