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A Missão dos Setenta Lucas 10:1-17

 Pregação sobre A Missão dos Setenta Lucas 10:1-17

  • E depois disto designou o Senhor ainda outros setenta, e mandou-os adiante da sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir. Lucas 10:1

Acontece nos últimos meses da missão de Jesus.  Ele deixou a região norte da Galiléia, onde passou a maior parte do tempo e veio para o sul, para a Judéia, a província onde fica Jerusalém.

Jesus havia nomeado Seus 12 discípulos oficiais 3 anos antes. Mas além dos 12, havia um grande grupo de pessoas que seguiam a Jesus.  Muitos eram “candidatos a discípulos”. Deste grupo maior de seguidores, Ele designou 70 para sair em pares para as aldeias e cidades que logo estaria visitando, para preparar o povo, proclamando o Reino de Deus e demonstrando seu poder.

O design principal da Comissão Limitada: O anúncio do Reino (Lucas 10: 9, 11).

  • 1. Necessidade de preparo do solo (Lucas 10: 1).
  • 2. Nunca há muitos trabalhadores (vs. 2).
  • 3. Todos os tipos de pessoas encontradas (vs. 6).
  • 4. Vá em duplas (vs. 1, cp. Marcos 6:7).
  • 5. Provisão financeira (vs. 4, 7).
  • 6. A realidade da rejeição (vs. 6, 10, 11).

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1. A Comissão de Jesus aos Setenta:

No início desse relato, vemos Jesus escolhendo e enviando setenta discípulos para irem adiante Dele, de cidade em cidade, a fim de preparar o caminho para Sua chegada. 

Jesus lhes deu instruções específicas sobre como se comportar durante a missão e o que esperar em termos de acolhimento ou rejeição. 

  • Ambiente hostil - Como cordeiros ao meio de lobos.
  • Sem Carga - Não leveis bolsa, nem alforje, nem alparcas; 
  • Sem distrações - e a ninguém saudeis pelo caminho.
  • Em Paz - E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa.
  • Ficar onde for acolhido - E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa.
  • Cura - E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: 
  • Proclamar o Reino - É chegado a vós o reino de Deus.
  • Ser indiferente com os que não os recebem - Mas em qualquer cidade, em que entrardes e vos não receberem, saindo por suas ruas, dizei: Até o pó, que da vossa cidade se nos pegou, sacudimos sobre vós. Sabei, contudo, isto, que já o reino de Deus é chegado a vós.

Essa comissão é um lembrete de que todos nós, como discípulos de Jesus, temos uma missão a cumprir: levar o Evangelho a todos os lugares onde o Senhor nos enviar.

Observe que ele os envia "à sua frente... a todas as cidades e lugares para onde ele mesmo pretendia ir”. Seus setenta emissários anunciarão sua vinda dando as pessoas uma prévia. É também uma prévia do ministério que Jesus nos dá hoje. Nós vamos “à frente dele”, trazendo as boas novas. Mas ainda - o ministério pode ser arriscado e difícil, pois nos empurramos para fora de nossas zonas de conforto.


2. A Importância da Obediência e da Dependência em Deus:

Jesus advertiu os setenta discípulos de que nem todas as cidades os receberiam bem. 

• Cordeiros – símbolos de fraqueza. Os pregadores do evangelho não devem 'forçar' as pessoas a acreditar;

• Lobos – Jesus nos adverte sobre o que esperar – oposição feroz e recepção hostil

Veja também como Jesus apenas diz a eles o que eles devem fazer. Se as pessoas não aceitarem sua mensagem, diz ele, sacuda a poeira de seus pés e siga em frente.

'Confiar em Deus para prover' - para todas as suas necessidades (contando com as pessoas para fornecer hospitalidade). Essas instruções são para esta missão específica.

Ele os encorajou a não desistirem, mas a permanecerem firmes em sua missão. Eles foram instruídos a depender completamente de Deus e confiar na provisão divina ao longo do caminho. 

Essa lição é essencial para nós hoje. Quando somos enviados por Deus em missão, podemos enfrentar desafios e oposição, mas nossa resposta deve ser de obediência e confiança em Deus, sabendo que Ele suprirá todas as nossas necessidades.

3. A Alegria do Sucesso na Missão:

Quando os setenta discípulos retornaram, eles estavam cheios de alegria e testemunharam o poder de Deus em suas vidas. 

Eles viram demônios sendo expulsos e enfermidades sendo curadas. Jesus os encorajou, dizendo: "Eu vi Satanás caindo do céu como um relâmpago" (Lucas 10:18). Essa experiência foi uma confirmação da autoridade que Jesus lhes havia dado. 

Da mesma forma, quando nos engajamos na missão de Deus, podemos experimentar alegria e testemunhar Seu poder agindo em nós e através de nós. É um privilégio ver vidas transformadas pelo Evangelho e testemunhar a derrota do inimigo.

A Missão dos 70 Lucas 10:1-17

Veja também

  1. Pregação A Batalha do Vale do Sal 2 Reis 14:7
  2. Pregação A Minha Graça te Basta 2 Coríntios 12:9
  3. Por que devemos Quebrar o Vaso de Alabastro? Marcos 14:3

Conclusão:

A missão dos setenta discípulos nos desafia a refletir sobre nossa própria chamada para levar o Evangelho ao mundo. Assim como eles, fomos comissionados por Jesus para proclamar as boas novas e fazer discípulos de todas as nações. Essa missão requer obediência, dependência em Deus e alegria na certeza de que estamos cumprindo o propósito para o qual fomos chamados. Que possamos responder ao chamado de Deus com fervor e dedicação, confiando em Sua provisão e experimentando a alegria de sermos usados por Ele para trazer luz e esperança a um mundo em trevas. Que cada um de nós, como discípulos de Jesus, seja fiel em cumprir a missão que nos foi confiada. 

Jesus Ensinava com Autoridade Marcos 1:21

 Estudo Bíblico Jesus Ensinava com Autoridade Marcos 1:21

 Atividade de Jesus: Pregação na Sinagoga (Marcos 1:21-22) Ao viajar para a cidade de Cafarnaum, Jesus e seus discípulos entram na sinagoga onde Jesus começa a ensinar. O sermão de Jesus,   aparece inicialmente ser bastante comum e familiar.

 A resposta da multidão: espanto. Apesar da aparência familiar, a multidão ficou maravilhada (literalmente “impressionada”) pela autoridade com que Cristo ensinou. Esta resposta aos ensinamentos e ações de Jesus pode ser vista em Marcos (Marcos 6:2, 10:24-26, 5:20, 4:41, etc.)

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A Autoridade de Jesus

Os leitores de Marcos não aprendem o que Jesus ensina na sinagoga de Cafarnaum, mas aprendem como ele ensina (“ com autoridade ”, vv. 22 e 27), e que efeito seu poderoso ensino tem(as pessoas ficam “ admiradas ” e “ maravilhadas ”, vv. 22 e 27; o espírito imundo é dominado, v. 26). 

A repetição da frase “com autoridade” indica que Marcos quer os eventos do primeiro ensinamento de Jesus e a primeira ação poderosa a ser vista como intimamente relacionada. Ele não apenas fala com autoridade - ele também age com poder! Os espectadores “maravilhados” reconhecem a autoridade do professor.

