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Estudo Bíblico sobre o Tabernáculo Êxodo 25

Estudo Bíblico: O Tabernáculo

Deus mora entre seu povo

Êxodo 25: 8 E façam-me um santuário, para que eu habite no meio deles. Êxodo 29: 45-46 45 Eu habitarei entre os filhos de Israel e serei o seu Deus. Êxodo 26: 1,33-34: “Além disso, farás o tabernáculo [com] dez cortinas [de] linho retorcido e de fios de azul, púrpura e carmesim; com desenhos artísticos de querubins os tecerás. ”

Deus renova a aliança em duas novas tábuas de pedra que Moisés esculpe e inscreve para ensinar a Israel que Deus é fiel às suas promessas (cap. 34).

Israel obedece à aliança construindo o tabernáculo exatamente como Deus pretende, para que sua própria glória o encha para mostrar sua presença orientadora e governar como Rei (caps. 35–40).

(1) O povo obedece à aliança dando muitas ofertas para construir o tabernáculo (Êxodo 35:1–36:7).

(2) O tabernáculo e o pátio são construídos com seus móveis e roupas sacerdotais, depois inspecionados e erguidos exatamente como Deus deseja (Êxodo 36:8–40:33).
  • (a) O próprio tabernáculo é erguido com suas cortinas, tábuas e véus (Êxodo 36:8-38).
  • (b) Os móveis do tabernáculo são erguidos: a arca, a mesa dos pães da proposição, o candelabro de ouro e o altar do incenso (cap. 37).
  • (c) A mobília do pátio é erguida: o altar dos holocaustos e a bacia de bronze (Êxodo 38:1-8).
  • (d) O próprio pátio é erguido (38:9-20).
  • (e) As vestes sacerdotais são feitas para Aarão e seus filhos (Êxodo 39:1-31).
  • (f) Moisés inspeciona o tabernáculo e o abençoa conforme a ordem de Deus (Êxodo 39:32-43).
  • (g) O tabernáculo é erguido (Êxodo 40:1-33).
(3) A própria glória de Deus enche o tabernáculo em uma nuvem e permanece como um sinal de sua presença orientadora e governo como Rei (Êxodo 40:34-38).









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1. O Modelo Original: O Tabernáculo Celestial

Antes de existir na terra, o Tabernáculo existia no céu. O acesso que temos hoje a Deus não é baseado em uma tenda feita por mãos humanas, mas na realidade espiritual onde Deus habita.
    • Apocalipse 11:19: "Abriu-se o templo de Deus no céu, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo."
    • Apocalipse 15:5: "Depois destas coisas olhei, e eis que o templo do tabernáculo do testemunho no céu se abriu."

2. A Estrutura e Suas Divisões

O Tabernáculo era dividido em três áreas principais, representando níveis de intimidade e santidade:

A. O Pátio Externo (Átrio)

Onde o povo entrava e onde o sacrifício era feito.
    • O Altar dos Sacrifícios: Representa a cruz; o lugar onde o pecado é tratado.
    • O Portão: A única entrada (Cristo é a porta).

B. O Lugar Santo (O Santo)

Acessível apenas aos sacerdotes.
    • O Candeeiro Dourado (Menorah): Representa Cristo como a Luz do Mundo.
    • O Altar de Incenso: Representa as orações dos santos e a intercessão de Cristo.

C. O Lugar Santíssimo (Santo dos Santos)

Onde habitava a Shekinah (presença de Deus).
    • O Véu: A separação entre o homem e a presença direta de Deus.
    • A Arca da Aliança: O trono de Deus na terra.
    • O Propiciatório: A tampa da arca onde o sangue era aspergido.
    • O Incensário de Ouro: Relacionado à adoração celestial.

