Estudo Bíblico: Os Conselhos dos Amigos de Jó

Os Conselhos dos Amigos de Jó

No Blog Estudos Bíblicos online você confere uma série de resumos e estudos sobre diversos livros da Bíblia como,  Resumo do Livro de Jó. Nesta postagem temos um resumo dos conselhos dos amigos de Jó.

Após o desabafo de Jó em que ele amaldiçoou o dia de seu nascimento e perguntou por que aqueles que anseiam pela morte continuam a viver, seus três os amigos começam a oferecer seus conselhos.

I. ELIFAZ FALA e JÓ RESPONDE  (4: 1-7: 21)

   A. O CONSELHO DE ELIFAZ (4: 1-5: 27) 

1. Comentários introdutórios (4: 1-6)

  • a. Embora ele não queira cansar Jó, ele não pode se abster de falar
  • b. Jó fortaleceu outros no passado, agora ele precisa fortalecimento
  • c. Não é Jó que confia em sua própria confiança e integridade?

2. A visão de Elifaz: Os inocentes não sofrem, os perversos não (4: 7-11)

  • a. Quando o inocente já pereceu?
  • b. Mas eu vi o ímpio perecer pela explosão de Deus, apenas como os leões

3. Em apoio a sua opinião: Elifaz recorre a uma visão (4: 12-21)

  • a. Uma visão aterrorizante, em que ele ouviu uma voz
  • b. Uma revelação de que o homem não pode ser mais justo do que Deus
  • c. Se anjos podem ser acusados ​​de erro, quanto mais homens de barro?
  • d. Nota: Elifaz está apelando à "revelação subjetiva"

            1) Seu exemplo mostra o erro de apelar para tal  determinar a verdade
            2) "Nada é mais essencial que testar a experiência por um
               padrão objetivo da realidade. Quando Deus falou
               sobre um assunto, que é decisivo para todas as questões
               envolvidas. Sua palavra deve ser o tribunal de apelação para todos
               pensamentos, impressões e pontos de vista "(Newton Wray)
4. Elifaz adverte Jó (5: 1-7)

  • a. Há perigo na ira de um homem tolo
  • b. Tal pessoa verá seus filhos serem esmagados e sua colheita empobrecida
  • c. A aflição vem porque o homem nasce para problemas

5. Elifaz dirige Jó (5: 8-16)

  • a. Busque a Deus e entregue sua causa a Ele
  • b. Porque Deus faz grandes coisas, pegando os sábios em sua própria astúcia, salvando os necessitados e dando esperança aos pobres

6. Jó lembrou das bênçãos de Deus sobre aqueles que aceitam a Sua castigo (5: 17-26)

  • a. Feliz é o homem que Deus corrige; não despreze a sua castidade
  • b. Deus o fará completo e o protegerá em tempos de problema
  • c. Deus lhe dará paz, muitos descendentes e vida longa

      - a conclusão de Elifaz:   "Isto nós procuramos, é verdade.
         Ouça e saiba por si mesmo "(5:27)

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   B. RESPOSTA DE JÓ (6: 1-7: 21) 

1. Ele justifica suas palavras precipitadas (6: 1-7)

  • a. Eles são motivados por seu pesar pesado
  • b. Ele está experimentando as flechas venenosas e terrores do Todo-poderoso
  • c. Animais não reclamam quando bem alimentados; mas a comida se tornou repugnante para ele

2. Ele anseia pela morte, enquanto sua integridade ainda está intacta (6: 8-13)

  • a. Ele deseja que Deus vá em frente e esmague-o
  • b. Então ele teria algum conforto em saber que ele não tinha ocultou (ou negou) as palavras de Deus
  • c. Quanto tempo ele pode esperar suportar?

3. Jó reprova seus amigos (6: 14-23)

  • a. Eles deveriam ter mostrado bondade adequada
  • b. Eles têm sido como um ribeiro enganador, que decepciona aqueles que vêm para ele
  • c. Eles têm medo do que viram
  • d. Ele não pediu sua ajuda

4. Ele os desafia a mostrar-lhe onde pecou (6: 24-30)

  • a. Mostre a ele seu erro e ele ficará quieto
  • b. Reprová-lo sem provas não é benéfico, é como oprimindo o órfão e minando o amigo
  • c. Olhe para ele de novo e trate-o com justiça, não há injustiça nele

