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3 Personagens Memoráveis ​​das Parábolas de Jesus.

 "Lições Transformadoras das Parábolas de Jesus"


Introdução:

Exploraremos três parábolas poderosas que Jesus compartilhou conosco. Cada uma delas revela verdades profundas sobre o amor, compaixão, perdão e a importância da persistência na oração. Vamos examinar essas histórias e extrair lições transformadoras para nossas vidas.

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I. Um Filho Pródigo que Voltou para Casa (Lucas 15:11-32)

A primeira parábola nos leva à história do filho pródigo, um jovem que pediu sua herança, desperdiçou tudo em uma vida desregrada e, em seguida, se encontrou desamparado. Ao retornar para casa, seu pai corre ao seu encontro com amor e perdão. Essa parábola nos ensina sobre o amor incondicional de Deus, que está sempre pronto para nos receber de volta, independentemente de nossos erros. É uma lembrança da graça abundante que nos é oferecida.

Aceitando o Perdão Divino: Da mesma forma que o filho pródigo foi recebido com amor pelo pai, lembremo-nos de que não há erro tão grande que Deus não esteja pronto para perdoar. Aceitemos o perdão divino e busquemos uma vida transformada.

II. Um Samaritano que Ajudou um Ferido (Lucas 10:25-37)

A segunda parábola nos apresenta o bom samaritano, um estrangeiro que demonstra compaixão por um ferido à beira da estrada. Enquanto outros passam por ele, o samaritano cuida de suas feridas e o leva a um lugar seguro. Essa história desafia nossa compreensão de amor ao próximo e destaca que a compaixão não conhece fronteiras ou preconceitos. Jesus nos chama a amar e servir uns aos outros independentemente de nossas diferenças.

Praticando a Compaixão: Assim como o bom samaritano demonstrou compaixão além das barreiras sociais, busquemos oportunidades para servir e amar aqueles que estão ao nosso redor, independentemente de sua origem ou história.

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III. Uma Viúva que Implorou a um Juiz Injusto (Lucas 18:1-5)

A terceira parábola nos leva a uma viúva persistente que busca justiça de um juiz insensível. Apesar de ser ignorada inicialmente, ela continua a implorar até que o juiz finalmente a atende para se livrar de sua persistência. Jesus usa essa parábola para nos ensinar sobre a importância da persistência na oração. Ele nos encoraja a buscar a Deus com fé contínua, sabendo que Ele ouve e responde às nossas súplicas.

Persistindo na Oração: Inspirados pela viúva persistente, cultivemos uma vida de oração constante. Não desanimemos quando as respostas parecerem demoradas. Deus, o Justo Juiz, nos ouve e responde no tempo certo.

3 Personagens Memoráveis ​​das Parábolas de Jesus.

Confira também

  1. Joio e do Trigo Mateus 13:24-30
  2. A parábola dos Talentos. Mateus 25:14-30
  3. A Ovelha Perdida Luc 15:3-6

Conclusão:

Essas parábolas nos oferecem lições profundas sobre o caráter de Deus e como devemos viver como Seus seguidores. Que possamos aplicar essas verdades em nossa jornada de fé, buscando o perdão, praticando a compaixão e persistindo na oração. Que o Espírito Santo nos capacite a viver de acordo com essas lições, transformando nossas vidas e impactando o mundo ao nosso redor para a glória de Deus. Em nome de Jesus. 

Parábola Vinho Novo em Odres Novos vs Odres Velhos

 Parábola Vinho Novo em Odres Novos vs Odres Velhos

  • E ninguém deita vinho novo em odres velhos; de outra sorte o vinho novo romperá os odres, e entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão; Mas o vinho novo deve deitar-se em odres novos, e ambos juntamente se conservarão. Lucas 5:37,38

Vinho novo em em odres velhos é uma parábola de Jesus. Isso é encontrado em Mateus9:14-17, Marcos 2:18-22e Lucas 5:33-39. As parábolas seguem o recrutamento de Levi como discípulo de Jesus, e parecem ser parte de uma discussão em um banquete oferecido por ele. 

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 Encontramos essa parábola em Lucas 5:37-38: "E ninguém deita vinho novo em odres velhos; de outra sorte o vinho novo romperá os odres, e entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão; Mas o vinho novo deve deitar-se em odres novos, e ambos juntamente se conservarão."

Essa parábola, também registrada em Mateus 9 e Marcos 2, nos mostra a natureza transformadora da mensagem de Cristo e a necessidade de um coração e uma mente dispostos a abraçá-la.


I. A Parábola dos Odres: Uma Lição do Cotidiano

Para entender plenamente o que Jesus nos ensina, precisamos nos transportar para o contexto do primeiro século.

A. Odres: Recipientes Antigos

Os odres eram feitos de peles de animais, usados para armazenar líquidos. No início, quando novos, eram flexíveis e se expandiam com a fermentação do vinho novo, que produz gases. No entanto, com o tempo, eles se tornavam secos e rígidos.

B. O Perigo do Vinho Novo em Odres Velhos

Quando o vinho novo, ainda em processo de fermentação, era colocado em odres velhos, a pressão dos gases internos era demais para a pele rígida. O resultado? Os odres se rompiam, e o vinho, precioso e dinâmico, se perdia. O principal objetivo aqui não era preservar os odres, mas sim guardar o vinho!

C. A Solução: Odres Novos

Os odres novos eram flexíveis e podiam se expandir com o vinho. Por isso, "vinho novo deve ser posto em odres novos". Essa era a única forma de garantir que o vinho, essa força vital e em expansão, fosse preservado.


II. Jesus: O Vinho Novo e Dinâmico

A parábola dos odres não é apenas sobre a fermentação do vinho; é uma poderosa metáfora para a mensagem e a pessoa de Jesus Cristo. Ela surge num contexto de conflito com os líderes religiosos da época.

