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Série de Pregações sobre Pecado: A Libertação em Cristo

 Pregação sobre Pecado: A Realidade do Pecado e a Liberdade em Cristo

Nessa série de sermões vamos abordar a luta contra o pecado que é uma realidade universal da condição humana. Mergulharemos na profundidade dessa luta e na libertação que encontramos em Cristo. Vamos explorar como o pecado nos afasta de Deus e como Jesus nos oferece a redenção.

Série de Sermões sobre o Pecado: Liberdade em Cristo

  1. Por que os Pecados não Agradam a Deus 1 Coríntios 10:5-11
  2. O salário do pecado é a morte - Rom. 6:23
  3. Onde Abundou o Pecado, Superabundou a Graça Romanos 5:20 
  4. A Natureza do Pecado: Causas e Consequências
  5. 7 Pecados Capitais: Avareza: Não convém a santos Efésios 5:3
  6. Como se Libertar do Cativeiro do Pecado? Exôdo 12:37
  7. Qual é a sua atitude em relação ao pecado?
  8.  Como vencer a batalha contra o pecado?
  9. O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?
  10. O Crente comete Pecado Habitual? 1 João 5:18

Pecado: A Realidade do Pecado e a Liberdade em Cristo

O alto preço do pecado

  • O pecado cria uma barreira entre o homem e Deus. (Is 59).
  • O pecado é uma ameaça real para qualquer sociedade e civilização. (Exo. 20: 13; 15; 16; 17; 12, cp. Rom. 13: 9, Tia. 1: 8-11).
  • O pecado costuma ser a causa de problemas físicos, emocionais e psicológicos.  (Mateus 19: 22).
  • O pecado divide as famílias e causa muitos problemas domésticos. (Mateus 10:36-37).
  • O pecado tira a autoestima e causa culpa.  (Atos :19).
  • O pecado pode afastar e alienar os irmãos mais próximos. (Mateus 18:17).
  • O pecado resultará em uma eternidade no inferno eterno. (Mateus 25:46).
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1. Pecado é Ilegalidade (1 João 3:4):

O que é pecado?

Pecado é ilegalidade (1 João 3:4): O apóstolo João nos lembra que o pecado é ilegalidade. Através do pecado, violamos a lei de Deus. Nossas ações e pensamentos não alinhados com Sua vontade nos afastam do Seu plano perfeito para nós. Neste versículo, o apóstolo João nos fornece uma definição concisa de pecado como sendo uma ilegalidade. 

Pecar é violar a lei de Deus, é transgredir os princípios e mandamentos que Ele estabeleceu para a nossa vida. Esse versículo nos ajuda a compreender a seriedade do pecado e como ele está em contradição direta com a natureza santa e justa de Deus.

2. O Pecado Está Aquém da Glória de Deus (Romanos 3:23):

Paulo nos diz em Romanos 3:23 que todos pecaram e estão aquém da glória de Deus. O pecado distorce a imagem de Deus em nós e nos impede de refletir Sua santidade. Isso cria um abismo entre nós e Deus.

O pecado está seguindo seu próprio caminho, planejando sua vida de acordo com sua própria vontade, sem buscar a vontade de Deus (Isaías 53: 6)

3. Pecado é Rebelião Contra Deus (Isaías 1:2):

Isaías 1:2 nos lembra que o pecado é uma rebelião contra Deus. Quando escolhemos nossos próprios caminhos em vez dos caminhos de Deus, estamos essencialmente nos rebelando contra Sua soberania e sabedoria.

  • Pecado de idolatria (Jeremias 17: 1-4)
  • Pecado de confiar no homem (Jeremias 17: 5-8)
  • Pecado de ganho ilícito (Jeremias 17: 9-11)
  • Pecado de abandonar o Senhor (Jeremias 17: 12-18)

4. Pecado é Descrença (1 João 5:10):

O pecado também está enraizado na descrença. 1 João 5:10 nos lembra que aquele que não crê em Deus O faz mentiroso, porque não reconhece Sua verdade. O pecado nos cega para a verdade de Deus e nos distancia de Seu amor.

5. Jesus nos Libertou da Lei do Pecado e da Morte (Romanos 8:2 1 João 3:16):

Mas, graças a Deus, nossa história não termina no pecado. Romanos 8:2 nos traz uma notícia de esperança: "Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte." Jesus, com Sua vida, morte e ressurreição, nos libertou do poder do pecado e nos oferece uma vida nova em Sua graça.

O amor de Jesus é o ápice da história da redenção. Em 1 João 3:16, João nos lembra que Jesus nos amou a ponto de dar a Sua vida por nós. Ele se tornou um sacrifício pelos nossos pecados, proporcionando-nos a reconciliação com Deus. Isso não apenas nos revela a profundidade do amor de Deus por nós, mas também nos incentiva a amar uns aos outros com essa mesma abnegação.

6. Perdão dos pecados e libertação da culpa (Atos 2:37-39  Marcos 2:5-11):

No discurso de Pedro no dia de Pentecostes, ele exorta as pessoas a se arrependerem e serem batizadas para o perdão dos pecados. Isso nos mostra que a mensagem do evangelho não apenas oferece perdão, mas também a libertação da culpa que acompanha o pecado. Ao aceitar o perdão de Deus e se voltar para Ele, encontramos liberdade da condenação e da carga do pecado.

Jesus perdoa os pecados de um paralítico. Isso gera um debate, pois apenas Deus tem o poder de perdoar pecados. Jesus usa essa situação (Marcos 2:5-11) para mostrar que Ele tem autoridade divina, uma vez que Ele é Deus encarnado. Ele não apenas cura o corpo do homem, mas também oferece a cura espiritual ao perdoar seus pecados. Isso demonstra que o perdão divino e a cura espiritual estão intrinsecamente ligados na obra de Cristo.

7. Não viva mais nas concupiscências do pecado (1 Pedro 4:2):

Aqui, o apóstolo Pedro nos incentiva a não viver mais sob o domínio das concupiscências do pecado. Em vez disso, devemos viver de acordo com a vontade de Deus. Isso reflete a ideia de que o perdão e a graça não são desculpas para continuarmos pecando, mas sim motivos para vivermos uma vida de obediência e retidão, afastando-nos das tentações do pecado.

Pregação sobre Pecado: A Realidade do Pecado e a Liberdade em Cristo

Leia ainda:

Conclusão:

O pecado é uma realidade que não podemos ignorar. Ele nos afasta de Deus, entristece Seu coração e compromete nossa comunhão com Ele. No entanto, a boa notícia é que Jesus nos oferece uma solução. Ele nos liberta do poder do pecado e nos restaura à comunhão com o Pai. Que possamos sempre nos lembrar do sacrifício de Jesus, rejeitar o pecado e nos aproximar de Deus com um coração arrependido. Que a graça e o amor de Deus nos guiem nesse caminho de redenção

Por que os Pecados não Agradam a Deus 1 Coríntios 10:5-11

 "Evitando os Cinco Pecados que Desagradam a Deus"

Todos os pecados desagradam a Deus, mas nessa passagem em foco está em 1 Coríntios 10:6-10, onde o apóstolo Paulo adverte a igreja em Corinto sobre as ações que não devemos seguir. Vamos explorar cada um desses terríveis pecados e aprender como podemos evitá-los.

Esse sermão faz parte da Série de Sermões sobre o Pecado: Liberdade em Cristo

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 Pecado é Sempre Errado? Sim!!! O pecado é sempre errado. Pecado é transgressão da lei de Deus.

Qualquer que pratica o pecado, também transgride a lei; porque o pecado é a transgressão da lei.  1 João 3:4

A palavra “pecado” vem da palavra grega que significa “errar o alvo”. Literalmente: errar o alvo.

Espiritualmente: não atingir o padrão que Deus estabeleceu para nós.

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  • Deus odeia o pecado.
  • Deus toma nota daqueles que pecam.
  • Deus julgará aqueles que estão em pecado quando morrerem.
  • Deus punirá aqueles que estão em pecado quando morrerem.

1.  Por que a ignorância nos isenta de culpa

É comum pensar que a ignorância nos isenta de culpa. No entanto, as Escrituras mostram que, embora Deus possa ter misericórdia da ignorância, ela não nos desculpa completamente da responsabilidade.

    • Atos 3:17-19 revela que Pedro reconheceu que o povo de Israel e seus líderes agiram "por ignorância" ao crucificar Jesus. No entanto, mesmo com essa ignorância, a exortação foi clara: "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados." A ignorância não impediu a necessidade de arrependimento e perdão.

    • Oséias 4:6 adverte: "O meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento". Isso indica que a falta de conhecimento da vontade de Deus pode levar à ruína, e a rejeição desse conhecimento tem consequências graves.

    • A história de 2 Crônicas 34:14-21 ilustra isso. Por mais de trezentos anos, Israel não obedeceu a Deus. Quando o Livro da Lei foi redescoberto no templo e lido, o rei Josias e o povo perceberam sua ignorância sobre as leis de Deus, e isso os levou ao arrependimento. Meses depois, Esdras e Neemias leriam o mesmo livro, e o povo perceberia que não estava guardando as leis de Deus. A ignorância não apagou os anos de desobediência.

Conclusão: A ignorância da Lei de Deus não é uma desculpa para o pecado; ela, na verdade, ressalta a importância de buscar e conhecer a vontade de Deus.


2. Por que é mais do que uma Consciência Limpa.

Uma "consciência limpa" é um estado desejável, mas nem sempre indica que estamos agindo corretamente aos olhos de Deus. Paulo, antes de sua conversão, perseguiu cristãos acreditando sinceramente que estava servindo a Deus.

    • Atos 23:1 e 22:1-5: Paulo declarou ter vivido "com perfeita boa consciência diante de Deus" e explicou sua perseguição aos cristãos como um zelo sincero. No entanto, ele posteriormente reconheceu que era "o principal dos pecadores" (1 Timóteo 1:15) por ter agido contra Cristo, mesmo que sua consciência na época não o condenasse.

Conclusão: Nossa consciência pode estar mal informada ou endurecida. Ela não é o padrão final da verdade; a Palavra de Deus é.


3. Independe de que Seja "Legal" ou Aprovado por Alguém

A legalidade ou a aprovação social/religiosa não anulam o pecado se a ação contradiz a vontade de Deus.