Jesus falou como um profeta, da autoridade direta de Deus através do Espírito Santo. Registrando a reação da congregação antes da manifestação do endemoninhado, Marcos deixa claro que a autoridade de Jesus era evidente em sua própria pregação carismática, independentemente de quaisquer milagres que ele operasse. Mesmo antes de Jesus expulsar o demônio (o primeiro milagre registrado por Marcos), a autoridade de sua palavra causou impacto nas pessoas da sinagoga.

O que há em Jesus que os surpreendeu? Várias possibilidades relacionadas existem em nosso texto: seu novo ensino, sua autoridade. O evangelista não tem interesse imediato no conteúdo preciso da mensagem de Jesus;  Sua ênfase principal está na autoridade do ensino de Jesus e a resposta do povo, cujo espanto transmite a impressão de verdadeiro alarme. 

Jesus, apresenta  com uma autoridade soberana que não permitia nem debate nem reflexão teórica, confrontou o povo com a reivindicação absoluta de Deus sobre toda a sua pessoa.  

A palavra usada para “autoridade” ( exousia ) é normalmente explicada como “poder”. No entanto, seu principal significado é “liberdade”.  A vida de Jesus é caracterizada por exousia (liberdade; habilidade; poder; autoridade) de várias maneiras: seu ensino se distingue por sua autoridade perante os escribas, como afirma Marcos, mas Mateus demonstra, com o Sermão da Montanha.

  Mas essa não é a única distinção entre o ensinamento de Jesus e o ensinamento do escriba. A diferença é também descrita como “ensinamento novo ( kainos )”, v. 27. Escribas ( grammateus ) eram originalmente as pessoas que copiavam as escrituras. Tornaram-se especialistas em direito (ou “advogados”). Há uma sensação de que sua autoridade vinha de sua compreensão detalhada das escrituras e da tradição.

Jesus Ensinava com Autoridade Marcos 1:21



Veja também

  1. Pregação A Batalha do Vale do Sal 2 Reis 14:7
  2. Pregação A Minha Graça te Basta 2 Coríntios 12:9
  3. Por que devemos Quebrar o Vaso de Alabastro? Marcos 14:3

Não sabemos ao certo de qual texto específico Jesus pregou em Cafarnaum, mas sabemos de outras passagens o tema consistente de sua mensagem. Especialmente neste período inicial, o fardo do ensino de Jesus foi que o governo do reino de Deus está próximo nEle . A ética do reino, as parábolas sobre a natureza do reino, a necessidade de fé em Jesus, tudo pode ser incluído na ideia geral de que o governo do reino de Deus se aproximou em Jesus. 

Pregação A Minha Graça te Basta 2 Coríntios 12:9

 Pregação A Minha Graça te Basta 2 Coríntios 12:9

  • E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. 2 Coríntios 12:9

Paulo tinha um relacionamento profundo com Deus, mas partilhou o seu sofrimento devido a um 'espinho' que o atormentava. Ele não explicou exatamente o que era, mas percebemos que isso causou grandes dificuldades e poderia ter limitado sua atividade de evangelizador.

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Paulo Partilhou o fato de ter pedido a Deus que o libertasse daquele impedimento. Mas e a A resposta que ele recebeu do próprio Deus foi alucinante:

'A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza'

Fraqueza ( astheneia de a= sem +sthénos= força, vigor corporal) significa literalmente sem força ou vigor corporal. Falta de força! É o estado de incapacidade ou capacidade limitada de fazer algo. Embora Paulo pudesse estar se referindo à fraqueza física literal, o sentido alternativo poderia ser referência à fraqueza figurativa como na vida espiritual de alguém (por exemplo, carne fraca, consciência fraca, sistema religioso fraco ou mandamento [Gl 4:9,Hb 7:18,28], etc) e a impotência para produzir resultados.

Minhas fraquezas - Observe que fraqueza está no plural, o que reflete a verdade de que a maioria de nós já passou ou passará por mais de uma delas 

Todos nós experimentamos continuamente nossas próprias fraquezas físicas, psicológicas e espirituais, como bem como os dos outros. Muitas vezes vemos ao nosso redor pessoas que estão sofrendo e não conseguem encontrar muito à frente. 

Sentimo-nos fracos e incapazes de resolver todos esses problemas, ou mesmo enfrentá-los, e a maioria nos limitamos a não machucar ninguém.

A experiência de  Paulo, ao contrário, abre um novo horizonte. Ao reconhecer e aceitar nossa fraqueza, podemos nos entregar totalmente nas mãos do Pai, que nos ama como nós somos e quer nos ajudar em nossa jornada. De fato, a carta continua, dizendo: 'Pois sempre que estou fraco, então eu sou forte.

O apóstolo Paulo, em sua carta aos Coríntios, compartilha uma mensagem de encorajamento e esperança. Neste versículo, encontramos três aspectos essenciais da graça de Deus em nossas vidas: consolo, fortalecimento e salvação.

A Força do Poder de Deus: As palavras gregas usadas na passagem reforçam essa ideia:

  • Arkēi ("suficiente"): a graça de Deus nos beneficia em nossas fraquezas.
  • Dynamis ("poder"): a força de Deus é um poder milagroso.
  • Teleitai ("aperfeiçoa"): esse poder nos leva à conclusão, nos capacita a cumprir a vontade de Deus
  • Episkēnōsē ("repouse"): o poder de Cristo "arma uma tenda" sobre nós, habitando em nós e nos protegendo.

1. A minha Graça te basta porque o Poder se Aperfeiçoa na Fraqueza

.A Bíblia não ignora a fraqueza humana; pelo contrário, a destaca como o palco perfeito para a glória de Deus.

Deus Usa os Fracos: Deus frequentemente usa os "fracos do mundo para envergonhar os sábios" (1 Coríntios 1:27), para que fique claro que o poder vem d'Ele, e não de nós.

Empatia de Jesus: Jesus, ao vir à Terra, experimentou a nossa condição humana e compreendeu nossas fraquezas (Hebreus 4:15-16). Ele nos convida a nos aproximarmos do trono da graça com confiança, para receber a ajuda que precisamos.

Exemplos Bíblicos: A vitória de Davi sobre Golias, a dependência de Zorobabel em Zacarias 4:6 ("Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito"), e o testemunho de Paulo em Filipenses 4:13 ("Tudo posso naquele que me fortalece") ilustram como a força de Deus se manifesta em nossas fragilidades.

A graça de Deus também nos fortalece. Quando estamos diante de desafios que parecem insuperáveis, quando nos sentimos fracos e incapazes, podemos encontrar força na graça de Deus. 

O apóstolo Paulo testifica em Filipenses 4:13: "Posso todas as coisas naquele que me fortalece". Essa é uma afirmação poderosa! A graça de Deus capacita-nos a enfrentar qualquer situação, a superar nossas limitações e a perseverar em tempos de dificuldade. Não precisamos confiar em nossa própria força, mas na graça divina que nos fortalece e nos capacita a prosseguir.

“Minha graça é suficiente para você”, ele quis dizer que sua graça é forte o suficiente e poderosa o suficiente para preencher qualquer lacuna e inadequação ou fraqueza que Paulo tinha. A graça de Jesus não é estática. 