A. O Conflito com os Líderes Religiosos

Jesus frequentemente se deparava com os escribas (teólogos e advogados da época) e os fariseus (líderes leigos devotados). Eles se viam como guardiões da Lei de Israel e da reputação de Deus, mas suas mentes estavam presas a tradições e rituais que os impediam de ver a novidade que Jesus trazia.

B. A Palavra de Jesus: Vinho Novo

Jesus explica que Sua palavra e o Espírito que a acompanha são como o vinho novo: poderosos, dinâmicos e até mesmo "explosivos" em sua capacidade de transformar vidas. A Palavra de Deus não é estática; ela é viva e eficaz, como nos diz Hebreus 4:12: "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração."

C. Os Fariseus: Odres Velhos

Os fariseus, com sua rigidez e apego inquebrantável às suas próprias interpretações da Lei, eram como odres velhos. Eles não conseguiam receber a preciosa Palavra de Deus que Jesus trazia. Seus corações não cresceram para entender o verdadeiro coração de Deus. Eram orgulhosos, teimosos e legalistas, e, nesse estado, tornaram-se inúteis para o propósito de Deus.


III. Sendo Odres Novos para o Vinho de Cristo

Amados, Jesus deseja derramar Seu vinho novo em nós. Ele anseia por encher nossos corações com o amor de Deus e a verdadeira alegria. Mas para que isso aconteça, para que esse vinho não se perca, devemos ser como odres novos.

A. Disposição para Aprender e Mudar

Ser um "odre novo" significa estar disposto a aprender e disposto a mudar. Não podemos nos apegar a velhas ideias, preconceitos ou formas de pensar que nos impedem de ouvir e receber a verdade de Jesus.

B. Humildade para Obedecer

Significa ser humilde o suficiente para obedecer à Palavra de Jesus como ela é, sem tentar adaptá-la às nossas próprias velhas estruturas. A obediência deve ser simples e absoluta.

C. Compromisso com Jesus

É fazer um compromisso claro de seguir Jesus como a prioridade máxima em nossas vidas. Aqueles que fazem isso, que abrem seus corações e mentes para o vinho novo de Cristo, podem crescer infinitamente em seu relacionamento com Ele e se tornar grandes servos de Deus, instrumentos poderosos em Suas mãos.

Parábola Vinho Novo em Odres Novos vs Odres Velhos

Veja também

Não permitamos que a rigidez de nossas próprias tradições, de nosso orgulho ou de nossa teimosia impeça o Espírito Santo de trabalhar em nós. Sejamos odres novos, prontos para receber e reter o vinho precioso da vida que Jesus nos oferece.

Que o Senhor nos ajude a sermos sempre odres novos, para que Seu vinho precioso, o vinho de Sua presença e de Sua verdade, possa fluir livremente através de nós. Amém.

A Viúva e o Juiz Injusto Lucas 18:1-8

 A Viúva e o Juiz Injusto Lucas 18:1-8

A parábola começa com "Os homens devem orar sempre e não desanimar". Isso significa que a oração persistente é exigido dos santos; devemos perseverar na oração. Não devemos desanimar, o que significa não perder coração ou desistir. 

Por que? Porque há grandes recompensas, pois Deus sempre responde com a resposta certa
no tempo certo! (Lucas 18:1). 

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Jesus continua dizendo que havia "numa cidade um juiz que não temia a Deus, e nem atentou para o homem " (Lucas 18:2). Uma viúva continuou vindo, querendo justiça contra seu adversário ( Lucas 18:1-3 ).

O juiz não quis. Ele não temeu a Deus nem aos homens (Lucas 18:4). Ele disse : "No entanto, porque esta viúva me incomoda (sua persistência o perturbou), vou vingá-la, para que ela não venha a me cansar" (Lucas 18:5). Isso significa que o juiz honrou seu pedido porque ela continuou indo e vindo; implora e suplica, e não deixe ele descansar. 

Ela não ficaria em silêncio! Não importa quanto tempo antes da resposta. 

Santos tem que ser persistente para receber a resposta Daquele que pode dar a resposta. Sua recompensa é grande! ( Lucas 18:4-5 ).

Mas, por outro lado, Jesus o chama de "juiz injusto". - Por que? - Porque ele não tinha medo de Deus, e
importava-se ainda menos com o que os homens diziam. Ele não se importava com a consciência ou a lei (mas era um juiz). Jesus disse-lhes para ouvir o que o juiz injusto disse de si mesmo (Lucas 18:6). Então, ele sendo um juiz injusto do mal, podia ser desgastado.

"Você não acha que Deus certamente fará justiça ao Seu povo que pleiteia com Ele dia e noite?"
O ponto é: Deus atende Seus filhos que perseveram em oração; clamando dia e noite quando um inimigo vem contra eles (18:7). Sua atuação será rapidamente para Seus eleitos, ou seja, em Seu tempo Ele agir de repente, rapidamente e sem hesitação. 

A pergunta que Jesus faz "Ele encontrará fé na terra" quando Ele voltar? Ele está procurando fé, fé que persevera na oração ( 18:8 ). ( 18:6-8 ).

A parábola nos mostra as diferentes perspectivas da viúva e do juiz.

  • A. Podemos pensar que Deus não está ouvindo, mas Ele ouve cada vez que um filho fiel de Deus vem a Ele (1 Pedro 3:12).
  • B. Nunca devemos chegar ao ponto de permitir que nossa fé vacile na resposta e na vontade de Deus (Tiago 4:13-17).

I. O Valor da Perseverança em Oração (Lucas 18:1-5)

Jesus conta a história de uma viúva que incessantemente busca justiça de um juiz injusto. Ela não desiste, mas continua a trazer seu pedido diante do juiz iníquo. 

Essa parábola nos ensina sobre a importância de persistir na oração. Devemos perseverar, mesmo quando não vemos resultados imediatos. 