5. Jó agora retoma sua queixa (7: 1-10)

  • a. Sua vida é de dura servidão, com meses de futilidade e noites cansativas
  • b. A condição de sua carne o faz jogar a noite toda
  • c. Seus dias passam rapidamente sem esperança de ver bons dias novamente
  • d. Jó espera descer para o túmulo e logo esquecido

6. Jó fala na angústia de sua alma (7: 11-21)

  • a. Por que Deus o aterroriza com sonhos e visões, de modo que ele anseia pela morte?
  • b. Por que Deus está testando-o a cada momento? Quanto tempo isso vai durar?
  • c. Por que Deus não pode simplesmente deixá-lo em paz?
  • d. Como ele pecou? O que ele fez para se tornar um alvo para Deus?
  • e. Se ele pecou, ​​por que Deus não perdoa sua transgressão?
  • f. Assim, ele apenas irá adiante e morrerá, e então Deus não tem que se preocupar mais com ele (o tipo de tolo declaração para a qual Jó depois se arrepende, 42: 3,6 )



II. BILDADE FALA E JÓ RESPONDE  (8: 1-10: 22)

   A. O CONSELHO DE BILDADE (8: 1-22) 

1. Comentários introdutórios (1-7)

  • a. Ele repreende Jó por suas palavras
  • b. Ele afirma que Deus lida com justiça
  • c. Se os filhos de Jó pecassem, eles foram mortos por seus transgressão
  • d. A restauração ocorreria se Jó só buscasse a Deus e arrepender-se

2. Bildade apela à sabedoria dos antigos (8-18)

  • a. Preste atenção ao que os outros já aprenderam, pois nosso tempo é baixo
  • b. Os ímpios são como o papiro sem apoio, porque eles logo murchar
  • c. Deus ainda restaurará Jó (assumindo que ele se arrependa)

 

   B. RESPOSTA DE JÓ (9: 1-10: 22) 

1. Ele concorda com Bildade, mas quem pode verdadeiramente ser justo antes  Deus? (9: 1-13)

  • a. Ninguém pode lutar com Deus, Ele é muito sábio e forte
  • b. Jó fornece numerosos exemplos do poder de Deus

2. Por causa de tal poder, Jó reclama da inacessibilidade de Deus          (9: 14-20)

  • a. Mesmo se ele fosse justo (perfeito?), Jó não seria capaz para responder a Deus
  • b. Pois mesmo agora Deus multiplica suas feridas sem causa
  • c. Sua própria boca o condenaria sob o peso da vontade de Deus

3. Mantendo sua reivindicação de inocência, ele conclui que Deus destrói o irrepreensível junto com os ímpios (9: 21-24)

  • a. Jó professa ser irrepreensível, mas perdeu a vontade de viver
  • b. Ele não conhece outra conclusão a não ser que Deus parece levemente no sofrimento dos inocentes

4. Sentindo-se sem esperança, Jó lamenta a falta de um mediador (9.25-35).

  • a. Seus dias passam, sem que seja bom ser visto
  • b. Por que até tentar, se Deus escolheu condená-lo?
  • c. Ele sabe que não há como raciocinar com Deus, e existe ninguém para mediar entre eles
  • d. Se Deus só levasse a vara dele, mas tal não é O caso

5. Com dor, Jó dá livre curso para sua queixa (10.1-22)

  • a. Deus, por que você me condena? Diga-me o porquê!
  • b. Parece bom para você desprezar o trabalho do seu mãos?
  • c. Você está tendo que procurar por minha iniqüidade, como um mortal?homem?
  • d. Você me fez, apenas para me destruir?
  • e. Se eu sou mau ou justo, sua indignação aumenta em direção a mim!
  • f. Por que então você me deixou nascer? Como eu gostaria de ter morrido em nascimento!
  • g. Você não pode me deixar sozinho para que eu possa ter um pouco de conforto antes de eu morrer e entrar na "terra das trevas"?



III ZOFAR FALA E JÓ RESPONDE (11: 1-14: 22)

   A. O CONSELHO DE ZOFAR (11.1-20) 

1. Afirma que Jó recebeu menos do que ele merece (11.1-6)

  • a. A multidão das palavras de Jó pedem refutação
  • b. Jó reivindica inocência; se apenas Deus falasse e mostrasse sua culpa verdadeira
  • c. Deus tem exigido menos de Jó do que ele merece

2. Repreende Jó por desejar descobrir os caminhos ocultos de Deus(11: 7-12)

  • a. Job pode encontrar aquilo que está além de sua capacidade de saber?
  • b. Deus não pode ser impedido e considera a maldade do homem
  • c. Uma repreensão não tão sutil de Jó como um tolo homem de cabeça vazia