A graça de Deus cresce tanto quanto precisa para dar a Paulo tanta força e poder infalíveis como Paulo precisava, dia a dia e momento a momento para cobrir qualquer uma de suas fraquezas ou dores


2. A minha Graça te basta porque em mim habita o poder de Cristo

  •  ...para que em mim habite o poder de Cristo. 2 Coríntios 12:9

Seu Pai Celestial lhe deu um presente precioso quando Jesus foi crucificado, ressuscitou e ascendeu ao céu. Ele enviou o Espírito Santo para viver dentro de você e promete residir lá para sempre . (João 14:16) O poder que ressuscitou Jesus Cristo dos mortos agora vive em você. (Romanos 8:11) Deus promete essas duas verdades poderosas, e elas permanecem imutáveis e irrevogáveis.
  • Você tem poder sobre o pecado e a sepultura. (Romanos 6:23)
  • Vocês foram vivificados espiritualmente. (Efésios 2:1-7)
  • Vocês se tornaram herança de Cristo. (Gálatas 3:29)
  • Você foi tirado das trevas para a luz. (Efésios 5:8)
  • A velha natureza se foi e uma nova natureza está em seu lugar. (2 Coríntios 5:17)
  • Vocês estão selados com o Espírito Santo. (Efésios 1)
  • Você foi perdoado e purificado. (1 João 1)
  • Você tem acesso confiante ao trono de Deus. (Efésios 3:12)
  • Você tem a vida eterna. (João 5:24)
  • O Espírito Santo intercede e te ajuda. (Romanos 8:26)
A vida é repleta de desafios, dificuldades e momentos de aflição. Porém, em meio a todas as lutas, a graça de Deus nos foi dada. 

Ele nos consola em nossas tribulações e sempre produz paciência e renova nossa  esperança. Não importa qual seja sua resposta, Deus já demonstrou seu amor inegável para nós; é por amor que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós (Rm 8:35)

A graça de Deus nos traz paz em meio à dor, nos envolve com seu amor e nos sustenta nos momentos mais difíceis. Quando nos sentimos fracos e desanimados, podemos buscar refúgio na graça de Deus, confiando que Ele está conosco e nos consolará.

3. A minha Graça te basta porque Salva


O maior presente da graça de Deus é a salvação que Ele oferece através de Jesus Cristo. Efésios 2:8-9 nos lembra: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie". 

A salvação não é alcançada por mérito próprio, mas é um presente gracioso de Deus. Através da morte e ressurreição de Jesus, somos perdoados, reconciliados com Deus e recebemos vida eterna. A graça de Deus é a base da nossa salvação, e ela nos liberta do pecado, nos restaura e nos dá a esperança de uma vida plena em Cristo.
Pregação A Minha Graça te Basta 2 Coríntios 12:9

Veja também

Conclusão: 

"A minha graça te basta" - essa é a promessa que Deus nos faz. A graça de Deus é suficiente para nos consolar em meio às tribulações, para nos fortalecer diante dos desafios e para nos salvar da condenação eterna. Que possamos viver na plenitude dessa graça, confiando em seu poder transformador em nossas vidas. Que possamos nos render à graça de Deus, reconhecendo nossa dependência Dele e vivendo em gratidão por tudo o que Ele fez por nós. Que a graça de Deus seja o sustento e a alegria de nossas vidas, hoje e para sempre.  

A árvore se conhece pelo seu fruto Lucas 6:43-45

As Árvores e seus Frutos Lucas 6:43-45

  •  Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto. Lucas 6:43

O fruto espiritual é simplesmente a expressão externa de uma mudança interna que está sendo guiada pelo espírito Santo. 

Seu fruto revela externamente o que aconteceu em seu coração.

Quando você se torna um cristão, Deus coloca Seu Espírito Santo dentro de você para ajudá-lo a “andar como Jesus andou." O Espírito Santo fará com que o fruto cresça em sua vida, se você permitir. Mas você precisa fornecer o "bom solo" e você precisa estar disposto a ouvir e a fazer o que Deus lhe disser.

Também você precisa estar disposto a fornecer fertilizante e água diariamente por meio de seu estudo da Bíblia e buscando a vontade de Deus através da oração.

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 Jesus nos convida a refletir sobre a importância de nossas palavras e ações, revelando a verdadeira natureza de nossos corações. A metáfora da árvore e seus frutos nos oferece uma valiosa lição sobre a importância de nutrirmos um coração transformado. 

Ao dividirmos este sermão em três tópicos principais, examinaremos (1) A identificação da árvore pelos seus frutos, (2) A relação entre o coração e as palavras e (3) A necessidade de cultivarmos um coração bom.

I. A Identificação da Árvore Pelos Seus Frutos (Lucas 6:43-44)

Quais são os frutos que você tem produzido? Que tipo de árvore você reflete?

Nos versículos 43 e 44, Jesus nos ensina: "Porque não há árvore boa que dê mau fruto, nem tampouco árvore má que dê bom fruto. Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto". 

Essas palavras nos alertam sobre a importância de discernir a verdadeira natureza de alguém pelos frutos que produz. 

Assim como uma árvore é reconhecida pelos frutos que carrega, nós também somos identificados pelas obras que realizamos e pelo impacto que causamos na vida dos outros. É essencial avaliarmos nossas ações e examinarmos se estamos produzindo frutos bons e edificantes, refletindo assim a natureza transformada que Deus deseja em nós.


II. A Relação Entre o Coração e as Palavras e Ações (Lucas 6:45a)

Qual tesouro há em seu coração? Como tem sido suas palavras e atitudes?

No versículo 45a, Jesus afirma: "O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal". Essas palavras nos revelam que as palavras e as ações que praticamos são reflexo direto do que está armazenado em nosso coração. 

O que falamos reflete nossa verdadeira natureza interior. Se nosso coração estiver cheio de bondade, amor e compaixão, nossas palavras serão edificantes e cheias de graça. No entanto, se nosso coração estiver cheio de maldade, inveja e raiva, nossas palavras serão prejudiciais e destrutivas. 

É necessário lembrar que nossas palavras têm o poder de impactar vidas, portanto, devemos cultivar um coração transformado para que nossas palavras e ações sejam fontes de bênçãos e encorajamento.


III. A Necessidade de Cultivarmos um Coração Bom (Lucas 6:45b)

Na segunda parte do versículo 45, Jesus conclui: "Porque do que há em abundância no coração, disso fala sua boca". Essa afirmação nos leva a uma profunda reflexão sobre a necessidade de cultivarmos um coração bom. 

Se desejamos que nossas palavras e ações sejam benéficas e agradáveis a Deus, devemos nutrir nosso coração com as verdades e ensinamentos de Deus. 

Devemos permitir que o Espírito Santo trabalhe em nós, transformando-nos de dentro para fora. 

O cultivo de um coração bom requer uma busca constante da presença de Deus em nossas vidas, através da oração, leitura da Palavra e comunhão com outros crentes. Somente assim poderemos produzir frutos bons e sermos uma bênção para aqueles ao nosso redor.