A oração perseverante demonstra nossa confiança em Deus e Sua vontade, e Ele nos encoraja a trazer nossas necessidades diante dEle com fé e constância.

I. A oração é de grande importância para o filho de Deus (1 Tessalonicenses 5:17; Tiago 1:5; 4:1-3).

  • A. A viúva na parábola estava determinada a continuar pedindo.
  • B. O cristão nunca deve desistir da oração.

II. A Justiça de Deus (Lucas 18:6-7)

Nessa parábola, o juiz injusto finalmente concede justiça à viúva devido à sua persistência. Jesus compara esse juiz com Deus, enfatizando a diferença entre a natureza injusta do juiz e a natureza justa e amorosa de Deus. 

Deus é o Juiz perfeito, que ouve e responde às nossas orações. Ele é justo e fiel, e Sua justiça será estabelecida em Seu tempo e de acordo com Seu plano perfeito. 

Podemos confiar que Deus trará justiça às nossas vidas quando buscamos a Ele perseverantemente em oração.

 Devemos reconhecer as diferenças entre o juiz injusto e Deus.

  • A. Deus vingará as coisas que foram feitas aos Seus filhos (Ap 6:9-10; Rm 12:19; Hb 10:30-31).
  • B. Deus ama a nossa confiança em ir até Ele (Sl 37:4-6; 28:7; 9:10; cf. Mt 7:11).

III. A Graça de Deus (Lucas 18:8)

No final da parábola, Jesus faz uma pergunta impactante: "Quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?" Essa pergunta nos leva a refletir sobre a graça de Deus em nos permitir participar de Sua obra por meio da oração. 

Ele nos convida a perseverar na fé e a confiar em Sua fidelidade. 

A graça de Deus é revelada quando Ele nos convida a participar de Seus planos por meio da oração, mesmo quando somos indignos. Ele nos convida a fazer parte do Seu reino e a experimentar Seu poder transformador.

A Viúva e o Juiz Injusto Lucas 18:1-8

Veja também

  1. O que acontece quando estamos Caminhando com Deus?
  2.  A Paz que excede todo o entendimento Filipenses 4:7
  3. Pregação Que Ele Cresça e Eu Diminua João 3:30
  4. +100 Temas para Ministrar a Palavra de Deus

Conclusão:

Queridos irmãos e irmãs, a parábola do juiz injusto nos ensina sobre o valor da perseverança em oração. Devemos nos lembrar de que Deus é um Juiz justo, que ouve e responde às nossas súplicas. Ele nos chama a perseverar na oração, confiando em Sua justiça e graça. Que sejamos encorajados a buscar a Deus com fervor e constância, confiando em Sua fidelidade para atender às nossas necessidades. Que a nossa


A Parábola da Pérola de Grande Valor. Mateus 13:45-46

 A Parábola da Pérola de Grande Valor. Mateus 13:45-46

  • Outrossim o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a. Mateus 13:45,46

Na parábola, um negociante encontra uma pérola de grande valor e, sabendo de seu valor, decide vender tudo o que possui para comprá-la. A mensagem por trás da parábola é que o reino dos céus é tão valioso que vale a pena entregarmos por completo para fazê-lo parte de nossas vidas

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 A descoberta da pérola fina por um mercador é também a fonte de grande satisfação, senão alegria. Aqui, o tema do grande valor do Reino. 

As pérolas eram muito apreciadas nos dias de Jesus, e algumas mudaram de mãos com um valor próximo ao ouro. A pérola simbolizava valor e beleza estética, um objeto capaz de cativar as pessoas e levá-las a agir exatamente como o mercadores de parábola. 

No entanto, a pérola também é um símbolo do Reino pregado por Jesus, e encontrado por meio Dele. É mais valioso do que qualquer coisa que possuímos. 

1. Em busca da Pérola

Você tem buscado o Reino de Deus em sua vida?

Em contraste com a parábola anterior, a pessoa que encontra o item valioso é um comerciante rico. Isso não faz diferença para o preço pago, pois têm que se separar tudo o que ele tem para ganhar o prêmio. 

A pérola foi claramente encontrada ao procurar (13:45, veja também Mateus 7:7 'procura e acharás'). O ponto deste par de parábolas é, portanto, claro; a maneira como descobrimos o Reino é o resultado de busca prolongada, mas não há diferença no prêmio do Reino. 

Pode ser uma pitada de crítica nesta parábola de que Israel não encontrou o Reino porque ela não buscou ou valorizou o que lhe foi dado.

 A pérola muito valiosa é o reino de Deus, a atividade salvadora de Deus conforme mostrada em Cristo. O “homem, comerciante” é aquele que descobre a pérola e, posteriormente, dá tudo de si para obtê-la.

Jesus usou esta parábola para expressar o mesmo ponto que ele fez com a parábola do tesouro escondido.  O ponto principal desta parábola: aquele que precisa de resgate fica muito feliz em encontrá-lo na “pérola” atividade salvadora de Deus.

2. Invista no Reino de Deus

Jesus nos chama para colocar toda a nossa fé em um só lugar Nele, somente. 

Você não pode adicionar Jesus à sua vida, como se Ele fosse uma porção de da vida

Com Jesus é toda a sua vida ou nada. 

Já ouvi falar de pessoas que chegam à fé em Jesus, mas ainda assim adorando seus outros deuses. 

Cristo, ele não pode ser apenas uma parte de sua vida. Você não pode simplesmente adicionar Jesus à sua religião. Jesus substitui tudo. Ele precisa ter toda a sua vida. Tudo precisa ser abandonado. Você precisa colocar sua confiança completamente nEle, e nEle somente. 

Assim como este vendeu tudo e investiu em uma pérola, assim também você precisa investir sua fé totalmente em Jesus Cristo e somente nele. Isso porque Deus não aceita um coração dividido. Apenas alguns capítulos atrás em Mateus, Jesus disse: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou ele odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom" (Mt.6:24). 