    • Mesmo que Seja Legal:

        ◦ Atos 5:29: Pedro e os apóstolos declararam: "É necessário obedecer antes a Deus do que aos homens." Isso é crucial quando as leis humanas (ou culturais) entram em conflito com as leis divinas.

        ◦ Divórcio por qualquer causa (Mateus 5:32; 19:9): Embora a lei romana permitisse o divórcio por motivos triviais, Jesus reafirmou o padrão de Deus, mostrando que o que era legalmente aceito pelo estado era pecado aos olhos de Deus, exceto em casos de infidelidade conjugal.

        ◦ Consumo de Álcool, Drogas, Medicamentos (legais, mas abusivos): Embora algumas substâncias sejam legais ou medicamentosas, o abuso delas (embriaguez, vício, uso recreativo prejudicial) é claramente condenado na Bíblia por seus efeitos destrutivos no corpo e no espírito.

    • Mesmo que Alguém Respeitável Aprove:

        ◦ 1 João 4:1 e 1 Timóteo 4:1: A Bíblia nos alerta sobre "falsos profetas" e "espíritos enganadores". A aprovação de um "pregador", um "papa" ou qualquer autoridade religiosa não anula a verdade bíblica. Somos chamados a "provar os espíritos" e a discernir as doutrinas. A palavra de uma pessoa, por mais respeitável que seja, nunca substitui a Palavra de Deus.


4.  Uma ofensa contra Deus

Muitos tentam justificar seus pecados argumentando que "não estão prejudicando ninguém". No entanto, o pecado é, acima de tudo, uma ofensa contra Deus, e raramente é inofensivo.

    • Números 32:23: "Mas, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o Senhor, e sabei que o vosso pecado vos achará." O pecado tem consequências, mesmo que não sejam imediatamente óbvias ou afetem diretamente outras pessoas.

    • Danos Espirituais: Muitos pecados que não causam danos físicos diretos (como mentira, inveja, pensamentos impuros) podem causar danos espirituais profundos ao indivíduo, separando-o de Deus e corroendo sua alma.

    • Fazer Alguém Tropeçar: Romanos 14:20-21 fala sobre não fazer "alguém tropeçar" com certas ações, mesmo que essas ações sejam "limpas" em si mesmas. Isso mostra que nossas escolhas, mesmo as "inofensivas", podem afetar a fé de outros.


5. Podemos Pecar Mesmo que Não Sejamos Pegos?

A ilusão de impunidade é um dos maiores enganos do pecado. Achamos que, se ninguém nos vê, estamos livres das consequências.

    • Hebreus 4:13: "E não há criatura alguma oculta à sua vista; pelo contrário, todas as coisas estão patentes e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas." Não importa se "o policial não vê você passar no sinal de parada"; Deus vê tudo.

    • Salmo 139:7-9: "Para onde me irei do Teu Espírito? Ou para onde fugirei da Tua presença... Se subir ao céu, lá estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que ali estás também." Deus é onipresente e onisciente. Ele vê cada pensamento, palavra e ação, mesmo os mais ocultos.


6. Autojustificação e à arrogância espiritual

Comparar-se com os outros é uma armadilha perigosa que leva à autojustificação e à arrogância espiritual.

    • Tiago 2:9-10: "Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo por lei condenados como transgressores. Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos." A lei de Deus é um todo; quebrar um mandamento é quebrar a lei.

    • Provérbios 16:2: "Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa os espíritos." Nossa própria avaliação de nós mesmos é falha.

    • Gálatas 6:4 e 2 Coríntios 10:12: Paulo nos adverte a examinar a nossa própria obra, sem nos comparar com outros. "Quando eles se medem consigo mesmos e se comparam consigo mesmos, estão sem entendimento." A comparação com outros, especialmente com aqueles que consideramos "piores", nos cega para a nossa própria necessidade de Cristo.


7. Podemos Pecar Mesmo Tentando Fazer o Bem?

Por mais paradoxal que pareça, as boas intenções nem sempre justificam os meios.

    • O Erro de Davi e Uzá (2 Samuel 6:1-7): Davi tinha a boa intenção de trazer a Arca da Aliança de volta para Jerusalém, o que era um ato louvável. No entanto, ele não seguiu as instruções de Deus sobre como a Arca deveria ser transportada. Uzá, com a boa intenção de impedir que a Arca caísse, tocou nela, o que era proibido por Deus, e pagou com a vida.

    • O Fim Justifica os Meios? Essa história nos ensina que o fim não justifica os meios. A desobediência, mesmo que em um contexto de "fazer o bem", é pecado.

    • Necessidade de Sabedoria em Amor: A verdade pode ser dolorosa, e a forma como a apresentamos pode afastar as pessoas. Precisamos de sabedoria (Tiago 1:5) para falar a verdade "em amor" (Efésios 4:15), garantindo que nossas boas intenções sejam guiadas pelos princípios de Deus.


8. Responsabilidade individual

A influência de outros, por mais poderosa que seja, não anula nossa responsabilidade individual.

    • Adão e Eva (Gênesis 3:12-13): Adão culpou Eva, e Eva culpou a serpente. Ambos pecaram, e ambos foram responsabilizados por suas escolhas.

    • Líderes Cegos (Mateus 15:14): Jesus advertiu: "Deixem-nos! Eles são guias cegos. Se um cego guia outro cego, ambos cairão no buraco." Seguir a um líder que ensina o erro não isenta o seguidor da culpa pelo pecado.

    • Professores do Erro: O erro ainda levará uma alma à perdição, não importa quão sincero o professor seja. A sinceridade no erro ainda é erro e tem consequências.


9. O Vício é incontrolável

Esta desculpa frequentemente aponta para vícios e padrões de comportamento que parecem incontroláveis.

    • 2 Pedro 2:12-19: Este texto descreve aqueles que são "escravos da corrupção". O vício é incrivelmente poderoso e exige uma tremenda força para ser superado.

    • Escolhas Conscientes: Embora vícios e influências como drogas e álcool sejam fortes, a Bíblia geralmente se refere a escolhas feitas conscientemente, sabendo do perigo envolvido. Não estamos falando de um desequilíbrio físico incontrolável, mas de ceder a desejos e apetites que, embora poderosos, podem ser resistidos com a ajuda de Deus. A responsabilidade pessoal pela escolha ainda existe.


10. A maioria nunca é garantia de retidão.

    • Mateus 7:13: "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela." A popularidade de um caminho não o torna certo.

    • A Voz da Mamãe: Assim como sua mãe poderia perguntar: "Se todo mundo pular de um penhasco, você pularia também?", a aprovação da maioria não faz com que o pecado deixe de ser pecado. A conformidade com a multidão pode ser um caminho para a perdição.




Conclusão

Tantas razões apresentadas para participar do pecado ainda não o tornam correto.

Deus nos julgará.

Muitas passagens nos alertam sobre as consequências do pecado, especialmente se não houver arrependimento, afastamento e reconhecimento na confissão.

É necessário um esforço total da nossa parte para vencer o pecado.

Apocalipse 2:7 “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O que vencer não receberá o dano da segunda morte”.

Por que não remover o pecado da SUA vida?

Por que os Pecados não Agradam a Deus 1 Coríntios 10:5-11

Veja também

  1. Os Pecados Que Crucificaram Jesus
  2. Saiba porque você precisa examinar-se a si mesmo. 2 Coríntios 13:5
  3. +100 Pregações para Culto de Doutrina e Estudos Doutrinários 
  4. Pregação sobre a Gula: Combatendo o Excesso com Sabedoria Divina
  5. Pregação sobre Ambição: Quanto ela pode custar?
  6. O Projeto de Deus para a Igreja Local
  7. +100 Pregações para Culto de Doutrina e Estudos Doutrinários 

5 Terríveis Pecados que não Agradam a Deus

I. Cobiçar as Coisas Más (1 Coríntios 10:6)

⁶ E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. 1 Coríntios 10:6

O apóstolo Paulo começa alertando contra o pecado da cobiça. Cobiçar as coisas más é desejar, com avidez, aquilo que é contrário à vontade de Deus. Isso nos leva a descontentamento e ações prejudiciais. Devemos cultivar um coração grato pelo que Deus nos dá e buscar a santidade em nossos desejos.


II. Idolatria (1 Coríntios 10:7)

⁷ Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar. 1 Coríntios 10:7

O segundo pecado mencionado é a idolatria. Idolatria não se refere apenas à adoração de ídolos físicos, mas também à elevação de qualquer coisa acima de Deus em nossas vidas. Podemos nos tornar idólatras quando colocamos nossos desejos, carreiras ou relacionamentos no lugar de Deus. Devemos adorar somente ao Senhor, reconhecendo Sua soberania em todas as áreas de nossas vidas.


III. Imoralidade Sexual (1 Coríntios 10:8)

E não forniquemos, como alguns deles fornicaram; e caíram num dia vinte e três mil.  1 Coríntios 10:8

Paulo não hesita em destacar a imoralidade sexual como um pecado que desagrada a Deus. Em uma sociedade cada vez mais permissiva, é vital lembrarmos da pureza e santidade que Deus requer em nossas vidas. A imoralidade sexual prejudica não apenas os envolvidos, mas também a unidade da comunidade de fé.


IV. Tentar a Deus (1 Coríntios 10:9)

⁹ E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram, e pereceram pelas serpentes.  1 Coríntios 10:9

O apóstolo continua alertando sobre o pecado de tentar a Deus. Isso refere-se a agir irresponsavelmente e confiar na graça de Deus como desculpa para comportamentos imprudentes. Deus deseja que confiemos Nele, mas também espera que usemos sabedoria em nossas decisões diárias.

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V. Murmuração (1 Coríntios 10:10)

¹⁰ E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor.  1 Coríntios 10:10

O último pecado mencionado é a murmuração. Murmurar é expressar descontentamento de maneira contínua e desrespeitosa. Em vez de agradecer, murmuramos sobre as circunstâncias da vida. Esse pecado não apenas desagrada a Deus, mas também mina a unidade e a saúde espiritual da comunidade.

Conclusão:

Amados, à medida que refletimos sobre esses cinco pecados que desagradam a Deus, precisamos examinar nossos corações. Cada um de nós pode ser tentado por esses pecados em diferentes momentos. No entanto, Deus nos oferece Sua graça para nos capacitar a viver de acordo com Sua vontade. Que busquemos constantemente a orientação do Espírito Santo para evitar esses pecados e cultivar um coração alinhado com os princípios divinos.