As Árvores e seus Frutos Lucas 6:43-45

Veja também

  1. A Promessa do Pai Celestial João 6:37
  2. Estabelecendo Três Metas essenciais para Vida Cristã
  3. Pregação sobre Usos e Costumes
  4. +100 Pregações para Culto de Homens (Varões)

Conclusão:

A passagem de Lucas 6:43-45 nos exorta a refletir sobre a verdadeira natureza de nossos corações. Somos chamados a avaliar nossas palavras e ações, pois elas revelam quem somos interiormente. Que possamos buscar constantemente a transformação do nosso coração, permitindo que Deus remova tudo o que é maligno e plante em nós as sementes da bondade, amor e compaixão. Que nossas palavras e ações sejam um testemunho vivo do trabalho de Deus em nós, produzindo frutos bons e glorificando o nome do nosso Senhor Jesus Cristo. Que assim vivamos uma vida que reflita a verdadeira natureza de um coração transformado. 

A Promessa do Pai Celestial João 6:37

 A Promessa do Pai Celestial: A Salvação por meio de Jesus Cristo João 6:37

  • Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. João 6:37

O Evangelho de João, capítulo 6, versículos 37 a 40. Neste trecho, encontramos palavras reconfortantes de nosso amado Salvador, Jesus Cristo. Nestes versículos, Ele nos revela uma promessa maravilhosa, que traz esperança e consolo aos nossos corações. 

Vamos explorar juntos essa passagem e extrair lições preciosas para nossas vidas. Os três tópicos principais que abordaremos são: (1) A promessa divina da salvação, (2) A soberania de Deus na salvação e (3) A garantia eterna daqueles que creem em Jesus.

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I. A Promessa do Pai Celestial é a Divina da Salvação (João 6:37)

No versículo 37, Jesus nos diz: "Todo aquele que o Pai me der virá a mim; e o que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora." Essas palavras revelam a promessa divina de salvação. 

Deus, em seu amor incondicional, planejou uma maneira pela qual podemos ser reconciliados com Ele, e essa maneira é através de seu Filho, Jesus Cristo. Essa promessa não é limitada a uma pessoa específica, mas se estende a todos os que o Pai lhe der. 

A mensagem de salvação é para todos, independentemente de nossa história, pecados ou falhas. Jesus nos acolhe de braços abertos, e quando nos aproximamos dele com fé, ele jamais nos rejeitará.

II. A Soberania do Pai Celestial na Salvação (João 6:38-39)

Nos versículos 38 e 39, Jesus continua: "Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade do Pai que me enviou é esta: que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia." Aqui, encontramos uma profunda revelação sobre a soberania de Deus na salvação. 

Jesus afirma que Ele veio cumprir a vontade do Pai, e a vontade do Pai é que todos aqueles que Ele deu a Jesus não se percam, mas sejam ressuscitados no último dia. Essa soberania divina nos mostra que a salvação é obra exclusiva de Deus. 

III. A Garantia Eterna daqueles que Creem em Jesus (João 6:40)

No versículo 40, Jesus conclui sua mensagem de esperança, dizendo: "Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: que todo aquele que vê o Filho e crê nele tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia." Aqui, Jesus nos assegura a garantia eterna daqueles que colocam sua fé nele. 

A vida eterna é o presente gracioso que Deus nos oferece quando reconhecemos Jesus como nosso Salvador e depositamos nossa confiança nele. Essa promessa é inabalável e nos traz uma esperança inabalável, pois sabemos que, ao crermos em Jesus, seremos ressuscitados no último dia e desfrutaremos da plenitude da vida eterna ao seu lado.

A Promessa do Pai Celestial

Veja também

  1. Estabelecendo Três Metas essenciais para Vida Cristã
  2. Pregação sobre Usos e Costumes
  3. Está aqui quem é Maior que Salomão Mateus 12:42

Conclusão:

As palavras de Jesus em João 6:37-40 são palavras de esperança, consolo e promessa. Elas nos lembram do amor incondicional de Deus e de seu plano redentor por meio de Jesus Cristo. Não importa quem você é ou o que você fez, a promessa divina da salvação se estende a você. Reconheça Jesus como seu Salvador, confie nele e você terá a garantia eterna da vida eterna. Que essas verdades nos encham de gratidão e nos inspirem a compartilhar o Evangelho com outros, para que também possam experimentar a maravilhosa promessa do Pai celestial. Que Deus abençoe a todos vocês. Amém.

3 Metas essenciais para Vida Cristã

 Estabelecimento de Metas para Vida Cristã: Três metas essenciais.

Metas são os “alvos” para os quais apontamos nossas vidas. Metas - aqueles desejos que você gostaria de ver concretizados em sua vida em algum momento. Uma meta envolve ser organizado e planejado em sua vida. Se você já conseguiu algo, não é mais uma meta - é uma realização.  

As metas para o cristão não são baseadas em como nós desejamos viver para nosso próprio prazer e satisfação. Em vez disso, vivemos  para o Senhor. nós somos dEle posse, comprada por um preço - o precioso sangue de Jesus Cristo. Nós pertencemos a Deus, e nossas metas devem ser aquelas que nos liga a Ele.

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 A importância das metas nunca pode ser subestimada. Eles definem a direção, definem a ação e, esperançosamente, trazem sobre uma realização satisfatória em sua vida. Eles podem ser tão simples quanto fazer uma lista do que você se esforça para realizar em um determinado dia.

Como seguidores de Cristo, não somos chamados a viver de forma aleatória ou sem propósito. Pelo contrário, somos desafiados a buscar um crescimento constante em nossa jornada espiritual. Neste sermão, exploraremos a importância de estabelecer metas em três áreas essenciais: oração, dedicação na igreja e adoração. Vamos considerar como definir metas nessas áreas nos ajuda a crescer e a nos tornarmos mais semelhantes a Cristo.


I. Metas de Oração

Versículo: "Orai sem cessar." (1 Tessalonicenses 5:17)


1.1. Tempo dedicado à Oração:

Uma meta importante para nossa vida cristã é estabelecer um tempo diário dedicado à oração. Podemos definir um período específico em nosso dia para nos achegarmos a Deus em oração, buscando intimidade com Ele e apresentando nossas petições e agradecimentos. Essa prática nos ajuda a fortalecer nossa comunhão com o Senhor e a desenvolver uma vida de oração constante.


1.2. Crescimento na Vida de Oração:

Versículo: "A oração de um justo pode muito em seus efeitos." (Tiago 5:16b)


Além de estabelecer um tempo regular de oração, podemos definir metas de crescimento na vida de oração. Podemos buscar aprofundar nosso relacionamento com Deus, desenvolver uma intercessão mais eficaz e aprender a ouvir a voz do Espírito Santo. Ao estabelecer metas para nossa vida de oração, permitimos que a oração se torne uma ferramenta poderosa em nosso crescimento espiritual.


II. Metas de Dedicação na Igreja

"E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras." (Hebreus 10:24)


2.1. Envolvimento na Igreja:

Uma meta importante é buscar uma dedicação ativa em uma igreja. Isso pode envolver participar regularmente dos cultos, envolver-se em ministérios e grupos de estudo bíblico, e buscar relacionamentos saudáveis e edificantes com outros irmãos. O estabelecimento dessa meta nos ajuda a crescer em comunhão e a receber encorajamento e estímulo para nossa jornada cristã.


2.2. Serviço e Contribuição:

"Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma." (Tiago 2:17)


Além de participar ativamente na igreja, podemos estabelecer metas de serviço e contribuição. Isso envolve identificar os dons e talentos que Deus nos deu e buscar maneiras de colocá-los a serviço do corpo de Cristo. Ao estabelecer metas de serviço, podemos ser instrumentos nas mãos de Deus para abençoar e ajudar outras pessoas, e ao mesmo tempo crescer em maturidade e santidade.