Jesus será seu único mestre, ou Ele não será seu mestre. Você não pode amar Jesus e o mundo. O apóstolo João escreveu: "Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele" (1 João 2:15). É por isso que Demas abandonou o apóstolo Paulo: ele amou o presente mundo(2 Timóteo 4:10). "A amizade com o mundo é hostilidade para com Deus" Tiago nos diz (Tiago 4:4). 

Jesus não aceitará um coração dividido. isso é o que a parábola significa. Você quer entrar no reino, precisa reconhecer a pérola de grande valor, que é Jesus. Você precisa abandonar tudo em sua vida e compre aquela pérola. Acredito que essas parábolas estão falando sobre o valor do reino (é mais precioso do que qualquer coisa que você possui) e o custo de seguir Jesus (custará tudo para ser um discípulo de Jesus). Como já expliquei, você não pode ser um seguidor de Jesus pela metade

3. Invista em Jesus

Se você encontrou Jesus, você O "comprou"?

Esse é o ônus do texto. Em ambas as parábolas, a frase é repetida: "ele vai, vende tudo o que tem e compra". É assim que você entra no reino. Você vende tudo e "compra" Jesus. 

Novamente, esta é uma imagem da salvação. Você não pode empurrar os detalhes desta "compra" de Jesus ao extremo. Você não pode "comprar" Deus. Você não pode "comprar" sua salvação. Mas, você pode dar tudo por Ele. 

A imagem é que você abandonou o mundo para seguir a Cristo, porque descobriu que Ele vale um grande tesouro ou uma joia valiosa. 

Você deve abraçar a cruz completamente. Você não pode segurar Jesus com uma mão e segurar algo no mundo com a outra. Você não pode estar agarrado à cruz com um braço, enquanto no outro braço você está segurando firmemente sua televisão, sua conexão com a Internet, seu talão de cheques, seu trabalho, suas realizações mundanas, seus cookies, suas revistas, seus livros, seus amigos ou seus filhos. 

Jesus disse: "Ninguém, depois de lançar mão do arado e olhar para trás, é apto para o reino de Deus" (Lucas 9:62). 

A Parábola da Pérola de Grande Valor. Mateus 13:45-46

Veja também

  1. Pregação Deus não te esqueceu: Eu não me Esqueci de ti: Isaías 49:15
  2. Pregação Deus em Primeiro Lugar
  3.  Estudo Bíblico sobre Efésios 3:14

Conclusão

Assim como outras parábolas de Jesus, a Parábola da Pérola de Grande Valor é uma história que apresenta uma verdade espiritual. A parábola ensina que o Reino dos Céus é a coisa mais importante e valiosa que podemos buscar em nossas vidas, e que devemos estar dispostos a abandonar tudo o mais para alcançá-lo.


A Parábola dos Trabalhadores da Vinha Mateus 20:1-16

A Parábola dos Trabalhadores da Vinha Mateus 20:1-16

Nossa paixão e propósito para cumprir a “Grande Comissão” deve superar qualquer preocupação com as recompensas que receberemos.   Mateus 20:1-16

Escrituras : Mateus 20:1-16

  • "Porque o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha. E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha. E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça, E disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo. E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos, e perguntou- lhes: Por que estais ociosos todo o dia? Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo. E, aproximando-se a noite, diz o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores, e paga-lhes o jornal, começando pelos derradeiros, até aos primeiros. E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um dinheiro cada um. Vindo, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um dinheiro cada um. E, recebendo-o, murmuravam contra o pai de família, Dizendo: Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a fadiga e a calma do dia. Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço agravo; não ajustaste tu comigo um dinheiro? Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti. Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom? Assim os derradeiros serão primeiros, e os primeiros derradeiros; porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos." Mateus 20:1-16

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Uma das parábolas mais desafiadoras e reveladoras de Jesus, encontrada em Mateus 20:1-16: A Parábola dos Trabalhadores da Vinha. Essa parábola nos convida a reavaliar a nossa paixão e propósito para cumprir a Grande Comissão, e como isso deve superar qualquer preocupação com as recompensas que receberemos.

I. A Cena do Mercado: O Contrato e a Expectativa

Para entendermos essa parábola, precisamos nos situar no contexto do século I.

A. O Portão da Cidade: Centro de Atividades

O "portão" de qualquer cidade era um centro de vida, um local de comércio, justiça e recrutamento de trabalhadores. Era lá que os fazendeiros procuravam mão de obra para suas lavouras.

B. O Contrato e a Euforia Inicial

Na parábola, um fazendeiro sai de manhã cedo para contratar trabalhadores para sua vinha. Ele os contrata por um denário, o salário de um dia. A expectativa é alta, especialmente para os que foram contratados primeiro.

C. A Ordem do Pagamento: Uma Surpresa

A surpresa começa no final do dia. O fazendeiro começa a pagar, mas de forma inversa, dos últimos aos primeiros. Aqueles contratados na décima primeira hora – que trabalharam apenas uma hora – recebem um denário. A euforia dos que trabalharam mais tempo se eleva, imaginando que receberiam muito mais!

D. A Decepção e a Reclamação

Mas a alegria rapidamente se transforma em confusão e, finalmente, em indignação. Os trabalhadores da hora nona, sexta e até mesmo da primeira — que suportaram o sol quente o dia inteiro — recebem o mesmo denário. A pergunta que ecoa é: "Como pode ser justo?"

II. A Mentalidade do Mercenário: "O Que Eu Ganho Com Isso?"

A indignação dos trabalhadores reflete uma preocupação humana muito comum, e que não é nova.

A. A Pergunta de Pedro

Ao lermos o final de Mateus 19, vemos que o apóstolo Pedro expressa essa mesma preocupação: "Veja, nós deixamos tudo e te seguimos. Portanto, o que teremos?" (Mateus 19:27) É a pergunta: "O que eu ganho com isso?"