Que possamos ser um povo que busca a santidade, evitando a cobiça, a idolatria, a imoralidade sexual, a tentação a Deus e a murmuração. Ao fazer isso, glorificaremos a Deus em nossas vidas e testemunharemos Sua graça transformadora para um mundo que precisa desesperadamente dela.

Saiba o que Pode Te Influenciar a Desviar da Vida Cristã

4 Coisas que Podem Te Influenciar a desviar da Vida Cristã

Um tema crucial para nossa vida cristã: as influências que moldam nossa jornada espiritual. Estamos cercados por forças que podem nos afastar ou nos aproximar de Deus. Vamos examinar algumas dessas influências à luz das Escrituras e descobrir como podemos permanecer firmes em nossa fé.

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I. Você Pode Ser Influenciado Pelo Mundanismo (Tiago 4:4; 1 João 2:15-16; Hebreus 12:14):

Por fim, o mundanismo é uma influência que pode nos afastar de Deus. Tiago 4:4 nos adverte sobre a amizade com o mundo, que nos torna inimigos de Deus. 

A influência do Diabo está ao nosso redor!

O diabo é o “príncipe deste mundo”! Jo. 12:31; 14:30; 16:11

“Um mentiroso desde o início” Gênesis 3:1-6 (Gênesis 2:16-17)

Manifestado de muitas e variadas maneiras!

  • Busque as coisas que estão no alto (Colossenses 3:1).
  • Este é um processo de descoberta (Romanos 12:4-8).
  • Concentre-se nas coisas de cima (Colossenses 3:2).
  • Comprometimento e atenção constante (Mateus 13:2).
  • Mate o mundanismo (Colossenses 3:5-11)

1 João 2:15-16 destaca a importância de não amar o mundo nem as coisas que nele estão. Em Hebreus 12:14, somos chamados à santidade e a buscar a paz com todos. Devemos evitar as influências mundanas que nos desviam do caminho da fé.

O texto de 1 João 5:19-20 apresenta uma dualidade clara: "Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno". Ao mesmo tempo, afirma que o Filho de Deus veio para nos dar entendimento para conhecer o Verdadeiro.

    • O Crescimento do Mal: Pode ser profundamente desanimador observar o avanço da iniquidade ao nosso redor. No entanto, a Bíblia ensina que o estado de uma sociedade é reflexo das escolhas de seus indivíduos.

    • O Peso das Escolhas: A prosperidade ou a queda de uma cidade depende da integridade de seus habitantes (Provérbios 11:11). O mal cresce quando o temor ao Senhor — que consiste em odiar o mal — é abandonado (Provérbios 8:13).


II. A Secularização: A Exclusão do Sagrado

A secularização não é apenas um termo sociológico, mas um processo espiritual de transição de valores.

    • O que significa ser laico/secular? A palavra vem do latim saeculum, referindo-se ao "mundo" ou ao "tempo presente". Ser secular é focar exclusivamente no temporal e no mundano, em oposição ao eterno e ao religioso.

    • A Remoção de Deus da Esfera Pública: Este processo se manifesta na retirada sistemática de símbolos e práticas cristãs da sociedade:

        ◦ Proibição de orações e Bíblias em escolas.

        ◦ Remoção de cruzes e referências a Deus em documentos e propriedades públicas.

        ◦ A blasfêmia e a ridicularização de valores espirituais tratadas como "liberdade de expressão".

    • A Consequência Bíblica: Quando uma sociedade decide não reconhecer a Deus, Ele a entrega a uma disposição mental reprovável (Romanos 1:28-32). O resultado é uma lista de comportamentos autodestrutivos. Adorar preceitos humanos em vez de divinos torna a adoração vã (Mateus 15:9).

Você Pode Ser Influenciado Pelo Materialismo (1 Timóteo 6:9-10; Hebreus 13:5):

O materialismo é uma influência sutil que pode minar nossa fé. 

A palavra “contentamento” significa “ser suficiente, ser possuído de força suficiente, de ser forte, de ser suficiente para alguma coisa; portanto, defender, afastar; na Voz Média, ser satisfeito, contente com..." 

A palavra não significa que os cristãos não devam buscam continuamente melhorar a si mesmos. Significa que a pessoa deve estar livre de preocupações ou desconforto em relação a coisas materiais.

Qual é a sua principal preocupação na vida? Você coloca o reino acima de tudo?

Eles devem confiar no Senhor para todas as coisas; Ele irá abençoar abundantemente. Fil. 4:6-7; Mat. 7:7

Em 1 Timóteo 6:9-10, Paulo adverte sobre os perigos da ganância e do amor ao dinheiro, que podem nos afastar da fé genuína. Hebreus 13:5 nos lembra que devemos nos contentar com o que temos, pois Deus nunca nos abandonará. Devemos resistir à influência do materialismo e buscar em Deus nossa satisfação e segurança.

III. Você Pode Ser Influenciado Pelos seus Relacionamentos (Mateus 10:34-37; Salmo 84:1-2, 10-12):

Outra influência poderosa em nossas vidas é a família e amigos. 

Reflita que ao invés de ser influenciado você deve influenciar:

  • O que fazer Quando o mundo diz que “ninguém vai se machucar”? Provérbios 6:25-29
  • Como agir quando o mundo diz “você pode fazer isso e ainda ser um cristão? Marcos 4:18-19
  • Corremos o risco de influenciar outros cristãos a pecar Gálatas? 2:11-13
  • Corremos o risco de influenciar os incrédulos a rejeitar a Deus? Romanos 2:24
  • Como Preservar o amor em um mundo perverso? I Pedro 2:11-12

Jesus nos alerta em Mateus 10:34-37 que, em alguns casos, nossa fé pode causar divisões mesmo dentro de nossas famílias. Às vezes, nossos entes queridos podem nos influenciar de maneiras que vão contra nossa fé. No entanto, o Salmo 84 nos ensina que a presença de Deus é mais preciosa do que qualquer relacionamento terreno. Devemos buscar a harmonia entre nossa fé e nossas relações, priorizando nossa devoção a Deus.

O lar é a unidade básica da sociedade e a primeira instituição criada por Deus. Quando o alicerce espiritual da família é abalado, toda a estrutura social sofre.

    • O Projeto Original: Deus estabeleceu o lar para ser um lugar de auxílio, companheirismo e santidade (Gênesis 2:18, 24).

    • Fatores de Declínio: Diversas práticas modernas contribuem para a erosão do lar cristão:

        ◦ Abuso, divórcio por motivos fúteis e a ausência de compromisso no casamento (morar junto sem aliança).

        ◦ A falta de disciplina e, principalmente, a ausência do ensino bíblico para as próximas gerações.

    • A Reconstrução Necessária: Para que a sociedade se recupere, as casas precisam seguir o projeto do Arquiteto. Isso envolve amor sacrificial do marido, submissão bíblica da esposa e filhos criados na disciplina do Senhor (Efésios 5:22-33; 6:1). A Palavra de Deus deve ser o tema central da conversa em família (Deuteronômio 6:6-9).


IV. Você Pode Ser Influenciado Pelo Desejo (2 Tessalonicenses 2:11; Jeremias 5:30-31; Jeremias 6:14; 2 Timóteo 4:2-4):

Comecemos considerando a influência do desejo. Em 2 Tessalonicenses 2:11, Paulo adverte sobre o perigo de ser enganado pelo desejo de coisas más. O desejo pode nos levar a escolhas que vão contra os princípios da fé. Jeremias também alerta sobre as más influências do desejo em Jeremias 5:30-31 e Jeremias 6:14. E, em 2 Timóteo 4:2-4, Paulo adverte sobre pessoas que seguem seus próprios desejos, abandonando a verdade. Devemos ter cuidado para não sermos controlados pelo desejo, mas sim pela vontade de Deus.
Evite:
  • 1. Atividades fisicamente prejudiciais (1 Coríntios 6:19-20; Romanos 12:1; Efésios 5:28-29)
  • 2. Atividades que encorajam o mal (Filipenses 4:8; 1 Coríntios 15:33; Efésios 5:11)
  • 3. Luxúria ou desejos malignos (1 João 2:16; 2 Pedro 2:10; Tiago 1:14-15)
  • 4. Perder tempo (Efésios 5:16; Colossenses 4:5)
  • 5. Fazer o que viola a sua consciência e faz você se sentir culpado (Romanos 14:13-23)
  • 6. Violações da lei civil (Romanos 13:1-7)

    • A Perda do Temor à Punição: Quando o sistema prisional ou judicial falha em aplicar consequências justas e rápidas, o criminoso sente-se encorajado.

    • A Ideia de Impunidade gera Reincidência: O sábio Salomão escreveu: "Visto como se não executa logo a sentença sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto a fazer o mal" (Eclesiastes 8:11).

    • O Princípio da Justiça: Desde Noé, Deus estabeleceu que a vida humana é preciosa e que o crime contra ela exige uma resposta séria (Gênesis 9:6).  

4 Coisas que Podem Te Influenciar a desviar da Vida Cristã

Veja também

Conclusão: Um Chamado à Resistência Espiritual

Vivemos tempos em que a inversão de valores é a norma. Como profetizou Isaías: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem das trevas luz, e da luz, trevas" (Isaías 5:20).

Apesar da pressão da secularização, o cristão é chamado a:

    1. Fazer o que é certo, independentemente da cultura ao redor.

    2. Reter a instrução e não se desviar para os caminhos dos perversos (Provérbios 4:13-15).

    3. Ser luz, expondo as obras das trevas através de uma vida de retidão.

As influências em nossas vidas podem moldar nossa jornada espiritual. Devemos estar vigilantes, conscientes das influências do desejo, da família, do materialismo e do mundanismo. Ao permanecermos firmes na fé, buscando a vontade de Deus em todas as áreas de nossas vidas, estaremos equipados para resistir às influências negativas e crescer espiritualmente. Que o Espírito Santo nos guie e fortaleça enquanto buscamos viver vidas que honram a Deus em meio a um mundo influente. 

Quatro Sinais de Que Você está Indo Mal 1 Samuel 15:18-24

 "Quatro Sinais de Que Estamos Indo Mal Espiritualmente"

Uma questão crucial em nossas vidas espirituais: como reconhecer os sinais de que estamos indo mal espiritualmente. Às vezes, podemos nos perder no caminho da fé sem percebermos. Vamos explorar quatro provas que podem indicar que estamos indo mal espiritualmente, com base no livro de 1 Samuel.