3. As Cores do Véu: A Identidade de Cristo

O véu (Êxodo 26:31-32) não era apenas funcional; suas cores contavam a história do Messias que viria (Apocalipse 19:11-13, 16):
    • Azul (Céu): Aponta para a origem divina de Jesus; o céu aberto.
    • Roxo (Realeza): Identifica-O como o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.
    • Escarlate (Sangue/Salvação): Representa Seu sacrifício (Hebreus 10:20).
    • Linho Fino (Branco/Pureza): Representa Sua santidade impecável (o cavalo branco de Apocalipse).
Resumo: Cristo, nosso puro Rei, nos trouxe ao Céu por meio de Seu Sangue.

4. O Mistério do Véu Rasgado

Mateus 27:50-51 relata que, no momento da morte de Jesus, o véu do templo se rasgou de alto a baixo.
Por que de cima para baixo? Porque foi Deus quem o rasgou. O rasgo não começou na terra (mãos humanas), mas no céu. Deus estava declarando que o caminho para o Santíssimo estava finalmente aberto através de Cristo.
    • Reconciliação: Através do sangue da cruz, Deus reconciliou consigo todas as coisas (Colossenses 1:20; 2 Coríntios 5:18-20).
    • Paz: Temos paz com Deus pelo sangue da Sua cruz (Efésios 1:7; 1 Pedro 1:18-19).

5. O Grande Dia da Expiação (Yom Kippur)

Este era o dia mais sagrado do ano, onde o Sumo Sacerdote realizava o rito para purificar os pecados da nação.
    • O Rito de Preparação: O Sacerdote deveria estar purificado.
    • O Bode Expiatório (Para Azazel): Um bode era sacrificado e o outro era levado para o deserto, simbolizando que o pecado foi levado para longe e esquecido.
    • Expiação pelo Sangue: Sem derramamento de sangue não há remissão.
    • Cristo, o Sumo Sacerdote Supremo: Diferente dos sacerdotes terrenos que entravam todos os anos, Cristo entrou no Santíssimo Celestial uma única vez com Seu próprio sangue (Hebreus 9:7, 24-25).

6. O Santo dos Santos: A Mente de Deus

O Lugar Santíssimo era o ponto mais profundo do Tabernáculo. Se o Pátio era o lugar do corpo (sacrifício) e o Santo era o lugar da alma, o Santo dos Santos representa o espírito e os pensamentos de Deus.

    • Comunhão e Pensamento: Deus disse em Êxodo 25:22 que se encontraria com Moisés acima do Propiciatório. É o lugar onde Deus revela Seus planos (Jeremias 29:11).

    • Intercessão: O Incensário de Ouro (Lv 16:13) enchia o ambiente com uma nuvem, simbolizando que a mente de Deus está sempre envolvida em intercessão por nós.

A Arca da Aliança e seu Conteúdo

A Arca (Ex 25:10-16) representa o trono de Deus e o que Ele guarda em Sua mente:

    1. O Pote de Maná: O sustento divino. Representa o cuidado de Deus em nos alimentar na jornada rumo à Terra Prometida (Céu).

    2. A Vara de Arão: Representa a autoridade e a disciplina na Igreja. Deus ama Seus filhos e, por isso, os corrige (Pv 13:24, 1 Co 5:1-5).

    3. As Tábuas da Aliança: A Palavra Eterna escrita pelo "dedo de Deus". Isso mostra que as leis morais de Deus não são sugestões, mas fundamentos eternos (Mt 5:18).


2. A Mesa dos Pães da Proposição

Localizada no Lugar Santo, esta mesa (Ex 25:23-30) fala de comunhão e doutrina.

    • Os 12 Pães: Representam as 12 tribos e os 12 discípulos. Estavam organizados em duas fileiras, apontando para a união entre judeus e gentios em Cristo.

    • A Mesa no lado esquerdo: Posicionada em direção ao coração, simbolizando que o convite para comer da Sua Palavra nasce do amor de Deus pelo mundo (Jo 3:16).

    • Matemática Bíblica dos Pães: * $12 = 5 + 7$: Jesus alimentou as multidões com 5 pães (5 mil) e depois com 7 pães (4 mil), mostrando que Sua Palavra é suficiente para todos.