3. Promete a restauração do arrependimento e confissão do pecado (11: 13-20)

  • a. Busque o Senhor e deixe o pecado se você quiser ser puro e firme
  • b. Você esqueceria sua miséria e permaneceria no brilho, segurança e esperança
  • c. Mas os ímpios não vão escapar, e sua única esperança é a perda da vida



Estudo Bíblico: Os Conselhos dos Amigos de Jó



   B. RESPOSTA DE JÓ (12.1-14.22) 

1. Ele repreende seus acusadores (12.1-12)

  • a. Zombando de sua sabedoria, ele também tem sabedoria
  • b. Embora justo e inocente, ele foi ridicularizado; Enquanto isso os ímpios prosperam
  • c. A sabedoria não está limitada aos amigos de Jó; toda a natureza  testifica da sabedoria e vem com a idade

2. Ele afirma a própria sabedoria e força de Deus (12.13-25)

  • a. Deus pode fazer o que quer e ninguém pode impedi-lo
  • b. Ele pode dominar os sábios e poderosos, até mesmo as nações

3. O conselho de seus amigos não ajudou (13: 1-12)

  • a. Ele já sabe o que sabe; ele deseja raciocinar com Deus
  • b. Eles afirmam falar por Deus, mas eles são inúteis médicos e falsificadores de mentira
  •  c. Seus chavões e defesas são inúteis

4. Confiante em sua própria integridade, Job novamente deseja falar com
         Deus (13.13-19)

  • a. Deixe-o falar, pois ele está disposto a aceitar o que vem
  • b. Mesmo que Deus o mate, ele continuará a confiar nele
  • c. Ele deseja se defender diante de Deus, ele não pode permanecer silencioso

5. Jó apela a Deus por uma audiência (13: 20-28)

  • a. Sobre as condições de remover a mão e não esmagando-o com pavor, Jó falava com Deus
  • b. Ele deseja saber onde pecou e por que Deus considera ele como um inimigo
  • c. Por que Deus assim o puniu?

6. Ele expressa desesperança nesta vida (14: 1-12)

  • a. A vida é breve e incômoda, seus dias estão contados
  • b. Corte uma árvore e ela brotará novamente; mas quando o homem morre, ele não está mais aqui enquanto o céu durar

7. Ele anseia pela morte (14.13-22)

  • a. Que Deus iria escondê-lo da sua ira até que seja passado
  • b. A esperança do homem é lentamente corroída enquanto ele passa pela vida, até ele não conhece mais desta vida


O segundo ciclo de discursos continua no mesmo formato, com o três amigos falando e Jo respondendo a cada um deles. o discursos são mais curtos, e parece que seus ânimos estão se tornando curtos também.


I. ELIFAZ FALA E JÓ RESPONDE ( 15.1-17.16 )

   A. FALA DE ELIFAZ (15.1-35) 

1. Elifaz ataca Jó, repreendendo seu comportamento e ridicularizando seu
         sabedoria (15.1-16)

  • a. Jó está raciocinando com conversas inúteis, sua própria boca condena-o
  • b. Jó tenta limitar a sabedoria a si mesmo, desconsiderando o sabedoria dos outros
  • c. Jó não pode ser tão puro e justo quanto ele afirma; se anjos e os céus não são puros aos olhos de Deus, quanto menos Quem bebe iniqüidade como a água?

2. Elifaz repete sua principal tese: o sofrimento vem para os ímpios  (15: 17-35)

  • a. Apelando para o que ele viu, e que homens sábios disseram
  • b. Ele então oferece uma longa descrição de como o iníquo sofre (ele está tentando descrever Jó?)



   B. RESPOSTA DE JÒ (16.1-17.16) 

1. Ele repreende seus amigos (16.1-5)

  • a. Eles são "consoladores miseráveis"
  • b. Ele poderia fazer o que eles fazem, mas ofereceria verdadeiro conforto se eles estavam no lugar dele

2. Ele descreve o tratamento de Deus a ele (16: 6-17)

  • a. Se ele fala ou fica em silêncio, não há alívio
  • b. Deus está desgastando-o, murchando-o, rangendo para ele
  • c. Deus o entregou aos ímpios, que o espreitam e golpeie-o com reprovação
  • d. Deus o despedaçou, sacudiu e quebrou-o com ferida em ferida

3. Ele espera que seu choro seja ouvido (16: 18-22)

  • a. Que não seja enterrado no pó da terra, que seja visto no céu
  • b. Desprezado por seus amigos, seus olhos derramam lágrimas para Deus
  • c. Ele desejou que houvesse alguém que implorasse por ele com Deus,  porque ele sabe que seu tempo é curto

4. O trabalho pede alívio (17: 1-5)

  • a. Ele está quebrado, a sepultura está pronta para ele, e escarnecedores são  com ele
  • b. Seus amigos não entendem, Deus não pode ajudá-lo?