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Uma das realidades mais trágicas e desconcertantes da existência humana é a preferência da maioria pelo caminho da perdição. Isso nos leva a uma pergunta perturbadora: se o bem é tão superior e a recompensa eterna é tão gloriosa, por que a maioria da humanidade ainda escolhe viver vidas pecaminosas em vez de vidas de retidão?

 Hoje, examinaremos as razões espirituais e psicológicas que levam tantos a escolherem o erro em vez do acerto.

I. Você está indo mal quando Tenta Justificar o Injustificável (1 Samuel 15:18-20)

A primeira prova de que estamos indo mal espiritualmente é quando tentamos justificar o que é injustificável. No livro de 1 Samuel 15, vemos o rei Saul tentando justificar sua desobediência a Deus ao poupar o rei Amalequita e o melhor do gado. 

Ele tenta racionalizar suas ações, mesmo quando Deus claramente havia dado instruções específicas. Quando começamos a racionalizar nossas próprias desobediências ou pecados, é um sinal de alerta espiritual.

Isso leva a Cegueira e Ignorância

Muitas vezes, as pessoas escolhem o errado simplesmente porque não conhecem o certo. No entanto, a ignorância bíblica não é apenas falta de informação, é uma condição espiritual perigosa.

    • Paulo instruiu Timóteo sobre a necessidade da verdade para que homens não fossem "enganados" (1 Timóteo 3:13-15).

    • Pedro afirmou que os judeus mataram o Autor da vida por "ignorância" (Atos 3:15-17). Se os poderosos deste mundo tivessem conhecido a sabedoria de Deus, jamais teriam crucificado o Senhor da glória (1 Coríntios 2:8). O próprio Jesus orou na cruz: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34).

II. Você está indo mal quando  Busca Glória para Si (1 Samuel 15:21)

O segundo sinal de alerta é quando buscamos glória para nós mesmos em vez de glorificar a Deus. Saul estava mais preocupado com sua reputação e seu trono do que em obedecer a Deus. Essa busca egoísta de reconhecimento e glória pessoal pode nos afastar de Deus e do propósito genuíno de nossa fé. Isso nos lembra do pecado original de Adão e Eva, quando eles buscaram ser como deuses.

Os cristãos não devem ser “ vangloriosos ” ; isto é, desejando glória vazia por meio do orgulho e ostentação (Gálatas 5:26; Fp 2: 3; Tia. 4; 16; 1 Jo. 2:16)

Vivemos em uma era de ceticismo. Quando as pessoas deixam de ver a Bíblia como a autoridade final, elas perdem o ponto de referência moral.

    • A Bíblia é o único livro capaz de fazer alguém "sábio para a salvação" (2 Timóteo 3:15-17). Sem ela, o homem caminha no escuro. Somente a Palavra de Deus é lâmpada para os pés e luz para o caminho (Salmo 119:105, 130).

Seguir Sentimentos e Ideias Próprias

O humanismo ensina: "Siga o seu coração". A Bíblia, porém, adverte que o coração é enganoso.

    • Jeremias confessou: "Ó Senhor, eu sei que não é do homem o seu caminho" (Jeremias 10:23).

    • Provérbios nos alerta repetidamente: "Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte" (Provérbios 14:12; 21:2). Aquele que confia no seu próprio coração é chamado de tolo (Provérbios 28:26).

    • O comando de Deus é claro: "Buscai no livro do Senhor e lede" (Isaías 34:16). Os bereanos foram chamados de "nobres" porque, além de ouvirem com avidez, examinavam as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram de fato assim (Atos 17:11-12).


III. Você está indo mal quando  Dá um Toque Religioso à Sua Desobediência (1 Samuel 15:21)

A terceira prova de que estamos indo mal espiritualmente é quando tentamos dar um toque religioso à nossa desobediência. Saul ofereceu sacrifícios a Deus depois de desobedecer Suas ordens. Isso pode ser uma armadilha sutil em nossa jornada espiritual, quando participamos de práticas religiosas sem verdadeira devoção e obediência a Deus. Deus deseja um coração obediente mais do que rituais vazios.

O sacrifício não deve ser um mero ritual ou movimento rotineiro, mas uma obediência sincera (1 Sam. 15:22; Sal. 61: 16-17; Isa. 1: 10-20; Miq. 6: 6-8)

  •     • A ira de Deus contra os desobedientes (Ef 5:3-6)
  •     • A ira de Deus contra os supressores da verdade (Rm 1:18-19)
  •     • Indignação e ira contra corações obstinados e impenitentes (Rm 2:5-9)

Muitos escolhem o errado porque redefiniram o conceito de "errado". Eles não admitem que suas escolhas são pecaminosas.

    • Preferem seguir a multidão para fazer o mal (Êxodo 23:2) e, muitas vezes, até creem na verdade, mas amam mais a glória dos homens do que a glória de Deus, recusando-se a confessar o erro para não serem excluídos (João 12:42-43).

Escolher o certo exige arrependimento, e arrependimento exige mudança.

    • Deus convida: "Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos" (Isaías 55:7). Muitos não escolhem o certo porque amam demais o seu estilo de vida atual. Mas sem conversão, não há cancelamento de pecados (Atos 3:19).

Descrença no Inferno

Finalmente, muitos escolhem o errado porque não acreditam que haverá uma prestação de contas final.

    • Mas a Palavra de Deus não silencia sobre o destino dos que escolhem o caminho largo: o lago de fogo é o destino real de quem não for achado no Livro da Vida (Apocalipse 20:15; 21:8; Mateus 25:46).


IV. Você está indo mal quando  Está Mais Preocupado com a Resposta das Pessoas do que com Deus (1 Samuel 15:24)

O quarto sinal de alerta é quando estamos mais preocupados com a resposta das pessoas do que com a resposta de Deus. Saul temia a reação das pessoas mais do que a desaprovação de Deus. Quando priorizamos a aprovação dos outros em detrimento da vontade de Deus, estamos nos afastando da direção espiritual correta.

A pressão social é uma força poderosa. É difícil ser "o único" a dizer não.

    • Jesus deixou claro que a lealdade a Ele deve superar até os laços familiares mais profundos (Lucas 14:26; Mateus 10:35-38). Se você escolher o caminho estreito, raramente estará na maioria.


Quatro Sinais de Que Você está Indo Mal 1 Samuel 15:18-24
Veja também
  1. A Semente é a Palavra de Deus Lucas 8:11
  2. Como Deve ser a Vida de um Cristão
  3. Pregação sobre Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te Efésios 5:14
  4. 9 Características de quem faz parte da Família de Deus
  5. Jesus e a Lei de Moisés
  6. 3 Maneiras de Distorcer a Palavra de Deus
  7. + 100 Mensagens prontas para pregar na igreja

Conclusão

Estas são as razões pelas quais a porta larga está sempre cheia. Ignorância, orgulho, medo da opinião alheia e falta de estudo mantêm multidões no caminho do erro. Mas o fato de a maioria estar em um caminho não o torna o caminho correto.

A questão hoje não é por que "eles" estão escolhendo o errado, mas sim: o que você escolherá? Não se deixe levar pela correnteza da maioria. Escolha a porta estreita. Escolha a verdade. Escolha a vida.

Você está pronto para abandonar os seus próprios conceitos e submeter sua vontade à Palavra de Deus hoje?

Reconhecer esses sinais de alerta é fundamental para nossa jornada espiritual. Devemos estar vigilantes contra a tentação de justificar o injustificável, buscar glória pessoal, dar um toque religioso à desobediência e priorizar a aprovação das pessoas sobre a de Deus. Em vez disso, devemos buscar agradar a Deus acima de tudo, obedecer às Suas instruções e cultivar um relacionamento íntimo com Ele.

Que o Espírito Santo nos guie e nos fortaleça para evitar esses sinais de alerta em nossas vidas espirituais, para que possamos crescer em nossa fé e viver em plena obediência ao nosso Deus amoroso.

Como a Procrastinação Afeta a Sua Vida Cristã Provérbios 6:6

Sabe porque não há tempo para Procrastinar na Obra de Deus? Provérbios 6:6

Procrastinar é atrasar as tarefas exigidas ou desejadas, Adiar as coisas para o último minuto, esperar até que seja tarde demais. naturalmente tendemos a evitar coisas que parecem difíceis em favor daquelas que nos parecem fáceis. Postergar ou protelar. Esse é o significado de procrastinação.

  • Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. Provérbios 6:6

Procrastinar é pecado? Para o Cristão não há tempo para procrastinar na missão de ser testemunha de Cristo e pregar o evangelho até os confins da Terra.

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1. Não há tempo para Procrastinar porque é preciso combater o bom combate.

Precisamos permanecer firmes ao pregar a palavra de Deus (Jr 15:20; Fp 1:27)

O obreiro aprovado não tem medo de enfrentar a batalha pelo evangelho de Cristo.

Sempre que perceber que está procrastinando lembre-se que Deus encoraja os desanimados (Jr 15: 2-21; Fp 4: 6-7)

Trazer o povo de volta à aliança de Deus é o papel da pregação (Jer. 11: 1-2; 2 Tim. 3:15 - 4: 2)

Pregar a verdade muitas vezes traz perseguição (Jer. 11: 18-23; Atos 7: 51-53), mas Alegria na esperança, paciente na tribulação, perseverante na oração (Rom. 12:12).

Se você se encontra em um quadro depressivo ore a Deus para obter a cura, mas procure alguém que possa auxiliá-lo. Mas aqui abordaremos a procrastinação na vida do cristão que posterga na Obra de Deus.

Diga não a Preguiça ou falta de disciplina, mas em vez disso combata a boa luta e avance no evangelismo. Vença a ansiedade, depressão e o medo pois Cristo já levou sobre a nossas dores.

Sejamos como Paulo “ Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.” 2 Timóteo 4: 6-8

2. Não há tempo para Procrastinar porque é preciso estar pronto.

Pronto para todo bom trabalho, Tito 3: 1. O preguiçoso não está pronto para o trabalho.

Preparado, usando oportunidades (Gálatas 6: 9-10; Efésios 5:16), com vigilância e fidelidade a Deus (Mat. 24: 42-46; 1 Tim. 6: 17-19) são estratégias específicas para superar a procrastinação na obra de Deus.