        ◦ $12 = 3 \times 4$: A Trindade (3) sendo pregada nos quatro cantos da terra (4) por meio dos discípulos (Mt 28:19).


3. O Candelabro Dourado (Menorah)

Sem janelas no Tabernáculo, a única luz vinha do Candelabro (Ex 25:31-40).

    • As Sete Lâmpadas: Representam a totalidade da Igreja (Ap 1:20) e os sete pilares da sabedoria (Pv 9:1). Cristo segura a Igreja em Sua mão direita, protegendo-a.

    • Luz nas Trevas: As lâmpadas eram acesas à noite (2 Cr 13:11). Vivemos em um período de escuridão espiritual onde a Igreja deve ser a "Luz do Mundo", guiando os pés daqueles que estão na sombra da morte (Lucas 1:76-79).

    • Nossa Missão: Como embaixadores, refletimos a luz de Cristo para reconciliar o mundo com Deus (2 Co 5:20).


4. O Altar de Incenso e o Fogo Contínuo

Localizado logo antes do véu, o Altar de Incenso (Ex 30:1-10) representa a vida de oração e o coração de Deus.

    • O Formato Quadrado: 1 côvado x 1 côvado. Simboliza que os sentimentos de Deus são os mesmos para com todos; não há acepção de pessoas. O Evangelho é uma fragrância oferecida a todos (2 Co 2:15).

    • Oração Incessante: O incenso deveria queimar de manhã e à noite. É o chamado bíblico para "orar sem cessar" (1 Ts 5:17).

O Fogo do Altar (A Obra do Espírito)

O fogo nunca deveria se apagar (Lv 6:9). Isso representa a obra do Espírito Santo, que não para nunca:

    • O tempo todo: Atos 10:38.

    • Ao meio-dia: João 4:6 (Jesus e a samaritana).

    • À noite: Apocalipse 3:20 (Jesus batendo à porta).

    • Na madrugada: Mateus 14:25 (Jesus andando sobre as águas).


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7. A Pia de Bronze: O Arrependimento e a Purificação

Diferente de outros objetos, a Bíblia não registra medidas específicas para a pia (Ex 30:18). Isso nos ensina que o arrependimento não tem limites; é um processo contínuo e diferente para cada pessoa e momento.
    • Pré-requisito para a Comunhão: Em João 13:5-10, Jesus lava os pés dos discípulos antes da Ceia. Isso nos ensina que o arrependimento, a confissão e a absolvição devem preceder a comunhão. "Se Eu não te lavar, você não tem parte Comigo".
    • Sangue e Água: Os sacerdotes passavam pelo Altar (Sangue) e depois pela Pia (Água). Essa união simboliza o lado traspassado de Cristo na cruz, de onde saiu sangue e água (João 19:34).

8. O Portão: A Entrada Sempre Aberta

O portão do átrio tinha características únicas que apontam diretamente para a acessibilidade de Deus.
    • As Dimensões e o Homem: A altura de 5 côvados simboliza o homem (nossos 5 sentidos, dedos e limitações). Ele estava pendurado em 4 pilares, representando os quatro cantos da terra — um convite universal.
    • A Tela da Separação: Diferente de uma porta de madeira ou bronze, era uma cortina. Aqueles que estavam fora não podiam ver a glória interior (Salmo 45:13), mas o portão estava "sempre aberto". Deus é o nosso protetor, e não trancas humanas (Salmo 127:1).
    • Cristo é a Porta: Jesus afirmou: "Eu sou a porta das ovelhas" (Jo 10:7-10). Entrar pelo portão é entrar aos pés do Senhor:
        ◦ Com Lágrimas: Como a mulher que lavou Seus pés com lágrimas (Lc 7:38).
        ◦ Com Amor: Como Maria que o ungiu com nardo puro (Jo 12:3).
        ◦ Com Prioridade: Escolhendo a "boa parte" aos Seus pés (Lc 10:39-42).