5. Ele retoma sua queixa (17.6-9)

  • a. Ele é desprezado pelos outros, mesmo quando se torna mais fraco
  • b. Os homens retos são surpreendidos por ele, os inocentes são agitados  contra o hipócrita (é Jó dizendo que é assim que eles  vê-lo?)
  • c. O justo mantém o seu caminho e aqueles com mãos limpas  tornar-se cada vez mais forte (talvez Job esteja se referindo aqui  para seus amigos e falando com sarcasmo)

6. Sem sabedoria de seus amigos, ele está perdendo a esperança (17: 10-16)

  • a. Seus dias passaram, seus planos estão quebrados e todos os seus  amigos podem fazer é dizer "a luz está perto" quando tudo é escuro
  • b. Se a morte e a sepultura é tudo o que está à frente, onde está sua  esperança?



II. BILDADE FALA E RESPOSTA DE JÓ (18: 1-19: 29)


A. A FALA DE BILDADE (18.1-21)
1. Ele está indignado com Jó ( 18.1-4 )

  • a. "Por quanto tempo" Job continuará falando? - cf. 8: 2
  • b. Por que ele considera seus amigos como bestas e estúpidos?
  • c. A terra deve ser movida porque ele está com raiva?

2. Ele também fornece uma longa descrição do sofrimento do
ímpios (18: 5-21)

  • a. A luz dos ímpios se apagará
  • b. Ele é abatido, preso
  • c. Terrores o assustam de todos os lados
  • d. Destruição vem a caminho, outros vão pegar o que é seu
  • e. A memória dos ímpios perecerá da terra, lá  não haverá posteridade
  • f. Tal acontecerá aos ímpios, àqueles que não conhecem a Deus



   B. RESPOSTA DE JÓ (19.1-29) 

1. Ele responde aos seus críticos (19.1-6)

  • a. "Quanto tempo" você vai atormentar minha alma? - cf. 18: 2
  • b. Eles continuam a censurá-lo, mas não apontaram sua
  • erro
  • c. Enquanto eles se engrandecem contra ele, ele sente que Deus tem injustiçado ele!

2. Jó novamente dirige sua queixa a Deus (19: 7-12)

  • a. Deus não parece ouvir seu grito por justiça
  • b. Deus o derrubou, arrancou qualquer esperança que ele tivesse
  • c. Deus o trata como um inimigo

3. Sua solidão (19: 13-22)

  • a. Abandonado por parentes, amigos íntimos, até mesmo seus servos
  • b. Ele é repulsivo para esposa e filhos, aqueles que ele ama  se voltaram contra ele
  • c. Ele chora por pena de seus amigos

4. Ele afirma sua fé (19.23-29)

  • a. Em seu Redentor que vive, e quem deve finalmente a Terra
  • b. Em que depois da morte, na carne, ele ainda verá a Deus (ou seja, a ressurreição?)
  • c. No julgamento, em vista do qual ele avisa seus amigos



III ZOPHAR FALA E JÓ RESPONDE  (20: 1-21: 34)


A. FALA DE ZOFAR (20.1-29)
1. Ele descreve o breve triunfo dos iníquos (20.1-11)

  • a. Irritado pela repreensão de Jó, Zophar responde
  • b. Que alegria ou triunfo a experiência perversa é apenas momentânea
  • c. Os ímpios logo não serão mais, seus filhos dependentes  sobre os pobres

2. A doçura do pecado se tornará uma maldição amarga (20: 12-19)

  • a. Será como o veneno das cobras, fazendo-o vomitar
  • b. O que ele ganhou através da opressão, ele não será capaz  para curtir

3. Deus varrerá os ímpios para as trevas (20.20-29)

  • a. Os ímpios não estarão em paz, seu bem-estar não será  último
  • b. A ira de Deus virá sobre ele, como uma arma de ferro
  • c. Perder tudo, terror e escuridão é a porção que Deus tem  nomeado para os ímpios