Mostre sabedoria (Colossenses 4: 5-6)

Cuidado para manter as boas obras, Tito 3: 8 (Atos 9:36, 39)

Como resolver? Busque na palavra de Deus o estímulo para vencer.

3. Não há tempo para Procrastinar porque é preciso cumprir a missão

O preguiçoso fica parado. O Procrastinador fica paralisado. Mas Cristo nos deu uma missão. Um caminho a seguir.

Deus deu uma missão a Jesus (João 17:18). Jovens, Adolescentes, Homens, Mulheres todos.

Jesus outorgou a missão para os apóstolos (João 17:18; Mateus 28: 18-19) e chegou até nós. Os salvos têm a obrigação de pregar o evangelho aos perdidos (2 Timóteo 4: 2; Rom. 10: 13-15).

A corrente de pregação e salvação deve continuar até que o Senhor volte.

4. A Armadilha da Procrastinação (Provérbios 24:30-34)

A procrastinação começa como uma armadilha sutil. Ela nos faz adiar tarefas importantes, como a leitura da Bíblia, a oração, o serviço aos outros e a busca por um relacionamento mais profundo com Deus. 

O livro de Provérbios nos adverte sobre a consequência de negligenciarmos nossas responsabilidades espirituais. No capítulo 24, versículos 30 a 34, encontramos a parábola do preguiçoso, que mostra como a procrastinação pode levar à falta de colheita e ao declínio espiritual.

Muitas pessoas não veem necessidade de pensar em coisas espirituais hoje, apesar de estarem bem cientes do fato de que um dia irão encontrá-lo face a face para prestar contas das coisas que fizeram.

No entanto, eles vivem suas vidas e se preocupam apenas com os prazeres passageiros deste mundo.

As pessoas hoje sofrem desnecessariamente e trazem sofrimento aos outros.
                a. A Bíblia nos diz que o Senhor castiga o rebelde (Hb 12:5-11) .
                b. Por que Deus nos dá Sua palavra para viver (Dt. 6:24) ?
                c. (Isa. 3:8-9) Assim como Judá, quando cometemos pecado, trazemos o mal sobre nós mesmos – há consequências para nossas ações!

5. As Consequências da Procrastinação (1 Samuel 15:22-23)

As consequências da procrastinação na vida cristã são significativas. 

Quando adiamos nossas responsabilidades espirituais, podemos perder oportunidades de crescimento e amadurecimento em nossa fé. 

Um exemplo disso é o rei Saul, que foi chamado por Deus para uma tarefa específica, mas adiou e desobedeceu. O profeta Samuel confrontou Saul e declarou em 1 Samuel 15:22-23: "Obedecer é melhor do que sacrificar, e atender é melhor do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria."

Quando procrastinamos em obedecer a Deus, estamos desobedecendo a Sua vontade e colocando outras coisas em primeiro lugar. Isso nos afasta da comunhão com Deus e nos impede de experimentar o pleno propósito e alegria que Ele tem para nós.

6. A Atitude de Diligência (Colossenses 3:23-24)

Para vencer a procrastinação na vida cristã, precisamos cultivar uma atitude de diligência. A diligência é o oposto da procrastinação. Significa agir prontamente, com esforço e empenho, buscando agradar a Deus em todas as áreas de nossas vidas. 

O apóstolo Paulo nos exorta em Colossenses 3:23-24: "Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo."

A atitude de diligência nos leva a priorizar nossa caminhada com Deus, a buscar Sua vontade em cada decisão e a agir prontamente para obedecer a Ele. Não devemos adiar o que é importante para a vida eterna. Devemos lembrar que tudo o que fazemos é para o Senhor e que Ele recompensará nossa fidelidade.

A procrastinação na vida cristã é uma armadilha que pode nos afastar do propósito e do plano que Deus tem para nós. Ao invés de adiar nossas responsabilidades espirituais, devemos cultivar uma atitude de diligência, buscando agradar a Deus em todas as áreas de nossa vida.

Talvez você esteja vivendo alguma parte de sua vida como se não precisasse se submeter ao Senhor.

            1. Existe um crescimento espiritual em sua vida como deveria haver?
            2. Existe mundanismo que você mantém em sua vida?
            3. Existe pecado que você gosta e se recusa a desistir pelo Senhor?
            4. Nesse caso, resta uma pergunta: por quanto tempo você vai se apegar a isso?
                a. (Heb. 9:27) Todos nós vamos morrer. Ninguém permanecerá nesta terra para sempre.
                b. (Ecl. 7:2) Na verdade, as pessoas morrem ao nosso redor para nos lembrar que não viveremos para sempre.

Se isso descreve você, então continuar nesse caminho é tolice, assim como foi tolice.         Se você é culpado de viver uma vida para si mesmo... uma vida que não se submeteu ao Senhor em todos os aspectos, a questão permanece: por quanto tempo você continuará neste caminho?
            1. Você vai mudar…
            2. …ou, como Faraó, você vai esperar até que tudo acabe?

Como a Procrastinação Afeta a Sua Vida Cristã Provérbios 6:6
Veja também:
  1. O Crente ostentação: Tudo é vaidade.
  2. O que Fazer para ser Grande na Obra do Senhor? 2 Reis 18: 1-6
  3. Livro de Provérbios: Estudo, Resumo e Esboço
  4. Pregações para Reunião de Obreiros

Conclusão

Experimente essas estratégias gerais de gerenciamento de tempo na sua vida secular e espiritual. Elas geralmente ajudam a prevenir a procrastinação. Medite em Provérbio 6:6. Certifique-se de planejar um bom equilíbrio de atividades, incluindo tempo para leitura da Bíblia, oração, exercícios, pequenas pausas para estudo da Palavra, alimentação e sono adequado.

Os Exemplos de Jesus: O Que Aprendemos com a Vida de Cristo?

 O Que Aprendemos com exemplos que Jesus nos deixou?

Vamos aprender sobre os exemplos que Jesus nos Deixou. Uma disciplina espiritual. O fiel filho de Deus deve empenhar-se arduamente para desenvolver uma vida de humildade, atendendo ao chamado bíblico: "Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará" (Tiago 4:10).

Texto Base: Filipenses 2:5-8

Introdução

No entanto, essa tarefa parece hercúlea em nossa cultura atual. Vivemos em uma era que prega o "auto-enfase", a auto-promoção e a busca implacável pelo topo. O mundo nos diz para nos enchermos de nós mesmos, mas Jesus nos ensina o caminho oposto. Ele demonstrou a verdadeira humildade ao "esvaziar-se", servir ao próximo e, finalmente, morrer por nós.

I. Aprendemos a "Esvaziar-se"

O apóstolo Paulo nos exorta: "Haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus". O primeiro passo desse sentimento foi a kenosis — o esvaziamento.

A. A Profundidade do Esvaziamento de Cristo

Não devemos jamais esquecer a distância que Jesus percorreu do trono à manjedoura.

    1. Renúncia da Glória: Jesus abriu mão da manifestação visível de Sua glória celestial (Filipenses 2:5; João 17:5). Ele, que era plenamente Deus (Colossenses 2:9; João 1:1-5), não considerou o ser igual a Deus como algo a que deveria se apegar por egoísmo.

    2. Identificação com a Humanidade: O Verbo se fez carne (João 1:14). Ele se tornou em tudo semelhante aos Seus irmãos, enfrentando fome, cansaço e tentações, para que pudesse ser um Sumo Sacerdote misericordioso e fiel (Hebreus 2:17-18; 4:15).

B. Aprendendo a nos Esvaziar

Seguir a Jesus requer que aprendamos a esvaziar o nosso "eu".

    1. Reconhecimento da Fonte: Tudo o que somos e temos vem de Deus. É n'Ele que vivemos, nos movemos e existimos (Atos 17:28-34). Nossos talentos são recursos confiados por um Senhor que espera fidelidade, não orgulho (Mateus 25:14ss).

    2. Dependência Radical: O homem deve aprender a não pensar de si mesmo além do que convém (Romanos 12:3). Quando paramos de confiar em nossa própria justiça e reconhecemos nossa dependência absoluta da graça de Deus.


II. Aprendemos a Servir aos Outros

A. Compaixão em Ação

Jesus percorria cidades e aldeias curando e ensinando porque tinha compaixão das multidões (Mateus 9:35-38). O ápice simbólico desse serviço foi quando Ele, o Rei do Universo, cingiu-se com uma toalha e lavou os pés sujos dos Seus discípulos (João 13:1ss). Ele veio para servir, não para ser servido (Marcos 10:45).

B. O Conceito de Verdadeira Grandeza

Jesus redefiniu o sucesso. Enquanto os discípulos discutiam sobre quem seria o "maior", Jesus explicou que, no Seu Reino, a pirâmide é invertida: o maior é aquele que serve (Mateus 20:20-28).

C. O Chamado ao Serviço Mútuo

Somos chamados a considerar os outros superiores a nós mesmos (Filipenses 2:1-4). A liberdade que temos em Cristo deve ser usada para servir uns aos outros em amor (Gálatas 5:13). Não devemos nos cansar de fazer o bem, pois a serviço do Mestre, nosso trabalho não é em vão (Gálatas 6:9-10; João 12:26).


III. Aprendemos obediência

A obediência total.

A. Obediência até o Fim

Ele foi obediente até a morte, e morte de cruz — a forma mais humilhante de execução daquela época (Filipenses 2:6-8). Através dessa obediência, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo (2 Coríntios 5:18-19).

B. Demonstrando Fidelidade

Disposição de morrer para nós mesmos diariamente.

    • Sacrifício Vivo: Devemos apresentar nossos corpos como sacrifício vivo e santo (Romanos 12:1-2).

    • Fidelidade sob Pressão: Coragem para sermos "fiéis até a morte", sabendo que a coroa da vida nos espera (Apocalipse 2:10). Quem se humilha na obediência será exaltado na eternidade.



Conclusão

Nunca houve, nem haverá, uma pessoa mais humilde do que Jesus Cristo. Ele desceu do ponto mais alto do universo para o ponto mais baixo da experiência humana, a fim de nos resgatar.

Como Seus seguidores, nosso objetivo de vida deve ser diminuir para que Ele cresça. Se almejamos ser mais parecidos com Jesus, devemos começar dobrando os nossos joelhos e os nossos corações. O caminho para o céu é um caminho de descida em humildade, para que possamos ser elevados pela mão poderosa de Deus.