B. A Perigosa Mentalidade do Mercenário

Essa é, na verdade, a mentalidade de um mercenário, de alguém que não se preocupa com nada além do benefício próprio (João 10:12). Para Pedro, e para nós, é um convite para superar a pergunta "O que eu ganho com isso?" e, em vez disso, nos perguntar: "Estou realmente cumprindo o propósito e o plano do meu Mestre?"

C. O Propósito de Jesus

O plano e propósito de Jesus ao vir à Terra era claro: dar Sua vida como resgate pelos pecados de toda a humanidade (João 10:7-15). E Ele deseja que todos saibam disso!

III. A Colheita de Deus e a Única Recompensa Verdadeira

A parábola dos trabalhadores da vinha nos revela pontos cruciais sobre a vontade e a obra de Deus.

A. A Colheita: Almas Humanas

Deus deseja que Sua colheita seja ceifada e trazida para Seu depósito. E qual é essa colheita? Vidas humanas, uma colheita de almas! Por isso, a Sua comissão é clara: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15). Este é o trabalho para o qual Ele nos comissionou.

B. A Necessidade de Trabalhadores

Sua colheita é preciosa e de grande valor, e Ele quer o maior número possível de pessoas envolvidas nela. "A messe é realmente grande, mas os ceifeiros são poucos; portanto, ore ao Senhor da colheita para enviar trabalhadores para Sua colheita" (Lucas 10:2).

C. A Única Recompensa: Entrar na Alegria do Senhor

Quando chegamos ao fim de nosso trabalho, há apenas uma recompensa pelo serviço fiel a Deus, independentemente do tempo de serviço. Paulo compreendia isso: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia" (2 Timóteo 4:7-8).
Jesus concluiu outra parábola com a promessa: "Muito bem, servo bom e fiel; Foste fiel no pouco, sobre muito te colocarei. Entre na alegria de seu senhor" (Mateus 25:21). Essa é a promessa para cada um de nós: a oportunidade de entrar na vida eterna e na alegria eterna!

IV. Nossa Perspectiva na Vinha do Senhor

A parábola nos ensina sobre a extraordinária graça de Deus.

A. A Generosidade de Deus

Todos os trabalhadores na parábola tinham as mesmas necessidades básicas. E o fazendeiro supria todas as suas necessidades da mesma forma, independentemente do tempo que passaram no campo. Isso reflete o tipo de Deus com quem trabalhamos: Sua graça, misericórdia e generosidade divina são estendidas a todos, independentemente do tempo de serviço!

B. O Propósito da Nossa Salvação

Em algum momento de nossas vidas, fomos aqueles que nosso Senhor Jesus enviou pessoas para alcançar. Graças a Deus, houve quem entendesse o imenso valor que Ele colocou em nossa alma, e eles foram diligentes em compartilhar Sua santa Palavra conosco. Somos abençoados por termos sido salvos e santificados pelo sangue de Jesus.

C. Nossa Prioridade: Almas Salvas

E agora, somos os obreiros na vinha do Senhor, trabalhando juntamente com Ele para buscar e salvar o que se perdeu. Com essa perspectiva, não devemos estar nem um pouco preocupados com quem recebe o quê! Nossa única e maior preocupação deve ser que as almas sejam salvas, que encontrem a vida eterna em Cristo, assim como nós, e que estejam prontas para a Sua vinda. É para isso que estamos trabalhando!
Qual é a recompensa do crente pelo trabalho na obra de Cristo?

Veja também
Que nossa paixão e propósito para a Grande Comissão superem qualquer preocupação com recompensas, e que nossa maior alegria seja ver almas salvas para a glória de Deus. Amém.
Que o Senhor nos capacite a viver essa verdade em nossas vidas diárias.

A Parábola da Videira: Produzindo o Fruto Verdadeiro João 15: 1

Sermão: Produzindo o Fruto da Videira Verdadeira João 15: 1

Introdução João 15: 1

Aproximando-se da crucificação de Jesus está Preparando os apóstolos para seu trabalho a parábola foi dita pelo Senhor em Jerusalém depois que eles tinham participado da Última Ceia e depois que Judas tinha saído para fazer seus arranjos finais para a traição de seu Mestre.

  • Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. João 15:1-8

Algumas coisas só se aplicavam aos apóstolos. No entanto, também há lições para nós.

Jesus usa um exemplo de horticultura. Um dos métodos de ensino típicos de Jesus. Jesus descreve o cuidado de uma videira. Jesus identifica as partes componentes

Ele descreve o que acontecerá com os ramos. A videira principal nunca muda e os ramos devem ser frutíferos. Ramos infrutíferos seriam cortados. Galhos frutíferos seriam podados

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Contexto

1. Ceia do Senhor - videira fornecida vinho
2. Templo - Videira dourada adornada templo de Herodes

  • Na treliça sobre o portão do Templo
  • Quase 40 pés de comprimento — uvas do tamanho de um homem
  • Parte superior estava a 30 metros do chão
3. Monte das Azeitonas
• Vale kidron - passou por vinhedos
• Onde queimaram videiras mortas

1. Jesus é a verdadeira Videira

1. Dimensão divina 'Eu SOU' Fundo: Jesus está no Pai — e o Pai está nele mostra conexões umbilical divinas [Eu SOU]. Este mostra como ele se conecta — de duas maneiras — com:
  • o Lavrador - Seu Pai - versículo 1
  • o Os ramos - Seus seguidores - versículo 5

Jesus é o doador de vida. Os apóstolos confiavam em Jesus para sua nutrição. João 6:51 Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que darei é a minha carne, que darei pela vida do mundo ”.