III. Metas de Adoração

"Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome." (Hebreus 13:15)


3.1. Cultivar uma Atitude de Adoração:

Uma meta essencial para nossa vida cristã é cultivar uma atitude de adoração constante. Isso envolve reconhecer a grandeza de Deus, expressar gratidão e louvor, e render nossas vidas como oferta viva a Ele. Ao estabelecer metas de adoração, buscamos fortalecer nossa conexão com Deus e nos tornar verdadeiros adoradores em espírito e em verdade.


3.2. Busca por uma Adoração Autêntica:

Versículo: "Mas a hora vem e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." (João 4:23)


Além de cultivar uma atitude de adoração, podemos estabelecer metas de busca por uma adoração autêntica. Isso envolve abrir nosso coração diante de Deus, permitir que o Espírito Santo nos guie na adoração e buscar uma experiência genuína com o Senhor. Ao estabelecer metas de adoração autêntica, nos aproximamos mais de Deus e experimentamos uma comunhão mais profunda com Ele.

Estabelecimento de Metas para Vida Cristã

Veja também

  1. 7 Coisas que Acontecem Quando Vamos à Igreja Esporadicamente
  2. 9 Coisas que Acontecem Quando Vamos ao Culto
  3. Tudo Falha sem o Amor 1 Coríntios 13:1-8

Conclusão:

O estabelecimento de metas para nossa vida cristã é uma forma de buscar um crescimento intencional em nossa jornada espiritual. Ao estabelecer metas de oração, dedicação na igreja e adoração, buscamos nos aproximar mais de Deus e nos tornar mais semelhantes a Cristo. Que possamos ser disciplinados e perseverantes na busca dessas metas, confiando que o Espírito Santo nos capacitará a alcançá-las. Que nossa vida cristã seja marcada por um progresso constante e por uma devoção cada vez maior a Deus. Em nome de Jesus, amém.

Deus Espera o Nosso Feedback: O que Fazer?

Deus Espera o Nosso Feedback

Você Já falou com Deus hoje? Você já adorou a Deus hoje? Você tem obedecido a Deus?

A importância do feedback que oferecemos a Deus. Em nosso relacionamento com Ele, não somos apenas beneficiados por Sua graça e amor, mas também somos chamados a expressar nossa resposta a Ele. Neste sermão, exploraremos a ideia de que Deus espera nosso feedback em três áreas cruciais: na oração, na obediência e na adoração. Vamos considerar a importância de darmos retorno a Deus em cada uma dessas áreas.

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I. Feedback na Oração

"E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho." (João 14:13)


1.1. Expressando Nossos Anseios e Preocupações:

A oração é um meio pelo qual nos comunicamos com Deus, e Ele espera que compartilhemos com Ele nossos anseios, preocupações e necessidades. Ele deseja que confiemos Nele e coloquemos diante Dele tudo o que está em nosso coração. Através do feedback na oração, expressamos nossa dependência de Deus e permitimos que Ele atue em nossas vidas.


1.2. Agradecendo e Louvando a Deus:

"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." (1 Tessalonicenses 5:18)


Além de apresentar nossas petições, a oração também é um momento para agradecermos e louvarmos a Deus. Quando oferecemos feedback de gratidão, reconhecemos Suas bênçãos e misericórdias em nossa vida. Através da adoração e do louvor, demonstramos nosso reconhecimento e apreço por tudo o que Ele fez por nós.


II. Feedback na Obediência

"Porque eis que o Senhor, o Senhor dos Exércitos, tirará de Jerusalém e de Judá o sustento e o apoio, todo o sustento de pão e todo o sustento de água; o sustento do valente e do guerreiro, o juiz e o profeta, o adivinho e o ancião, o capitão de cinquenta e o respeitável, o conselheiro, o hábil artífice e o hábil encantador." (Isaías 3:1-3)


2.1. Obedecendo à Palavra de Deus:

Deus espera que obedeçamos aos Seus mandamentos e ensinamentos, expressando assim nosso feedback na obediência. Através da nossa submissão à Sua vontade, demonstramos nosso amor e confiança em Sua sabedoria e autoridade. A obediência é uma forma de responder ao chamado de Deus e de demonstrar nossa devoção a Ele.


2.2. Confiança e Entrega Total:

Versículo: "Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento." (Provérbios 3:5)


Quando confiamos em Deus e entregamos nossa vontade à Dele, estamos oferecendo um feedback de total confiança e dependência. Reconhecemos que Suas instruções são para o nosso bem e que Ele sabe o que é melhor para nós. Através da obediência, expressamos nosso feedback de que Deus é digno de nossa confiança e que acreditamos em Seu cuidado por nós.


III. Feedback na Adoração

"Adorai ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico." (Salmos 100:2)


3.1. Expressando Amor e Devoção:

A adoração é uma resposta natural ao amor e à graça de Deus em nossas vidas. Quando oferecemos feedback na adoração, estamos expressando nosso amor, reverência e devoção a Ele. A adoração envolve não apenas cânticos e palavras, mas também um coração que se entrega completamente a Deus, reconhecendo Sua grandeza e majestade.


3.2. Dedicando Nossas Vidas a Ele:

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." (Romanos 12:1)


Ao oferecermos feedback na adoração, também estamos dedicando nossas vidas inteiramente a Deus. Ele espera que coloquemos nossos talentos, recursos e tempo a serviço do Seu reino. A adoração verdadeira envolve uma entrega total de nós mesmos a Ele, reconhecendo que nossa vida é para Sua glória e Seu propósito.

Deus Espera o Nosso Feedback

Veja também

  1. 5 Comportamentos Destrutivos na Vida do Crente
  2. Jesus se importa.
  3. +100 Pregações para Culto de Doutrina

Conclusão:

Deus espera nosso feedback em todas as áreas da nossa vida. Ele deseja que nos aproximemos Dele na oração, expressando nossos anseios e agradecimentos. Ele espera nossa obediência, demonstrando nossa confiança e devoção a Ele. E Ele anseia por nossa adoração, onde entregamos nossas vidas inteiramente a Ele. Que possamos sempre lembrar que nosso relacionamento com Deus é dinâmico, e Ele deseja ouvir de nós. Que nosso feedback seja uma expressão de amor, gratidão e submissão a Ele. Que o Senhor nos abençoe e nos capacite a oferecer a Ele o feedback que Ele espera.

Os Valores Pessoais e os Princípios Bíblicos na Vida Cristã

Os Valores Pessoais e os Princípios Bíblicos na Vida Cristã

Quais são os seus valores pessoais? Você tem se norteado por princípios bíblicos?

Um tema essencial em nossa jornada cristã: os valores pessoais e os princípios bíblicos que devem nortear nossa vida. Vivemos em uma sociedade que nos bombardeia com diferentes ideias e crenças, e é fundamental que tenhamos uma base sólida e clara para tomar decisões e viver uma vida cristã autêntica. Neste sermão, exploraremos a importância de alinhar nossos valores pessoais aos princípios bíblicos, examinando três tópicos fundamentais.