I. Cuidado e Compaixão pelos Outros (Marcos 1:41; 6:34; 8:2; 9:22)

Jesus sempre demonstrou um coração cheio de compaixão. Ele curou os doentes, alimentou as multidões famintas e consolou os aflitos. Esses atos revelam Sua profunda preocupação pelas necessidades físicas e espirituais das pessoas ao Seu redor.

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II. Ensinar a Servir (Marcos 2:13; 3:23; 4:1)

Jesus não apenas serviu, mas também ensinou Seus discípulos a servirem. Ele os chamou para segui-Lo e aprender com Seu exemplo humilde e altruísta. O lava-pés é um exemplo perfeito disso, onde Ele demonstrou que servir é um ato de amor e humildade.


III. Estender a Mão para os Perdidos (Marcos 2:15-17)

Jesus não evitava aqueles considerados pecadores ou marginalizados. Ele se aproximava deles com amor e aceitação, oferecendo a oportunidade de arrependimento e mudança de vida. Sua atitude nos lembra que devemos estender a mão para os perdidos, sem julgamento, mas com amor redentor.


IV. Ensinar Liderança, Ordem, Gratidão e Mordomia (Marcos 6:37-44; 8:1-10)

Quando alimentou as multidões com poucos pães e peixes, Jesus ensinou importantes lições de liderança e mordomia. Ele também nos mostrou a importância da gratidão, ação de graças e confiança em Deus como provedor.

V. Fidelidade à Palavra de Deus (Marcos 7:8; 8:15)

Jesus sempre colocou a verdade das Escrituras acima das tradições humanas. Ele confrontou os líderes religiosos de Seu tempo quando percebeu que estavam distorcendo a Palavra de Deus. Sua fidelidade à verdade nos ensina a basear nossas vidas nas Escrituras e não nos modismos do mundo.

VI. Pureza do Coração (Marcos 7:14-23)

Em um mundo onde a pureza é frequentemente negligenciada, Jesus ensinou que a verdadeira pureza começa no coração. Ele enfatizou que não é o que entra no homem que o torna impuro, mas o que sai do coração. Seu exemplo nos lembra da importância de cultivar uma pureza interior, vivendo de acordo com a vontade de Deus.

VII. Colocar os Outros Antes de Si Mesmo (Marcos 15:31)

No momento da crucificação, Jesus mostrou uma humildade notável ao recusar-se a salvar a Si mesmo para salvar outros. Ele priorizou o bem-estar espiritual da humanidade em vez de Sua própria segurança. Esse exemplo nos desafia a colocar os interesses dos outros antes dos nossos e a praticar a verdadeira humildade.

Série de Sermões para Casamento: O propósito de Deus Gênesis 2:18-25.

Série de Sermões para Casamento: O propósito de Deus Gênesis 2:18-25.

Série de Sermões para Casamento para Vida familiar e aconselhamento cristão. Nesta série de sermões sobre casamento, analisaremos Gênesis 2:18-25 a partir de sua base histórico-redentiva, destacando os fundamentos do propósito divino para a união conjugal. O objetivo é oferecer conteúdo sólido para pastores, líderes, conselheiros e casais que desejam compreender o casamento à luz da revelação bíblica.

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Série de Sermões para Casamento

O propósito de Deus no casamento Gênesis 2: 18-25.

Da perspectiva de Deus, tudo estava bem, exceto por Adão estar sozinho . O fato de Adão estar sozinho era mais do que não ter outras pessoas por perto. Sua "solidão" era o resultado de não ter ninguém por perto que fosse adequado para ele.

O casamento é um compromisso total e uma partilha total da pessoa total com outra pessoa.

Múltiplos propósitos de Deus para o Casamento –

  • “ter uma auxiliadora idônea para ele” (Gn 2:18, 20)
  • “tornar-se uma só carne” (Gn 2:24)
  • “sede fecundos e multiplicai-vos…” (Gn 1:28)

1. O propósito de Deus para o seu casamento é Complementaridade

Não havia ninguém para complementá-lo, e com isso queremos dizer tudo, desde a complementação biológica até a complexa complementação psicológica e espiritual. 

Ele era a única peça de um quebra-cabeça, projetado para outra peça onde não existia. Depois de ver Eva, a mulher, Adão entendeu essa verdade profunda. Ele percebeu que Deus fez homem para mulher, "juntos ela e eu somos um osso, uma carne" - em essência, um ser.

Escrevendo à igreja em Corinto, no primeiro século, Paulo ecoou os ensinamentos de Gênesis 2 ao afirmar: No Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher (1 Coríntios 11:11).

Cuidado com algumas armadilhas erradas da prática comum

  • Casar por causa de uma fantasia ou luxúria; ideia irreal de casamento
  • Casar por dinheiro, fama, prestígio, etc.
  • Casar para fugir de uma vida infeliz
  • Casar por despeito

O casamento entre um homem e uma mulher é ideia de Deus. Nesta passagem descobrimos que marido e mulher no casamento é a primeira instituição que Deus criou. É a instituição primária da sociedade que Deus criou.

2. O propósito de Deus para o seu casamento é a União

Unidos na construção – “Osso dos meus ossos… deixa… parte… uma só carne” (Gn 2:23-24)

Nos versículos 24 e 25, lemos: "Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne"

Crescimento em Intimidade: Assim como buscamos crescer em intimidade com Cristo, o casamento é um espaço para o aprofundamento da intimidade, tanto emocional quanto física, conforme estabelecido por Deus (Gênesis 2:24; Hebreus 13:4).

O Que o Amor Faz: Este amor não se manifesta apenas em grandes atos, mas no cotidiano, em ser paciente, bondoso e suportar todas as coisas (1 Coríntios 13:4-6).

O relacionamento conjugal é diferente de qualquer outro relacionamento humano. Sim, existem papéis diferentes para maridos e esposas, mas este deve ser um relacionamento sagrado, amoroso e alegre, uma parceria onde os dois se tornam um, o que nos leva ao nosso último ponto.

3. O propósito de Deus para o casamento a formação da Família

O Propósito de Deus no Casamento
  • 1. Companheirismo (Gn 2:18-23; 1 Pe 3:7)
  • 2. Satisfação do desejo sexual (Gn 2:24; Prov. 5:15-19; 1 Cor. 7:1-5, 9; Heb. 13:4)
  • 3. Ter e criar filhos (Gn 1:28; 9:1; Sl 127:3; 128:1ss; Prov. 22:6; Ef. 6:1-4; 1 Tm 3:4; 5 :14; Tit. 2:4-5)
Deus criou o casamento entre um homem e uma mulher para ser o primeiro sistema de relacionamentos humanos interdependentes. Deus projetou o relacionamento entre marido e mulher como o relacionamento principal da família. Ainda que você não tenha filhos

Conclusão

É uma aliança feita na presença de Deus. Para glorificar a Deus e desfrutá-lo. Ore junto com seu cônjuge

O propósito de Deus para o casamento  Gênesis 2:18-25.


Veja também

Resumo Homilético 

O que o leitor aprenderá nesta série

    1. A origem divina do casamento 

        ◦ Por que Deus instituiu a aliança conjugal antes da queda. 

    2. Os propósitos espirituais da união conjugal 

        ◦ Complementaridade, comunhão e missão compartilhada. 

    3. A relevância de Gênesis 2 para os casamentos atuais 

        ◦ Aplicações práticas para casais, líderes e conselheiros cristãos. 


Estrutura

    • Introdução da série; 

    • Objetivos da série; 

    • Lista de todos os sermões; 

    • Recursos complementares; 

    • Material para pequenos grupos ou aconselhamento. 

Estrutura sugerida da série

    1. O Propósito de Deus para o Casamento (Gn 2:18-25) 

    2. A Complementaridade entre Homem e Mulher 

    3. A Aliança de Uma Só Carne 

    4. Comunicação e Unidade Conjugal 

    5. O Casamento como Reflexo da Glória de Deus 

    6. Desafios Contemporâneos à Família Cristã 

    7. Construindo um Legado Espiritual no Lar


Estudo do Livro de Salmos com Resumo e Esboços

Estudo do Livro de Salmos com Resumo e Esboços

Esse é um Estudo Bíblico aprofundado do Livro de Salmos que é o maior livro do Antigo Testamento e o mais citado no Novo Testamento. Os Salmos cobrem mil anos de história de Moisés (1500 aC) aos tempos pós-exílio (500 aC); no entanto, a maioria foi escrita no período de cem anos de 1030-930 aC. Ele era o hinário e o guia devocional dos judeus.

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Confira também nossa série de Sermões sobre Salmos

O Título do Livro de Salmos

Hebraico : A Bíblia Hebraica chama isso de Livro de Louvores ( ~yLihiT] rp,se ), abreviado para Louvores ( ~yLihiT] ou ~yLiT,] ou !yLiT] ). Embora a palavra “louvor” ocorra frequentemente no Saltério, o Salmo 145 é o único salmo com o título “louvor” ( hLhiT] ). No entanto, Westermann observa que mesmo todo salmo de lamento inclui louvor (exceto talvez o Salmo 88), uma vez que todos os salmos de lamento progridem além da petição e do lamento para louvar a Deus ( The Praise of God in the Psalms , 74).

Grego : A Septuaginta (LXX) traduziu a palavra hebraica mizmor ( rAmz>mi ) como “salmo” ( yalmo,  ) – a palavra técnica para uma canção cantada com o acompanhamento de um instrumento dedilhado (isto é, de cordas).

Inglês : Três títulos em inglês (Os Salmos, O Saltério e O Livro dos Salmos) são derivados dos títulos gregos e latinos ( Psalmoi, Psalterian e Liber Psalmorum , respectivamente).

Autoria

A. Evidência externa : Muitos estudiosos desafiaram os cabeçalhos de muitos salmos, especialmente recentemente. Grande parte do debate centra-se no uso da preposição hebraica l , lamed , que pode ser traduzida "para", "para", "de" e de várias outras maneiras (por exemplo, "Um Salmo para Davi", "Um Salmo para Davi", "Um Salmo de Davi", etc.). No entanto, seu "uso para designar autoria foi bem atestado nas inscrições semíticas do noroeste, em outros dialetos semíticos, como o árabe, e em outras passagens bíblicas, como Habacuque 3:1 ('de Habacuque')" (Ross, BKC , 1:782 ). Portanto, o sentido tradicional que atribui autoria a esses homens está bem fundamentado.