Jeová é o vinicultor. Juiz sobre a videira. Ele decide quais ramos são podados e quais ramos são cortados. Responsabilidades do vinicultor. Ele disciplina, faz o “corte”

Aprendemos sobre a justiça de Deus nesta ilustração. Ele está disposto a julgar e a "cortar"

2. Fruto Verdadeiro se formos ramos da Videira que é Jesus

1. Ramos improdutivos
a. O que acontece com eles?
• Versículo 2 — ação — o Lavrador os remove
• Versículo 2 — causa — eles não produzem frutos
• Versículo 4 — razão — eles não 'permanecem' na videira
• Versículo 6 — resultado — lançado em fogo e destruído

É sobre frutificação. Somos ramos frutíferos ou infrutíferos?

2. Ramos produtivos
O que acontece com eles?

  • 1. O Lavrador poda ramos produtivos
  • 2. Propósito: torná-los mais produtivos
Progressão — não estática — mas crescendo
  • • Sem frutas — v 2
  • • Frutos — v 2
  • • Mais frutos — v 2
  • • Muitas frutos — v 5

Como o Lavrador faz isso?
Versículo 3 — pela Palavra de Deus [através de Cristo]

O que isso significa?

  • a. Estamos santificados por Sua Palavra da Verdade - Jo 17:17
  • b. Somos limpos lavados com a Palavra - Ef 5:26
  • c. Sua Palavra nos poda Heb 4:12
  • d. Por que Ele faz isso — para nos tornar mais produtivos

Instruído a “dar frutos”. Produtividade em seus empreendimentos espalhando o evangelho, convertendo homens e mulheres a Cristo. Os ramos frutíferos devem ser podados para dar ainda mais frutos

Os ramos frutíferos devem ser podados para dar ainda mais frutos. Os apóstolos teriam um grande benefício: Versículo 7 Eles seriam capazes de fazer milagres. Os milagres provariam a mensagem que eles estavam transmitindo João 14: 12-13

3. Fruto Verdadeiro da Videira Verdadeira

Ponto principal: chave para produzir frutos = permanecer em Mim — a Verdadeira Videira

1. Estrutura de versos —  em Cristo

  • • Explicação específica: Eu sou a videira e vocês são os ramos
  • • Promessa específica — quem me acatar dá muitos frutos
  • • Aviso específico — além de mim, você não pode fazer nada
Lembrete de papéis e funções no Reino de Deus
  • a. Lembre-se quem é quem - Eu sou a videira; vocês são os ramos
  • b. Lembre-se do que você pode ou não fazer! você não pode fazer absolutamente nada sem mim! O Seu trabalho é inútil sem mim!
  • c. Isso era verdade até do próprio Jesus.  Ele disse que o Filho não pode fazer nada sem o Pai - 5:19
  • d. Da mesma forma — agora ele faz a maioria das coisas através de us - Seus ramos! Implicação — sem nosso trabalho — não haverá frutos!
Aviso - quem não permanecer em mim é descartado e destruído. Razão: Videiras secas queimando não são boas para nada. Ao contrário das oliveiras — a madeira pode ser cortada, esculpida, moldada e usada

Condenado por não respeitar — não por falta de fruticultura. Condenação não se baseia em obras — mas em não permanecer.  Mas a falta de obras é resultado de nenhuma relação — desconectada da videira.

Importância de permanecer.

Permanecer — em João — usado várias vezes no Evangelho — e nas cartas de João. Continua o tema do Pão da Vida. Quando digerimos Cristo — Ele permanece conosco — Jo 6:55-56. Pois minha carne é comida de verdade, e meu sangue é bebida verdadeira. Aquele que come minha carne e bebe Meu sangue permanece em Mim, e eu nele.

Como o Pai é glorificado - "por isso". Pai é glorificado por Jesus respondendo a oração (v 7).  O Pai é glorificado por mais duas coisas - versículo 8. Por nosso fruto (v 8). Por sermos verdadeiros discípulos - [explicou ainda mais em vv 9-11]

Objetivo provisório aqui — provando que somos discípulos de Cristo

  1. o Nós não glorificamos ele por qualquer tipo de obras
  2. o Apenas fruto genuíno glorifica-lo
  3. o Este fruto só pode ser produzido pelos verdadeiros discípulos de Cristo
  4. o Tão genuíno fruticultura prova que somos verdadeiros discípulos
Objetivo final — glorificar o Pai — obedeça a Jesus e Ele glorifica o Pai [17:10 e 21:19]

Permanecer em Cristo. Padrões gerais - de amor e obediência. O amor do pai - define padrão para o amor do Filho. Obediência do Filho - estabelece padrão para a obediência dos discípulos. Coisa importante - permanecendo em Seu amor - disse 3 vezes. O poder de permanecer — é o amor
Mantenha meus mandamentos então você vai permanecer no meu amor

O círculo completo do amor divino

  • 1. Deus ama o Filho - o Filho ama o Pai
  • 2. O Filho ama Seus discípulos - para que os discípulos amem o Filho - obedecendo-o
  • 3. Amar o Filho — significa amar o Pai — e ser amado pelo Pai
  • 4. Deus ama o mundo - deu seu Filho para a salvação do mundo
  • 5. Assim, seus discípulos também devem amar os outros — e dar-se por sua salvação

Ele é a fonte da vida. A frase "em Cristo" é usada frequentemente Efésios 1: 1, Filipenses 1: 1, Romanos 6: 3, Gálatas 3:27

Precisamos de Cristo em nós. Se eu viver fielmente, posso dizer que tenho "Cristo vivendo em mim". Podemos entender como Cristo “vive em nós” Romanos 8: 9, 1 Corintians 6:19, João 14: 23-24

Seremos podados pelo pai. Hebreus 12: 5-1. Através de sua palavra, por meio de nossos irmãos e através de nossas circunstâncias. Devemos estar dispostos a atender à correção do Pai


A Parábola da Videira: Produzindo o Fruto Verdadeiro João 15: 1
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Conclusão

Seremos cortados se não permanecermos em Cristo. Gálatas 5: 1-6 Eles se tornaram "separados" de Cristo. Hebreus 3: 12-4: 1 Os israelitas ficaram aquém da Terra Prometida

  • Jesus é a videira verdadeira
  • Seremos podados pelo pai
  • Devemos crescer e dar frutos

A Parábola do Joio e do Trigo Mateus 13:24-30 - Explicação e Significado

 A Parábola do Joio e do Trigo Mateus 13:24-30

  • Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo; Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio? E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo? Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro. Mateus 13:24-30

Tendo falado com os discípulos e a multidão sobre a semente, e os solos, Jesus compartilha outra parábola em relação ao plantio e colheita. A parábola anterior focada principalmente no solo, a condição do coração necessária para produzir frutos. Esta parábola se concentra em as ações do inimigo como ele semeia sementes corruptas entre as boas sementes, e a colheita no final.