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Assuntos de grande valor
  • Deus é incrível e sem igual (Is 46: 5-11).
  • A alma do homem é de valor incomparável (Mateus 16: 26).
  • A salvação do homem não pode ser equiparada materialmente (Mt 5: 10-12).
  • Ter uma igreja local sólida não tem preço (Hb 10:25).
  • Paz de espírito significa muito (João 14:26, 27).
  • A boa saúde deve ser altamente estimada (3 João 1, 2).
  • Uma boa família (Ef 5: 22-6: 4).

I. A Fonte dos Nossos Valores 

"Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos." (Salmos 32:8)

1.1. Reconhecendo a Autoridade das Escrituras: Como cristãos, acreditamos que a Palavra de Deus, a Bíblia, é a autoridade máxima para a orientação dos nossos valores. Ela é o nosso guia seguro e confiável, fornecendo princípios e direcionamentos para cada área da nossa vida. Devemos ter a disposição de estudar as Escrituras, meditar sobre elas e permitir que elas moldem nossos valores e decisões.

1.2. Buscando a Sabedoria Divina: Versículo: "Se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto; e ser-lhe-á dada." (Tiago 1:5)

Além de estudar as Escrituras, devemos buscar a sabedoria divina por meio da oração. Quando enfrentamos dilemas éticos ou tomadas de decisão, podemos recorrer a Deus em busca de sabedoria e discernimento. Ele promete nos dar sabedoria generosamente, para que possamos viver de acordo com os valores que Ele estabeleceu em Sua Palavra.

II. Alinhando Nossos Valores aos Princípios Bíblicos 

"Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; une o meu coração ao temor do teu nome." (Salmos 86:11)

2.1. O Valor da Santidade: A santidade é um valor fundamental na vida cristã. Devemos buscar a pureza de coração e uma conduta moral que reflita os padrões bíblicos. A Palavra de Deus nos chama a sermos santos, separados do pecado e consagrados ao Senhor. Precisamos alinhar nossos valores pessoais à santidade que Deus nos chama a viver.

2.2. O Valor do Amor e da Compaixão: Versículo: "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." (João 13:35)

Jesus nos ensinou o valor do amor e da compaixão. Devemos valorizar o amor incondicional pelos outros, demonstrando compaixão, bondade e serviço. Nossos valores pessoais devem refletir o amor que Deus nos mostrou através de Jesus Cristo, buscando amar e servir ao próximo como Ele nos amou.

III. Vivendo uma Vida Coerente com Nossos Valores 

"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor." (1 Coríntios 15:58)

3.1. Integridade em Todas as Áreas da Vida: Devemos buscar viver uma vida coerente com os valores que abraçamos como cristãos. Nossas palavras, ações, relacionamentos e decisões devem estar alinhados com os princípios bíblicos que adotamos. A integridade é essencial para que sejamos testemunhas autênticas do amor e da verdade de Cristo.

3.2. Testemunho Vivo: "Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus." (Mateus 5:16)

Ao vivermos de acordo com nossos valores pessoais e os princípios bíblicos, nosso testemunho se torna poderoso e impactante. Nossas ações falam mais alto do que palavras, e devemos permitir que nossa vida seja um reflexo do caráter de Cristo. Assim, podemos glorificar a Deus e levar outros a conhecerem o Seu amor.

Os Valores Pessoais e os Princípios Bíblicos na Vida Cristã

Veja também

  1. Pregação sobre Usos e Costumes
  2. Como Deus Fala Comigo?
  3. 7 Características do Servo do Deus Vivo
  4. +100 Pregações para Culto de Doutrina

Conclusão: 

Os valores pessoais e os princípios bíblicos são fundamentais para nossa vida cristã. À medida que alinhamos nossos valores à Palavra de Deus, encontramos uma base sólida para tomar decisões e viver uma vida coerente com o chamado de Cristo. Que busquemos constantemente conhecer as Escrituras, orar por sabedoria e viver de acordo com os valores divinos. Que nossas vidas sejam testemunhos vivos do amor, da santidade e da compaixão que Deus nos chama a viver. Que o Senhor nos abençoe e nos capacite a vivermos uma vida que glorifica o Seu nome. 


Pregação para Jovens Desbravadores: Autoeficácia para evangelizar

 O Jovem desbravador Desenvolve a Autoeficácia para Evangelizar

A base para se tornar um jovem desbravador está no conhecimento da Palavra de Deus. Quanto mais estudamos e nos aprofundamos nas Escrituras, mais segurança teremos ao compartilhar a mensagem do evangelho. Devemos buscar constantemente o crescimento espiritual através da leitura, estudo e meditação na Palavra de Deus.

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1. Jovens Desbravadores saem da Zona de Conforto:

Muitas vezes, a falta de autoeficácia para evangelizar está ligada ao medo do desconhecido e à resistência em sair da nossa zona de conforto. Precisamos estar dispostos a superar nossos receios e agir com ousadia, confiando que Deus está conosco em cada passo. À medida que nos dispomos a agir, Deus nos capacita e abre portas para compartilhar Sua mensagem.

Nossa Herança de Evangelismo Pessoal

  • a. Jesus Cristo é nosso melhor exemplo de evangelismo pessoal (Lucas 19:10).  
  • b. Jesus morreu pelos pecados do mundo inteiro (João 3:16).
  • c. Ele ensinou multidões, mas também ensinou indivíduos.
  • d. Cristo morreu pelos seres humanos individualmente (Gálatas 2:20).
  • e. Jesus veio buscar e salvar os perdidos (Lucas 19:10).

2. Jovens Desbravadores Aprendem com a Experiência:

Versículo: "Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo." (Tiago 3:2)

À medida que nos envolvemos na tarefa de evangelizar, encontraremos desafios e momentos de aprendizado. Precisamos estar dispostos a aprender com essas experiências e aprimorar nossas habilidades. Cada oportunidade de evangelizar nos ensina lições valiosas e nos ajuda a crescer em nossa autoeficácia e confiança em Deus.

A experiência o torna separado para o evangelho de Deus” (Rom. 1: 1-16).

  • (a) Um desejo santo de compartilhar dons espirituais (Romanos 1:11).
  • (b) Um propósito sagrado de dar frutos (Rom. 1:13).
  • (c) A sagrada obrigação de pagar uma dívida espiritual (Rom. 1:14).
  • (d) Um santo desejo de compartilhar o evangelho (Rom. 1:15).
  • (e) Uma santa ousadia para exaltar a cruz (Rom. 1:16).

3. Jovens Desbravadores Confiam no Senhor

Confiança em Deus Versículo: "Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento." (Provérbios 3:5)

Reconhecendo nossa Dependência em Deus: Antes de começarmos a falar sobre a autoeficácia para evangelizar, é importante entender que nossa confiança não está baseada apenas em nossas próprias habilidades ou conhecimentos. A verdadeira fonte da nossa autoeficácia está em Deus, pois é Ele quem nos capacita e guia. Devemos confiar em Sua sabedoria e buscar Seu auxílio em todas as situações.

4. Jovens Desbravadores são Cheios do Espírito

O Poder do Espírito Santo: Versículo: "Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra." (Atos 1:8)

Quando nos sentimos incapazes ou inseguros em relação à evangelização, precisamos lembrar do poder do Espírito Santo que habita em nós. Ele nos capacita e nos dá as palavras certas para compartilhar a mensagem do evangelho. É através da obra do Espírito Santo que somos transformados e capacitados a sermos testemunhas eficazes.