9. As Coberturas: A Beleza que vem de Dentro

A aparência externa do Tabernáculo não era impressionante. Ele era coberto por camadas que contam a história do sofrimento e da glória de Cristo:
    1. Pele de Texugo (Ex 26:14): Por fora, era escura e sem atrativos. Representa Cristo em Seu sofrimento (Is 53:1-3), "sem aparência nem formosura".
    2. Pele de Carneiro tingida de vermelho: Simboliza o sacrifício substitutivo.
    3. Pelos de Cabra: Lembra o sacrifício pelo pecado.
    4. O Interior (As 10 Cortinas): Por dentro, o Tabernáculo era de linho fino, azul, púrpura e escarlate, com querubins bordados.
A lição: O mundo vê o cristianismo como algo "feio" ou difícil (porta estreita - Mt 7:13-14), mas quem entra descobre a glória real. Assim como Cristo, os cristãos podem suportar sofrimentos externos para ter a alegria eterna por dentro (Lc 14:27).

10. Localização e Direção: O Caminho de Volta

O Tabernáculo foi construído pelo povo de coração voluntário (Ex 35:10) e erguido no primeiro mês do segundo ano do Êxodo.
    • O Lado Ocidental: O Tabernáculo e o Templo de Salomão estavam voltados para o Oeste. Isso lembra que o homem foi expulso do Éden em direção ao Oriente (Gn 3:24). Para voltar a Deus, o homem caminhava para o Oeste (em direção ao Santíssimo).
    • A Mudança na Graça: Hoje, muitas igrejas voltam-se para o Leste (Oriente), pois após o sacrifício de Cristo, somos dignos de olhar novamente para onde o sol nasce, esperando a Sua volta.

Deus Habita no Meio do Seu Povo
O Tabernáculo ficava exatamente no meio do acampamento (Nm 2:2-24).
    • Cercado pelos levitas e sacerdotes, e então pelas 12 tribos.
    • Isso cumpre a promessa: "E habitarei no meio dos filhos de Israel" (Ex 29:45-46).
    • Na Nova Aliança, essa promessa se expande: Nós somos o templo de Deus (2 Cor 6:16).
A Glória de Deus
Quando tudo foi concluído conforme o modelo celestial, a Glória de Deus (Shekinah) encheu o lugar de tal forma que nem Moisés podia entrar (Ex 40:33-35). Isso se repetiu no Templo de Salomão (2 Cr 7:1-2), confirmando que Deus aceitou a oferta de habitação.

A glória de deus

A nuvem e a coluna os guiavam em sua jornada: Êxodo 40: 36-38, Nm 9: 15-23:

Onde fica o Tabernáculo?

Quando eles completaram sua jornada, foi levado para Gilgal: (Jos 4:19)
Depois a Siló: (Jos 19: 1)
Permaneceu lá 300-400 anos
Nob - na época do Rei Saul: (1 Sm 21: 1-6)
Gibeão - na época do Rei Davi: (1Cr 21:29)
Permaneceu lá até que o Rei Salomão construiu o Templo em Jerusalém no Monte. Moria (2 Cr 3: 1)

tabernáculo
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Veja também

O Tabernáculo como Sombra das Coisas Vindouras

A Bíblia identifica que as instituições da antiga aliança eram "tipos" (modelos ou figuras) de realidades que estavam por vir (Hb 10:1). O Tabernáculo não era apenas uma tenda, mas um mapa profético da nossa jornada com Deus.
    • Lugar de Habitação: O Tabernáculo servia como a habitação de Deus entre os homens (Êxodo 25:8). Hoje, Deus não habita em templos feitos por mãos humanas (Atos 17:24), mas na Sua Igreja (2 Coríntios 6:16-18; Efésios 2:21-22).
    • Ponto de Encontro: Era onde Deus "se encontrava" com o homem (Êxodo 25:22). Hoje, esse encontro ocorre através de Jesus Cristo.