Depois que Jesus compartilha mais duas parábolas após esta, Ele envia a multidão embora e os discípulos procuram questioná-lo em particular sobre esta parábola. Ele já tinha publicamente
explicado a parábola da semente, e o solo, mas é interessante que os discípulos tenham desejado explicação adicional desta parábola, V.36. 

Não sabemos por que essa parábola em particular preocupava-os mais do que os outros, mas pode-se justamente assumir que eles estavam incomodados com isso. Aparentemente, falou com seus corações e eles desejaram mais explicações.

Explicação

  • Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem; O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno; O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Mateus 13:36-43

Componentes da Parábola do Joio e do Trigo

  • O que semeia a boa semente, é o Filho do homem;
  • O campo é o mundo; 
  • Boa semente são os filhos do reino; 
  • O joio são os filhos do maligno;
  • O inimigo, que o semeou, é o diabo;
  • A ceifa é o fim do mundo; 
  • Os ceifeiros são os anjos.

O Joio

Os joios são os filhos do diabo; aqueles que rejeitam Cristo, o seu reino e seguir Satanás e Seu reino das trevas. 

O "Tares" são uma planta que chamamos hoje de "darnel". É uma planta venenosa que parece muito com trigo. Na verdade, quando começa a crescer nem mesmo um especialista pode distingui-lo do trigo. Mas à medida que cresce, começa a mudar. Assim, eles são muito semelhantes ao trigo em um período. Na verdade, o olho destreinado pode ser incapaz de discernir a diferença. Enquanto as lonas estão crescendo não há diferença discernível. Não é até que o trigo tenha produzido frutos, que a diferença pode ser visto.

▪ Os joios podem parecer muito semelhantes ao trigo, mas são muito perigosos. A semente dentro de uma tare é veneno, e se comido pode levar a náuseas, convulsões e até mesmo morte. Não é assim que o inimigo gosta de operar? Ele nunca mostra o resultado final do pecado. Muitos desconhecem os tóxicos efeito e eventual morte associada ao pecado.

1. O campo é o mundo, 13:38

        ◦ Campo "Dele" (Cristo), 13:24, 27
        ◦ Ele tem a propriedade deste mundo, 1 Cor 10:26 (Sal 24:1)
        ◦ Chamado "Seu reino", 13:41

2. Semeadores

        ◦ Filho do Homem semeou boa semente(Cristo), 13:37
        ◦ O Diabo (inimigo semeou joio), 13:39, 28 ("Seu inimigo", 13:25)
        ◦ Natureza do inimigo:
            ▪ Astúcia: "Enquanto os homens dormiam"
            ▪ Covarde: Não abertamente, mas sob a cobertura da escuridão

Semeadura - Aqueles que conhecem os princípios do plantio e da colheita entendem a necessidade e o potencial de boa semente. Jesus também revela que Foi Ele quem semeou a semente e o campo é o mundo. A boa semente representa os filhos do reino, aquelas salvas pela graça, VV.37-38a.
 
   • Quem semeou o joio?
        ◦ "Senhor, você não semeou boa semente em seu campo? Como então tem joio? " 13:27
            ▪ O inimigo introduziu o mal.
            ▪ Preocupa-se com a vitória sobre o mal em vez de uma explicação completa dele (Mat 5:13-16)

A Sabotagem – Mas enquanto os homens dormiam, seu inimigo veio e semeou lonas entre o trigo, e seguiu seu caminho. Enquanto Jesus planta a semente do Evangelho entre o mundo, o inimigo, Satanás semeia joio entre o mundo também. Os joios foram semeados entre o trigo, sendo plantado ao lado da boa semente. O inimigo sempre procurou dificultar o trabalho do Senhor e trazer censura para

O nome dele. Ele procura manter tudo o que pode na escuridão, esforçando-se para evitar que qualquer um veja o glorioso na luz do Evangelho. 2 Cor.4:4 – Em quem o deus deste mundo cegou as mentes deles que não acreditar, para que a luz do glorioso evangelho de Cristo, que é a imagem de Deus, deve brilhar para eles.

▪ Jesus sabia disso do inimigo em sua época, e Satanás não mudou seus métodos. Ele é um mestre de falsificações, esforçando-se para produzir algo que se assemelha à verdade, mas é corrupto e vil.

    • Choque do bem contra o mal neste mundo:
        ◦ Pai vs. Mundo (1 Jno 2:15-16)
        ◦ Espírito vs. a Carne (Gal 5:17)
        ◦ Filho vs. Satanás (Gen 3:15)

3. Os Frutos

        ◦ Trigo (29): Filhos do Reino (38) 
            ▪ "Boa semente" crescendo no mundo
        ◦ Joio (25): Filhos de Satã (38) João 8:44; Ef 2:2-3; 5:6
            ▪ Darnel: Capim de erva daninha que se parece muito com trigo até que ele esteja maduro, quando uma grande diferença é revelada
            ▪ Usado para ração de frango ou queimado

O Fruto - é sempre uma característica distintiva do crente. Nem todas os frutos são as mesmas, ou
produzido na mesma quantidade, mas será evidente na vida daqueles que pertencem a Cristo. João
15:5  A presença de frutos revela a diferença. Gal.5:22-23 – Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz,
saudade, gentileza, bondade, fé, [23] Mansidão, temperança: contra tal não há lei.