B. Evidência Interna : Cinquenta salmos são anônimos, mas o Saltério nomeia sete autores diferentes em 100 dos salmos (em ordem decrescente em relação ao número de salmos que cada um contribuiu):

1. Davi (segundo rei de Israel), cujo nome significa "Amado de Yahweh" (73 pss. principalmente nos Livros I e II) escreveu a maioria dos salmos
2. Asafe (um músico famoso e levita de Gérson), "Colecionador" (12 pss.: Pss. 50, 73-83)
3. Os filhos de Corá (uma guilda de cantores e compositores que descendiam de Levi na linhagem de Coate), "Calvo" (10 pss.: Pss. 42, 44-49, 84, 85, 87)
4. Salomão, (terceiro rei de Israel e filho de Davi e Bate-Seba), "Pacífico" (2 pss.: Pss. 72, 127)
5. Moisés (o líder de Israel que saiu da escravidão egípcia e autor do salmo mais antigo), "Filho da Água" (Sl. 90)
6. Hemã, o ezraíta (como os filhos de Corá, ele era um levita da família de Coate), "Fiel" (Sl. 88)
7. Etã, o Ezraíta (um levita da família de Merari), “Perdurável” (Sal. 89)

  • Com exceção de Salomão e Moisés, todos esses autores adicionais eram sacerdotes ou levitas que eram responsáveis ​​por fornecer música para a adoração no santuário durante o reinado de Davi. Cinquenta dos salmos não designam nenhuma pessoa específica como autor.

Circunstâncias


A. Data : Os vários salmos foram escritos ao longo de um período de quase 1.000 anos, desde a época de Moisés (Sal. 90; ca. 1.410 aC ) até o período pós-exílico sob Esdras e Neemias (Sl. 126; ca. 430 aC ).

B. Destinatários : O Livro dos Salmos serviu como hinário para a nação de Israel em sua adoração no templo e como guia devocional para o povo judeu.

C. Ocasião : Davi e Asafe organizaram a adoração de Israel por volta de 1000 AC. Alguns dos hinos do rei Davi provavelmente foram coletados nessa época e usados ​​no primeiro templo sob Salomão. Visto que Livro de Louvores era o nome original de todo o Livro, a coleção provavelmente recebeu o mesmo nome do hinário do segundo templo construído por Zorobabel, com sua adoração restabelecida por Neemias (Ne 12:46). A razão pela qual as pessoas precisam desta coleção é muito simples: devemos louvar e suplicar a Deus por quem Ele é e pelo que Ele fez ao fornecer sabedoria, proteção, cumprimento messiânico e Sua Palavra para sermos humildes diante Dele em confiança e ação de graças.

Características

Quando a coleção de Salmos foi reunida como um só, o título hebraico da coleção era Tehilim , que significa “ louvores ” ou “ canções de louvor . ”

Os tradutores gregos deram-lhe o título de “ Psalmoi ” , que significa “ canções de acompanhamento de um instrumento de cordas . ” Este foi o título usado nos dias de Jesus (veja Atos 1:20).


Introdução ao Livro de Salmos

Estudos, independentes, sugeridos para Escola Dominical de Sua Igreja. 

Texto Bíblico: Salmos

Desenvolvimento: O que o Livro de Salmos representa para o Cristão?

O Livro de Salmos é classificado como um Livro Poético. O livro bíblico dos Salmos é um livro de poesia e canções e, portanto, devemos lê-los como tal. 

Muitas pessoas diferentes escreveram os Salmos. O maior contribuidor foi o Rei Davi. Mas também tem Salmos de Moisés, Salomão, Asafe e muito mais. Alguns dos Salmos até ligam a histórias que podemos ler sobre em outros livros da Bíblia como 1 e 2 Samuel, ou 1 e 2 reis.

Os Salmos são divididos em 5 livros. 
Livro 1 - Salmos 1-41, 
Livro 2 - Salmos 42-72, 
Livro 3 - Salmos 73-89, 
Livro 4 - Salmos 90-106, 
Livro 5 - Salmos 107-150.

O que são salmos?

  1. • são uma coleção de musicais hebraicos inspirados poemas, isto é, expressões de louvor, orações e hinos a Deus
  2. • são capazes de nos ajudar a expressar emocionalmente a Deus e considerar seus caminhos, então eles podem se tornar um guia para a adoração
  3. • são palavras de Deus
  4. • são principalmente poemas musicais, salmos têm o objetivo de tocar nossas emoções e sentimentos.

O clima das canções é variado. Alguns estão cheios de louvor e gratidão a Deus, alguns estão cheios de sabedoria sobre a vida e o caráter de Deus, e alguns expressam culpa e vergonha pelo pecado.

Existem canções de confissão e canções de súplica a Deus por Sua ajuda em diferentes circunstâncias da vida.

Grande quantidade são uma mistura de diferentes humores em uma única música. Alguns Salmos são orações privadas e pessoais . Isso nos dá uma janela para a vida de fé.


Existem Várias Classificações de Salmos. Para Daniela Kin:
  • 1) Salmos de sabedoria . Estes salmos instrutivos fornecem orientações práticas para viver e dar orientação para uma vida justa na busca da vontade de Deus (Salmos 1;37; 119).
  • 2) Salmos reais . Descrevendo o vindouro governo messiânico de Cristo, estes régios os salmos o retratam como o indiscutível Rei soberano sobre o céu e a terra (Salmos 2; 18; 20; 21; 45; 47; 68; 72; 89; 101; 110; 118; 132; 144).
  • 3) Salmos de lamentação . Esses salmos altamente carregados de emoção registram a coração clama a Deus por libertação divina de angústia e dor (Salmos 3-7; 12-13; 22; 25-28; 35; 38-40; 42-44; 51; 54-57; 59-61; 63-64; 69-71; 74; 79-80; 83; 85-86;88; 90; 102; 109; 120; 123; 130; 140-143).
  • 4) Salmos imprecatórios . Motivados por um zelo ardente pela glória de Deus, estes provocadores, e muitas vezes controversos, os salmos invocam a ira e o julgamento de Deus sobre o adversários do salmista que eram inimigos de Deus. O salmista convocou o Senhor, para punir o ímpio e defendê-lo enquanto ele realiza a obra de Deus no meio de seus perseguidores (Salmos 7; 35; 40; 55; 58-59; 69; 79; 109; 137; 139; 144).
  • 5) Salmos de ação de graças . Esses salmos expressam uma profunda consciência de profunda gratidão pelas abundantes bênçãos de Deus, sejam individuais ou nacionais (Salmos 8; 18; 19; 29; 30; 32-34; 36; 40; 41; 66; 103-106; 111; 113; 117; 124; 129; 135-136;138-139; 146-148; 150).
  • 6) Salmos de peregrinação . Esses salmos festivos promovem a celebração e o louvor a Deus como Israel relembrou a bondade do Senhor para com eles enquanto viajavam para Jerusalém para seu festas anuais (Pss. 43; 46; 48; 76; 84; 87; 120-134).
  • 7) Salmos de entronização . Esses salmos majestosos e inspiradores descrevem a majestade do governo soberano de Deus sobre toda a sua criação e o cuidado providencial pelo qual ele sustenta, controla e dirige tudo o que ele fez (Pss. 48; 93; 96-99).
Aqui está uma classificação clássica dos Salmos:


  • Salmos proféticos A vida de Cristo é descrita ou predita; citado no Novo Testamento em referência à vida e ministério de nosso Senhor (Ex.: Salmo 22)
  • Salmos de louvor Cada uma das 5 divisões termina com um salmo de louvor; a última seção termina com 5 salmos de louvor; uma doxologia final de todo o Livro dos Salmos: " Grande é o Senhor e muito digno de louvor ..." (doxologia final: Salmo 150)
  • Salmos de Petição Pedidos de ajuda a Deus; pedidos de libertação (Ex.: 6: 4; 16: 1; 39:12)
  • Salmos de penitência Tristeza pelo pecado; Confissões de pecado (Ex.: 32, 51)
  • Salmos pastorais Salmo de Deus ' cuidado para o seu povo como um pastor para seu rebanho como o Salmo 23.
  • Salmo de preceito Preceitos do homem ' vida espiritual e moral s; conselho ético (Ex.: Salmo 37)
  • Salmos de Oração A alma em comunhão com Deus; choro do coração do cristão (Ex.: Salmo 17)
  • Salmos de profissão Profissões a outros das obras graciosas e poderosas de Deus em nome do crente (Ex.: 33: 1; 107: 2; 103: 1,2)
  • Salmos Patrióticos Salmos que refletem um patriotismo teocrático com Deus pelo povo da aliança de Deus , os filhos de Israel (Ex.: Salmo 126)
  • Salmos de peregrinação Passar o tempo em alegre louvor enquanto os filhos de Israel viajavam, veja os Salmos 120-134)

Categorias de Salmos

Você pode escolher trabalhar todos os 150 Salmos em ordem ou abordá-los tematicamente. Há uma variedade de maneiras de categorizar os Salmos (com algumas sobreposições). Abaixo estão seis temas comumente usados:

  • Salmos de Louvor e Adoração: 8, 19, 23, 33, 65, 100, 103, 104, 111, 113-115, 117, 134-136, 145-150
  • Salmos de confissão: 14, 32, 38, 51, 130
  • Salmos de lamento (dor, reclamação, raiva): 12, 22, 42, 44, 58, 60, 74, 79, 80, 83, 90, 106, 123, 137
  • Salmos de Petição (Solicitação): 3, 4, 13, 25, 26, 55-57
  • Salmos de Intercessão (Ajuda): 12, 27, 44, 58
  • Salmos de Ação de Graças: 30, 32, 34, 41, 65-67, 92, 105, 116, 124, 138

Temas abordados nos salmos

  • 1. • Didático - Salmos de ensino e instrução ( Salmo 1 ).
  • 2. • Messiânico - Salmos referentes à vinda do Messias ( Salmo 2, 110 ).
  • 3. • Ético - Salmos que ensinam princípios morais ( Salmo 15 ).
  • 4. • Arrependimento - Salmos expressão tristeza pelos pecados ( Salmo 51 ).
  • 5. • Imprecatório - Salmos que invocam a Deus para julgar os inimigos ( Salmo 69 ).
  • 6. • Ação de Graças - Salmos de louvável gratidão a Jeová por bênçãos ( Salmo 100 ).
  • 7. • Sofrimento - Salmos que expressam clamores de sofrimento em aflição ( Salmo 102 ).
  • 8. • Louvor - Salmos de louvor, começando e / ou terminando com “aleluia” ( Salmo 103 ).
  • 9. • Histórico - Salmos que revisam a história de Deus e Seu povo ( Salmo 106 ).
  • 10. • Comemorativo - Salmos cantados durante festivais e festas ( Salmos 113-118 ) 

Período histórico

Período histórico de onde eles vêm, ou sobre o qual foram escritos:
  • Período patriarcal Salmo 110, um salmo de Davi sobre este período
  • Período teocrático Salmo 90 (ver também 42, 87 pelos filhos de Corá)
  • Período monárquico Davi como pastor (23); como fugitivo (7, 11, 18, 34, 54); como rei (24); como pecador (32, 51); como destronado (3, 4); Salomão (72, 127)
  • Período exílico Após a destruição do Templo (74,79); após a chegada da Babilônia (137)
  • Período pós-exílico Ao retornar à terra (126); na dedicação do templo reconstruído (147)

OBJETIVO CRISTOLÓGICO

O livro de Salmos é talvez o livro mais messiânico do Antigo Testamento. Praticamente a totalidade de Cristo ' vida e ministério s podem ser encontradas lá.