I. O Pátio Externo (O Mundo)

Qualquer israelita poderia entrar no pátio, mas apenas os sacerdotes podiam avançar.
    • O Sacerdócio: Hoje, todos os cristãos são chamados de "sacerdócio real" (1 Pedro 2:9).
    • Preparação: Assim como os sacerdotes se preparavam para entrar, nós nos preparamos através da obediência ao Evangelho (Romanos 1:16).

II. O Altar do Holocausto (O Sacrifício de Jesus)

Localizado logo na entrada, o Altar de Bronze era o lugar do derramamento de sangue (Levítico 17:11).
    • O Cordeiro de Deus: Sem derramamento de sangue não há perdão (Hebreus 9:22). O sacrifício de Jesus foi feito de uma vez por todas para remover os pecados que o sangue de animais não podia tirar (Hebreus 10:1-4, 16-19).

III. A Pia (O Batismo)

A Pia de Bronze ficava entre o Altar e o Lugar Santo (Êxodo 30:17-21).
    • A Ordem Divina: Note a localização — primeiro o sacrifício (Altar), depois a lavagem (Pia). O batismo ocorre após aceitarmos o sacrifício de Jesus e antes de entrarmos "no corpo" ou na Igreja (Atos 2:36-38; 22:16).

IV. O Lugar Santo (A Igreja de Cristo)

O "Santo" é o paralelo direto da Igreja (Atos 15:16-17; 1 Coríntios 3:16-17).
    • Uma única entrada: Só se entrava após a lavagem (batismo).
    • Propósito: O objetivo de entrar era servir a Deus (Hebreus 9:6).
    • Caminho para o Céu: Não havia outro caminho para o Lugar Santíssimo (Céu) exceto através do Lugar Santo (Igreja). Cristo é quem salva e edifica a Sua Igreja (Efésios 5:23-27).

V. O Candelabro (A Palavra de Deus)

O Candelabro deveria queimar continuamente, sendo a única luz no Lugar Santo (Levítico 24:1-4).
    • Luz para o Caminho: A Palavra de Deus é a luz que guia a Igreja (Salmos 119:105). Sem ela, a Igreja caminha em trevas (2 Timóteo 3:16-17).

VI. O Altar de Incenso (A Oração)

O incenso era oferecido pelos sacerdotes dentro do Lugar Santo (Êxodo 30:1-9).
    • Aroma Suave: Nossas orações sobem a Deus como incenso (Apocalipse 5:8). Como sacerdotes da nova aliança, somos chamados a orar sem cessar (1 Tessalonicenses 5:17).

VII. A Mesa dos Pães da Proposição (A Ceia do Senhor)

Apenas os sacerdotes participavam deste pão (Levítico 24:3-9).
    • Comunhão: Na Igreja, os cristãos participam da Ceia do Senhor, celebrando nossa unidade e sustento em Cristo (Atos 20:7; 1 Coríntios 11:20-30).

VIII. O Lugar Santíssimo (O Céu)

Onde a Arca da Aliança repousava e a presença de Deus era absoluta. Lá não havia luz terrena (sol ou candelabro), pois a glória de Deus o iluminava.
    • Nosso Destino Final: O Lugar Santíssimo representa o próprio Céu, onde Jesus entrou como nosso precursor (Hebreus 6:19-20; 9:24). Lá, estaremos finalmente com Deus e não precisaremos de luz criada (Apocalipse 21:23).

Conclusão

O estudo do Antigo Testamento permanece essencial para o estudante da Bíblia (Romanos 15:4). Ao compreendermos os "tipos" (as sombras do Tabernáculo) e os "antítipos" (a realidade em Cristo), nossa fé é fortalecida. Vemos que Deus teve um plano perfeito desde o início para nos trazer do pátio do mundo para a Sua presença eterna no Céu.


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Autor: Ronaldo G. Silva é Bacharel em Teologia e Professor de Homilética sendo Pós-Graduado em Educação pela UFF. Entusiasta do trabalho de evangelização e divulgação da Palavra de Deus.
 

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