5. Jovens Desbravadores são Comprometidos com Deus

Praticando a Oração:

"Orai sem cessar." (1 Tessalonicenses 5:17)

A oração desempenha um papel vital em nosso crescimento espiritual e no fortalecimento da nossa autoeficácia para evangelizar. Devemos buscar momentos de comunhão íntima com Deus, pedindo orientação, sabedoria e coragem para compartilhar o evangelho. Através da oração, somos capacitados e fortalecidos pelo poder de Deus.

"Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma." (Tiago 2:17)

Pregação para Jovens Desbravadores: Autoeficácia para evangelizar

Veja também

Conclusão:

O chamado para evangelizar é um privilégio e uma responsabilidade que Deus nos deu. No entanto, muitas vezes, nos sentimos limitados pela falta de autoeficácia. Lembremo-nos de que nossa confiança não está em nós mesmos, mas em Deus, que nos capacita e nos fortalece. Busquemos conhecimento em Sua Palavra, pratiquemos a oração constante e ajamos com ousadia, saindo da nossa zona de conforto. Quando agimos com autoeficácia, confiando em Deus, somos instrumentos poderosos em Suas mãos para alcançar vidas e transformar o mundo ao nosso redor. Que o Senhor nos abençoe e nos capacite a sermos crentes com autoeficácia para evangelizar.

7 Coisas que Acontecem Quando Vamos à Igreja Esporadicamente

 7 Coisas que Acontecem Quando Vamos à Igreja Esporadicamente

A importância da frequência regular na igreja e as consequências de uma participação esporádica. A igreja é um lugar onde podemos nos reunir como comunidade de fé, adorar a Deus e crescer em nosso relacionamento com Ele e com nossos irmãos. No entanto, quando negligenciamos a participação constante na igreja, várias coisas podem acontecer que nos afastam do propósito de Deus para nossas vidas.

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1. Demonstramos Prioridade Equivocada (Mateus 6:33)

Ao irmos à igreja esporadicamente, estamos demonstrando uma prioridade equivocada em nossas vidas. Colocamos outras atividades e interesses acima do nosso relacionamento com Deus e do cumprimento de Sua vontade. Deus nos chama a buscá-Lo em primeiro lugar e a colocá-Lo como a prioridade máxima em nossas vidas.


2. Damos um Mau Exemplo (1 Timóteo 4:12)

Quando vamos à igreja de forma esporádica, estamos dando um mau exemplo aos outros. Nossa ausência frequente transmite uma mensagem de falta de compromisso e devoção a Deus e à comunidade de fé. Somos chamados a ser modelos de discipulado, inspirando outros a seguirem o caminho de Cristo. Uma participação inconsistente na igreja pode prejudicar nosso testemunho e influência positiva sobre aqueles ao nosso redor.


3. Mostramos um Amor Vacilante por Deus (João 14:15)

A frequência irregular na igreja pode revelar um amor vacilante por Deus. Quando amamos a Deus verdadeiramente, desejamos estar na Sua presença, buscar Sua Palavra e adorá-Lo com a comunidade de fé. Nosso amor por Deus é demonstrado por nossa obediência e dedicação em servir e adorar a Ele.


4. Perdemos Oportunidades de Encorajar Nossos Irmãos (Hebreus 10:25)

A igreja é um lugar de comunhão e encorajamento mútuo. Quando vamos à igreja esporadicamente, perdemos a oportunidade de encorajar e ser encorajados pelos nossos irmãos. Nossa presença regular na igreja nos permite compartilhar alegrias e tristezas, apoiar uns aos outros e fortalecer os laços de amor e comunhão.

5. Deixamos de Fazer o que Sabemos ser Bom (Tiago 4:17)

A negligência na participação regular na igreja é uma omissão de fazer o que sabemos ser bom. A Bíblia nos exorta a nos reunirmos como comunidade de fé, a adorar a Deus e a crescer juntos em nossa fé. Ao deixarmos de fazer isso, estamos desobedecendo à Palavra de Deus e perdendo a oportunidade de experimentar plenamente Suas bênçãos e propósitos em nossas vidas.

6. Falhamos em Seguir os Passos de Cristo (1 Pedro 2:21)

Jesus é o nosso maior exemplo de vida. Quando negligenciamos a participação regular na igreja, estamos falhando em seguir os passos de Cristo. Ele mesmo frequentava a sinagoga regularmente e se reunia com outros crentes. Seguir a Cristo implica em imitar Seu estilo de vida, inclusive em nossa participação fiel na comunidade de fé.

7. Falhamos em Dar a Deus a Glória que Ele Merece (Efésios 3:21)

Quando vamos à igreja esporadicamente, falhamos em dar a Deus a glória que Ele merece. A igreja é um lugar de adoração coletiva, onde podemos elevar nossas vozes e corações para louvar e glorificar o nome do Senhor. Ao negligenciar nossa participação constante na igreja, estamos privando a Deus da adoração e honra que Ele merece.

7 Coisas que Acontecem Quando Vamos à Igreja Esporadicamente

Veja também

  1. 9 Coisas que Acontecem Quando Vamos ao Culto
  2. Tudo Falha sem o Amor 1 Coríntios 13:1-8
  3. Pregação Quem me vê, vê o Pai. João 14:9
  4. +100 Pregações para Culto de Homens (Varões)

Conclusão:

A frequência regular na igreja é essencial para o nosso crescimento espiritual e nosso testemunho cristão. Quando vamos à igreja esporadicamente, demonstramos prioridade equivocada, damos um mau exemplo, mostramos um amor vacilante por Deus, perdemos oportunidades de encorajar nossos irmãos, deixamos de fazer o que sabemos ser bom, falhamos em seguir os passos de Cristo e deixamos de dar a Deus a glória que Ele merece. Que possamos reconhecer a importância da igreja em nossas vidas e nos comprometermos a ser participantes ativos na comunidade de fé, buscando a Deus e crescendo juntos como discípulos de Cristo.

9 Coisas que Acontecem Quando Vamos ao Culto

9 Coisas que Acontecem Quando Vamos ao Culto

Reunir-se como comunidade de fé é uma parte essencial do crescimento espiritual e uma oportunidade para nos aproximarmos mais do Senhor e uns dos outros. Neste sermão, examinaremos nove coisas que acontecem quando vamos ao culto e como elas podem transformar nossas vidas.

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1. Quando vamos ao culto Buscamos Primeiro o Reino de Deus (Mateus 6:33)

Ao priorizarmos a participação no culto, estamos colocando Deus em primeiro lugar em nossas vidas. Estamos demonstrando nossa disposição de buscar Sua vontade e nos submetermos ao Seu senhorio. Ao investirmos nosso tempo e energia no culto, estamos afirmando que Deus é a nossa prioridade máxima.


2. Quando vamos ao culto Aumentamos Nosso Conhecimento (2 Timóteo 2:15)

O culto é uma oportunidade para aprendermos mais sobre a Palavra de Deus. Por meio da pregação, do ensino e do louvor, somos expostos às verdades bíblicas e recebemos insights que nos ajudam a crescer em nossa fé. Cada culto é uma oportunidade para aumentar nosso conhecimento e compreensão da Palavra de Deus.