   B. RESPOSTA DE JÓ (21.1-34) 

1. Os ímpios nem sempre sofrem, mas freqüentemente prosperam nesta vida.
(21: 1-16)

  • a. Jó pede que eles ouçam atentamente, e então continuem  sua zombaria
  • b. Alguns ímpios prosperam nesta vida, embora eles  rejeitar a Deus e seus caminhos

2. Os ímpios freqüentemente morrem confortavelmente (21: 17-26)

  • a. Eles nem sempre experimentam a ira de Deus nesta vida
  • b. Alguns até dizem que Deus estabelece a iniqüidade dos ímpios  para seus filhos (embora Jó deseje que Deus recompense  o maligno diretamente)
  • c. O fato é que algumas pessoas morrem à vontade, enquanto outras morrem  amargura

3. Ele rejeita suas respostas como falsas (21: 27-34)

  • a. Eles perguntaram a ele "Onde fica a morada do  perverso?
  • b. Ele pergunta a eles: "Você não perguntou a quem viaja?"  (implicando que os ímpios estão em toda parte)
  • c. Jó entende que os ímpios são reservados para o dia de desgraça e ira (ou seja, o dia do julgamento)
  • d. Então as palavras de seus amigos se mostraram vazias e sem  conforto



O terceiro discurso a conclusão do "grande debate" e os fracos    esforços de amigos de Jó para convencê-lo de que ele é merecedor de sua grande sofrimento. Jó mantém sua alegação de inocência ao declarar sua queixa de que Deus não está ouvindo ele




I. ELIFAZ FALA E JÓ RESPONDE (22: 1-24: 25)


A. RESPOSTA FINAL DE ELIPHAZ (22.1-30)
1. Ele repreende Jó novamente por suas alegações de inocência (22.1-3)

  • a. Ele afirma que Deus é auto-suficiente, não precisando de nada do homem
  • b. Portanto, a alegação de Jó de ser irrepreensível não melhora de maneira alguma sua posição diante de Deus

2. Ele acusa Jó de grande iniqüidade (22.4-11)

  • a. Deus não está punindo Jó porque teme a Deus
  • b. É por causa da grande iniqüidade de Jó, da qual Elifaz dá exemplos
  • c. Por essas razões, Elifaz diz que Jó está sendo punido

3. Ele encarrega Job de acalentar maus caminhos, confiando que Deus
não vê isso (22: 12-20)

  • a. Como pode Jó dizer que Deus não vê o que ele está fazendo?
  • b. Job continuará a seguir os caminhos dos homens ímpios?
  • c. No entanto, os justos se alegram quando os ímpios são abatidos

4. Ele exorta Jó a voltar para Deus e desfrutar de prosperidade renovada
(22: 21-30)

  • a. Familiarize-se com Deus, receba instrução Dele, você estará em paz
  • b. Volte para Ele e Ele te abençoará, seja seu prazer, responda suas orações
  • c. Os planos de Jó seriam bem sucedidos e capazes de salvar outros (cf. 42: 7-10 )


B. RESPOSTA DE JÓ (23.1-24.25)
1. Ele reafirma seu desejo de encontrar Deus e apresentar seu caso
(23: 1-9)

  • a. Pesado com queixa amarga e gemido, ele desejou que ele poderia encontrar Deus
  • b. Ele desejava falar seu caso diante de Deus, confiante de que ele poderia argumentar com ele
  • c. Mas Deus está longe de ser encontrado

2. Mantendo suas reivindicações de integridade, ele está impressionado com a
negócios (23: 10-17)

  • a. Ele não se desviou do caminho de Deus
  • b. Ele tem valorizado as palavras de Deus
  • c. Mas a maneira de lidar com Deus tem aterrorizado ele

3. Ele se pergunta por que os ímpios freqüentemente pecam com impunidade (24: 1-17)

  • a. Os ímpios muitas vezes oprimem os pobres e desamparados, forçando eles para viver da terra
  • b. Deus não parece responder ao clamor dos oprimidos, e punir os ímpios
  • c. Há aqueles que usam a escuridão para realizar suas malfeitos

4. O que Jó pensa que deve acontecer com os ímpios e eventualmente acontecer (24: 18-24)

  • a. Eles devem ser punidos e lembrados não mais
  • b. Ele expressa confiança de que Deus acabará por aceitar perverso

- Jó conclui com um desafio para mostrar se ele falou
falsamente ( 24:25 )