O uso dos Salmos por nosso Senhor é um elogio muito instrutivo deste grande livro. O seguinte resumo indica a influência dos Salmos na vida de Cristo:
  1. Durante Sua infância (Lucas 2:49), Jesus revelou conhecimento de Salmos. 26: 8; 27: 4 .
  2. No Sermão da Montanha (Mt. 5:35; 7:23), ele citou Salmos. 48: 2 e 6: 8.
  3. Ao ensinar a multidão (Mt. 13:35), Ele citou o Sal. 78: 2 .
  4. Na purificação do templo (Mt. 21:16), ele citou o Sal. 8: 2 .
  5. Em Sua resposta aos sacerdotes (Mt. 21:42), Jesus citou o Sal. 118: 22, 23 .
  6. Ao chorar por Jerusalém (Mt. 23:37), Jesus emprestou a linguagem do Sal. 91: 4
  7. Ao responder aos judeus (João 10:34), ele citou o Sal. 82: 6 .
  8. Na Última Ceia (Mt. 26:30), Jesus provavelmente cantou o Halel encontrado em Salmos 136 .
  9. Na cruz, Jesus citou os Salmos duas vezes: Salmo 22: 1 : “ Deus meu, por que me desamparaste? ” (Mt. 27:46) e Salmos 31: 5 : “ Nas tuas mãos entrego o meu espírito ” (Lucas 23:46).
  10. Após a ressurreição, Jesus se referiu a todo o Livro dos Salmos com seu conteúdo messiânico (Lucas 24:44).
Imagens proféticas do Messias são vistas em vários salmos.

  • Salmos 2: 1-12 retrata o triunfo e o reino do Messias. Salmos 16: 8-11 prenuncia Sua morte e ressurreição.
  • O Salmo 22 nos mostra o Salvador sofredor na cruz e apresenta profecias detalhadas da crucificação, todas as quais foram cumpridas perfeitamente.
  • As glórias do Messias e de Sua noiva estão em exibição no Salmo 45: 6-7,
  • Salmos 72: 6-17, 89: 3-37, 110: 1-7 e 132: 12-18 apresentam a glória e universalidade de Seu reinado.


Muitos outros exemplos podem ser dados, incluindo:

  • A perfuração de Suas mãos e pés ( Salmo 22:16 ),
  • O fato de que Seus ossos não foram quebrados na cruz ( Salmo 34:20 ),
  • Ele sendo zombado enquanto estava na cruz ( Salmo 22: 7, 8 ),
  • A oferta de vinagre ( Salmo 69:21 ),
  • E Ele sendo o objeto do ódio de judeus e gentios ( Salmos 2: 1, 2 ).
    O Livro dos Salmos, em certo sentido, são os mais universais de toda a literatura hebraica.

    Eles falam a TODOS os homens, em TODAS as condições e para TODOS os tempos .

    Alguns Salmos foram escritos para os israelitas que vagavam pelo deserto (90), um monarca em regozijo régio (24), tristes exilados (137) e ainda outros ao jubiloso remanescente repatriado (126, 147).

    O destino original dos Salmos, entretanto, é determinado pelo período em que cada um foi escrito.


    PARA QUEM FORAM ESCRITOS OS SALMOS?

    Você ouve as palavras enquanto alguém lê para um ente querido que está morrendo, ou talvez enquanto um ministro conforta a família ao lado do túmulo. Estas palavras também dizemos para expressar nossa profunda confiança em Deus.

    Versículos chaves em Salmos

        1. Salmo 1 - O homem abençoado
        2. Salmo 5 - Como lidar com nossos inimigos
        3. Salmo 8 - As glórias de Deus e as limitações do homem
        4. Salmo 10 - O que você faz quando Deus parece distante?
        5. Salmo 18 - Que grande Deus servimos!
        6. Salmo 19 - Deus deseja que o conheçamos!
        7. Salmo 23 - O Senhor é meu pastor!
        8. Salmo 31 - Deus é meu refúgio!
        9. Salmo 34 - Deus é o meu libertador!
        10. Salmo 37 - Não se preocupe, confie em Deus!
        11. Salmo 42 - Sedento por Deus
        12. Salmo 46 - Fique quieto e saiba que eu sou Deus
        13. Salmo 51 - A oração de perdão de Davi
        14. Salmo 63 - Apegue-se ao Senhor, ó Minha Alma!
        15. Salmo 84 - Peregrinação
        16. Salmo 87 - Todas as minhas fontes estão em você!
        17. Salmo 90 - Uma oração de Moisés
        18. Salmo 92 - Envelhecer no Senhor
        19. Salmo 100 - Adoração Aceitável
        20. Salmo 103 - Nosso Deus Incrível
        21. Salmo 106 - Deus é amoroso e longânimo
        22. Salmo 107 - Considere o grande amor do Senhor
        23. Salmo 110 - Um rei e um sacerdote
        24. Salmo 112 - O homem justo
        25. Salmo 116 - Confiança no Senhor
        26. Salmo 117 - A adoração a Deus
        27. Salmo 119 - A Palavra de Deus
        28. Salmo 121 - Eu vou levantar meus olhos!
        29. Salmo 127 - O Senhor Essencial!
        30. Salmo 131 - Como andar no círculo da vontade de Deus
        31. Salmo 133 - A beleza da unidade
        32. Salmo 137 - Pelos rios da Babilônia
        33. Salmo 150 - Louvai-o


    Estudo Bíblico sobre Grandes lições dos Salmos
    O livro dos Salmos (também conhecido como Saltério) é uma coleção de 150 poemas, orações, hinos e meditações. Grandes lições dos salmos, Adoração a deus
    Rico em expressar admiração por Deus e da alma desejo de estar perto dele (Salmo 8: 1)
    O Santuário. O salmista tinha em mente o tabernáculo e o templo (Salmo 77:13 e Salmo 122: 1 ), O coração anseia por Sua presença divina (Salmo 42: 1)
    Compreender e ver as coisas mais plenamente ( Salmo 73: 3,17 )

    Bênçãos nos Salmos

    O esplendor da felicidade e contentamento brilha com o brilho dos diamantes (Salmo 1: 1,2; 2:12; 128: 1,2; 32: 1; 84: 4; 119: 1; 94:12; 144: 15)
    O senhor é nossa ajuda
    Ele olha do céu (Salmo 14: 2)
    Ele provê e ajuda em problemas (Salmo 46: 1)
    Ele ouve nossas vozes ( Salmo 116: 1 ), Conhece cada palavra e pensamento ( Salmo 139: 1-7 ) e Se chamarmos na hora da angústia, Ele nos livrará (Salmo 50:15)


    10 Temas abordados nos salmos

    1. • Didática - Salmos de ensino e instrução ( Salmo 1 ).

    2. • Messiânico - Salmos referentes à vinda do Messias ( Salmo 2, 110 ).

    3. • Ético - Salmos que ensinam princípios morais ( Salmo 15 ).

    4. • Arrependido - Salmos expressando tristeza pelos pecados que foram cometidos ( Salmo 51 ).

    5. • Imprecatório - Salmos que invocam a Deus para julgar os inimigos ( Salmo 69 ).

    6. • Ação de Graças - Salmos de louvável gratidão a Jeová por bênçãos ( Salmo 100 ).

    7. • Sofrimento - Salmos que expressam clamores de sofrimento em aflição ( Salmo 102 ).

    8. • Louvor - Salmos de louvor, começando e / ou terminando com “aleluia” ( Salmo 103 ).

    9. • Histórico - Salmos que revisam a história de Deus e Seu povo ( Salmo 106 ).

    10. • Comemorativo - Salmos que devem ser cantados durante festivais e festas ( Salmos 113-118 ), isto é, três grandes festas, na lua nova e nos oito dias da festa da dedicação.

    Memorizando um Salmo

    Conforme você avança, você pode descobrir que um salmo fala a você e ao seu relacionamento com Deus em maneira especial. 

    Achei útil memorizar alguns dos salmos que mais achei significativo para que eu possa tê-los sempre comigo. Se você está fazendo isso pela primeira vez, é mais fácil escolha um salmo curto, mas o mais importante é que você escolha um que seja útil para você.

    Os Salmos para os Cristão:

    1. Eles nos ajudam a nos mover em direção à fé quando sentimos que nossa fé está falhando. No livro de Salmos, Deus nos dá palavras que podemos usar para falar com ele. 

    Estas são palavras para nos ajudar expressar nossas emoções e clamar a Deus em uma variedade de experiências de vida. Eles também nos levam a ter fé em tempos de dificuldade.

    2. Como toda a Bíblia, é antes de tudo sobre Jesus . Isso é algo que Jesus nos diz em Lucas 24:44. Ao ler os Salmos, deixe-os levá-lo a Jesus. Deixe-os ajudá-lo a entender o que ele experiente na cruz, deixe-os levá-lo a Jesus como o Salvador de que precisamos por causa do nosso pecado.

    Ref.: 1

     

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