3. Quando vamos ao culto Somos Edificados Espiritualmente (Atos 20:32)

O culto é um momento de edificação espiritual. À medida que ouvimos a Palavra de Deus, adoramos e nos envolvemos em comunhão com outros crentes, nossos corações são fortalecidos e renovados. O Espírito Santo trabalha em nós durante o culto, edificando-nos e transformando-nos à imagem de Cristo.


4. Quando vamos ao culto Fortalecemos a Congregação (1 Tessalonicenses 5:11)

Ao participarmos do culto, estamos contribuindo para o fortalecimento da congregação. Nossa presença, adoração e encorajamento mútuo são vitais para a saúde e o crescimento da igreja. No culto, podemos compartilhar experiências, orar uns pelos outros e fortalecer os laços de amor e comunhão que nos unem como família de fé.


5. Quando vamos ao culto Damos um Bom Exemplo (Mateus 5:16; 1 Timóteo 4:12)

Quando vamos ao culto regularmente, estamos dando um bom exemplo aos outros. Nossa dedicação ao culto demonstra nosso compromisso com a fé e inspira outros a seguir o mesmo caminho. Devemos ser modelos de discipulado e mostrar aos outros o valor e a importância de se reunir para adorar a Deus.


6. Quando vamos ao culto Demonstramos Amor a Deus (1 João 5:3; João 14:21-24)

Ao participarmos do culto, estamos demonstrando nosso amor a Deus. Estamos obedecendo ao Seu mandamento de adorá-Lo e buscá-Lo de todo o coração. Nosso comparecimento ao culto é um ato de amor e submissão a Deus, uma expressão de gratidão por tudo o que Ele tem feito por nós.


7. Quando vamos ao culto Apoiamos a Pregação do Evangelho (1 Coríntios 1:21)

Quando vamos ao culto, estamos apoiando a pregação do evangelho. O culto é um momento em que a Palavra de Deus é proclamada e vidas são alcançadas e transformadas. Ao participarmos do culto, estamos contribuindo para o avanço do Reino de Deus, ajudando a levar a mensagem do evangelho a outras pessoas.


8. Quando vamos ao culto Nos Preparamos para a Eternidade (Mateus 25:46)

O culto nos ajuda a nos preparar para a eternidade. À medida que ouvimos a Palavra de Deus, nos arrependemos de nossos pecados, recebemos perdão e nos consagramos a viver de acordo com os princípios do Reino. O culto nos lembra da brevidade desta vida e da importância de investirmos em coisas eternas.


9. Quando vamos ao culto Glorificamos a Deus (1 Coríntios 10:31)

Por fim, quando vamos ao culto, estamos glorificando a Deus. Nosso louvor, adoração e participação no culto são uma resposta ao Seu amor, graça e bondade em nossas vidas. Nossa presença no culto é uma expressão de gratidão e reverência a Deus, e Ele é glorificado por meio de nossas ações e atitudes durante esse tempo especial de comunhão com Ele e com os outros crentes.

9 Coisas que Acontecem Quando Vamos ao Culto

Veja também

  1. Tudo Falha sem o Amor 1 Coríntios 13:1-8
  2. Pregação Quem me vê, vê o Pai. João 14:9
  3. Pregação Jesus o Bom Pastor João 10:14
  4. +100 Pregações para Culto de Homens (Varões)

Conclusão:

O culto é um momento sagrado e transformador em nossas vidas. Quando vamos ao culto, buscamos a Deus em primeiro lugar, aumentamos nosso conhecimento, somos edificados espiritualmente, fortalecemos a congregação, damos um bom exemplo, demonstramos amor a Deus, apoiamos a pregação do evangelho, nos preparamos para a eternidade e glorificamos a Deus. Que possamos valorizar o culto e fazer dele uma prioridade em nossa vida, para que experimentemos plenamente essas bênçãos e sejamos transformados por Sua presença.

5 Comportamentos Destrutivos na Vida do Crente

5 Comportamentos Destrutivos na Vida do Crente

Os comportamentos destrutivos que devemos evitar como crentes. A vida do cristão é chamada a ser um reflexo do caráter de Cristo, e isso inclui a maneira como nos relacionamos e nos comportamos. Neste sermão, examinaremos cinco comportamentos específicos que podem prejudicar nossas vidas e testemunho. Vamos refletir sobre como podemos evitá-los e viver de acordo com a vontade de Deus.

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1. Não Julgue (Romanos 14:13)

Um comportamento destrutivo que devemos evitar é o julgamento. Como crentes, não devemos assumir o papel de juízes, condenando ou criticando os outros. Cabe a Deus julgar os corações e motivos das pessoas. Em vez disso, devemos nos concentrar em viver uma vida de amor, humildade e compreensão, estendendo a graça e o perdão aos outros.


2. Não Fale Mal um do Outro (Tiago 4:11)

A língua tem um poder tremendo, e é importante que usemos nossas palavras com sabedoria e cuidado. Falar mal uns dos outros é prejudicial tanto para quem fala quanto para quem ouve. Nossas palavras devem ser edificantes e encorajadoras, buscando promover a paz e a unidade no corpo de Cristo. Devemos cultivar um coração cheio de amor e misericórdia, evitando a fofoca, a difamação e o discurso negativo.


3. Não Murmure Contra (Tiago 5:9)

O murmúrio é um comportamento destrutivo que mina a comunhão e a harmonia entre os crentes. Quando murmuramos, estamos expressando insatisfação e reclamação em relação aos outros ou às circunstâncias. Em vez de murmurar, devemos buscar a resolução pacífica de conflitos e problemas, falando diretamente com a pessoa envolvida ou buscando a orientação de líderes e mentores espirituais. A murmuração só gera divisão e ressentimento.


4. Não Destrua um ao Outro (Gálatas 5:14-15)

O apóstolo Paulo nos adverte sobre o perigo de destruir uns aos outros por meio de palavras e ações prejudiciais. Em vez disso, somos chamados a amar uns aos outros como a nós mesmos. O amor é a base do relacionamento cristão e nos impede de prejudicar ou ferir nossos irmãos. Devemos buscar a reconciliação, perdoar e tratar uns aos outros com bondade, respeito e compaixão.


5. Não Minta (Colossenses 3:9)

A mentira é um comportamento que contradiz a verdade e a justiça de Deus. Como crentes, somos chamados a ser pessoas de integridade e honestidade. Mentir não apenas prejudica os outros, mas também prejudica nossa própria consciência e relacionamento com Deus. Devemos buscar a verdade em todas as áreas de nossas vidas e falar com sinceridade, mesmo que seja difícil.

5 Comportamentos Destrutivos na Vida do Crente

Veja também

  1. Jesus se importa.
  2. 5 Características da Coroa da Vitória
  3. 5 Formas erradas de Cobrir o Pecado

Conclusão:

Queridos irmãos e irmãs, à medida que crescemos na fé, devemos estar conscientes dos comportamentos destrutivos que podem afetar nossas vidas e o testemunho cristão. O julgamento, falar mal, murmurar, destruir uns aos outros e mentir são atitudes que não condizem com a vida transformada por Cristo. Em vez disso, somos chamados a viver uma vida de amor, compaixão, honestidade e perdão.


Que o Espírito Santo nos capacite a abandonar esses comportamentos destrutivos e a nos aproximarmos mais de Cristo, buscando viver de acordo com Sua vontade. Que nosso testemunho seja marcado por relacionamentos saudáveis, palavras edificantes e uma conduta que honra a Deus.

 

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