II. BILDAD FALA E O TRABALHO RESPONDE (25: 1-31: 40)


   A. RESPOSTA FINAL DE BILDAD (25.1-6)
      1. Ele proclama a grandeza de Deus (25.1-3)
         uma. Domínio e medo pertencem a Ele, Ele faz a paz em sua alta
            locais
         b. Seus exércitos são inumeráveis
      2. Alguém pode ser justo diante de Deus? (25: 4-6)
         uma. Ninguém pode ser puro à vista de Deus
         b. Se a lua e as estrelas empalidecem aos olhos de Deus, quanto mais
            homem, que não é mais do que uma larva ou verme em comparação com Deus

   B. RESPOSTA DE JÓ (26.1-31: 40)
      1. Ele declara que o conselho de Bildade foi inútil (26.1-4)
         a. Bildad (e os outros) não o ajudaram
         b. Eles têm falado com alguém sem sabedoria?
      2. Ele demonstra sua própria capacidade de descrever a grandeza de
         Deus (26: 5-14)
         a. Por retratar a grandeza de Deus sobre os mortos e sobre o
            criação
         b. Tal grandeza é apenas as "meras arestas" dos caminhos de Deus
         c. Ninguém pode entender a verdadeira grandeza de Seu poder
      3. Enquanto ele continua seu discurso, ele mantém sua integridade
         (27: 1-10)
         a. Embora Deus tenha tirado sua justiça e feito sua alma
            amargo
         b. Ele não vai falar maldosamente, mas ele ainda alega inocência
         c. Ele sabe que não há esperança para os ímpios ou hipócritas
      4. Ele ensinará a seus amigos o que Deus fará aos ímpios
         (27: 11-23)
         a. Como uma repreensão a seus amigos pelo que disseram a ele
         b. As famílias dos ímpios sofrerão as conseqüências
         c. A riqueza dos ímpios será consumida por outros
         d. Deus acabará por remover os maus de seu lugar
      5. Ele discute a verdadeira fonte da sabedoria (28: 1-28)
         uma. Minerais preciosos podem ser encontrados através de mineração diligente
         b. Mas a verdadeira sabedoria e compreensão vem somente de Deus, que
            declarou ao homem
      6. Enquanto ele continua seu discurso, ele relembra os bons dias de sua
         passado (29: 1-25)
         a. Quando Deus cuidou dele e o abençoou
         b. Quando ele tinha o respeito dos outros, e administrava a justiça
            para os pobres, os órfãos, as viúvas, os cegos e os mancos
         c. Quando ele olhou para o futuro com esperança
         d. Quando os outros ficaram em silêncio para ouvir o seu conselho, e ele foi
            como um rei
      7. Ele então reflete sobre sua condição atual (30.1-31)
         a. Ele agora é ridicularizado pelos filhos daqueles que ele uma vez desprezou
         b. Sua agora é a sua "canção de provocação",
         c. Ele lamenta sua agonia e o tratamento que ele sente ao Senhor deu-lhe
         d. Deus não se lembraria de como ele chorou pelos outros em dificuldades?
         e. Mas tudo o que ele vê é o mal e os dias de aflição
      8. Uma última vez, Jó mantém sua integridade (31.1-40)
         uma. Ele fez uma aliança com os olhos, não para olhar para um  jovem mulher
            1) Pois ele conhece o fim último dos ímpios
            2) Porque Deus vê e sabe tudo o que ele faz
         b. Ele está disposto a aceitar apenas a punição, se ele já ...
            1) sido enganador
            2) adultério cometido
            3) Maltratou seus servos
            4) Negligenciou os pobres, viúvas e órfãos
            5) Ponha sua confiança em ouro, ou cultive os corpos celestes
            6) Regozijou-se com a morte de seus inimigos, ou os amaldiçoou
            7) Não se importou com o estranho
            8) Tentou esconder sua iniqüidade
         c. Ele faz seu grito final
            1) Que Deus lhe responderia e lhe diria o que ele fez  errado
            2) Disposto a aceitar a punição se ele se desviou  sua terra ou roubou dos outros


Ver também:


Fonte:
Esboços executáveis, Mark A. Copeland, 2016


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Sobre o Autor do Blog: Formado em Teologia pelo Seminário Teológico Boas Novas - FATEP, professor e pós-graduado em Educação pela Universidade Federal Fluminense - UFF. Frequentou a Assembléia de Deus durante a infância e juventude hoje é membro da Igreja Batista.

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Versões Bíblicas consultadas ou citadas:
Bíblia Livre (BLIVRE), Almeida Revista e Atuzalizada ARA-SBB, Almeida Revista e Corrigida ARC-SBB, Outras citadas no texto.

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