Os joios passaram despercebidos até que as plantas cresceram até a maturidade e começaram para produzir frutos. A diferença não foi notada imediatamente depois que as sementes foram semeadas. A diferença foi descoberta enquanto as plantas estavam crescendo lado a lado.  

Mas quando a lâmina foi surgida, e trouxe frutos, então apareceu o joio também. Os joios passaram despercebidos por um longo período de tempo, mas eventualmente eles foram descobertos. Como o trigo começou a produzir frutos, preparando-se para a colheita, os joios foram
descobertos. A única maneira de discernir adequadamente a diferença entre trigo e joios era
examinar os frutos que estão sendo produzidos. Neste ponto, as diferenças eram inconfundíveis. O joio
muito parecido com o trigo enquanto crescia ao lado dele, mas não conseguia imitar o fruto produzido.

 4. O que fazer?

        ◦ "Você quer que a gente, então, vá e recolhê-los? " 13:28
            ▪ Tal estaria além da sabedoria e habilidade de Seus servos (29)
            ▪ A separação acontecerá no momento da colheita (30)

O Dilema (28b-29) – Os servos estavam prontos para remover rapidamente de entre o trigo, mas o mestre do campo sabia isso seria imprudente. O joio tinha sido semeado tão de perto para o trigo que removê-los seria também danificar as raízes do trigo e afetam a colheita. O mestre instruiu-os a esperarem a colheita e permitem que eles cresçam com o trigo. Essa separação cuidadosa seria deixada
para os ceifadores experientes no tempo certo.

A Diretiva (30) – Deixe ambos crescerem juntos até a colheita: e no tempo de colheita direi a
os ceifeiros, reunir-se primeiro os joios, e amarrá-los em pacotes para queimá-los, mas reunir o
trigo no meu celeiro. Jesus falou das instruções que seriam dadas pelo mestre do campo.

5. A Colheita, 13:30, 39

        ◦ Dois destinos:
            ▪ Trigo (filhos do reino): Reunidos ao céu, 13:30, 43
            ▪ Joios (filhos do malvado): Punido no inferno, 13:30, 40-42

A Separação – Os joios seriam primeiro removidos do campo antes da colheita do trigo. Seria separado do grão maduro, valioso para o ceifador. Os joios e os trigo tinha crescido juntos no campo, mas eles seriam separados durante a colheita. Neste ponto, a diferença é facilmente discernida. A cabeça de trigo é preenchido com grãos e se curva em direção ao chão. As sementes dentro da lona são leves e ela continua a ficar ereta.

O Destino – O joio será empacotado pelos ceifadores e queimados com fogo. O trigo é colhido e recolhido no celeiro do mestre. Após a separação no campo, o trigo e joio enfrentaram um destino muito diferente. Um foi queimado, considerado indigno, e o outro foi reunido no celeiro, a abundância da colheita.

▪ No final da era, Jesus vai separar o joio de entre os trigos. Eles terão crescido ao lado do trigo, muito parecido com o trigo, mas no final haverá uma separação. Aqueles que se curvaram em submissão ao Senhor na salvação serão separados daqueles que estavam em orgulho desafiador. Mat.25:32-33 
A Parábola do Joio e do Trigo Mateus 13:24-30

 


Leia também

Conclusão

    • Cristãos vivem em um mundo de pecado (o mal não vai embora), Jo 17:15-17; 1 Cor 5:10
    • Deus espera que sejamos diferentes do mundo, 1 Ped 2:9-12; Fp 2:15-16; Tito 2:11-13
    • Satanás é sutil; Sempre tentando enganar, 2 Cor 11:13-15
    • O Senhor executará o julgamento justo, 2 de 1:4-10; Rom 2:1-2, 6
    • Os filhos do reino continuam crescendo e esperando pacientemente pela colheita do Senhor, Jas 5:7-9; Heb 12:1-2
    • Vivemos na era da graça  
        ◦ Filhos dos ímpios ainda têm tempo para se tornarem filhos do reino! 13:43 (13:23)

A parábola dos Talentos. Mateus 25:14-30 - Explicação e Significado

 A parábola dos Talentos. Mateus 25:14-30

A parábola dos Talentos em Mateus 25:14-30 descreve um rico homem que, antes de ir em uma jornada, confia dinheiro aos seus três servos que, em seguida, se dividir em dois grupos de acordo com o seu comportamento: os dois primeiros servos dobram o dinheiro confiado a eles enquanto o terceiro enterra o dinheiro, evitando assim a perda, mas também sem fazer qualquer aumento. Quando o homem rico retorna, e os servos são convocados para prestarem suas contas, os dois primeiros são recompensados e o terceiro é punido

A Parábola dos Talentos. Mateus 25:14-30 

A.Um homem rico estava indo em uma longa viagem para outro país.

Confia propriedade aos servos (vv. 14-15)
  • O mestre chama e confia propriedade (v.14)
  • O mestre confia aos servos diferentes quantidade de talentos cada um de acordo com o seu capacidade própria (v. 15)
  • Ele confiou sua riqueza aos seus três escravos.
  • Sua riqueza era na forma de talentos de prata ou ouro.
  • Para um servo, ele deu cinco talentos, para outros dois e para outro.
  • A distribuição foi de acordo com a capacidade do servo.
  • Ele esperava que eles comprassem, vendessem, negociassem e lucrassem.

Distribuição dos talentos e recompensas
        ◦ Nem todos foram dotados. Versículo 15
        ◦ Nem todos produziram iguais. Versículos 16-18
        ◦ Nem todos foram recompensados da mesma forma. Versículos 21, 23, 26ff

Os servos realizam seus negócios (vv.16-18)
  • 2.1. Fazer uma troca e obter um lucro (vv. 16-17)
  • 2.2.O enterro do talento (v. 18)
    • O Senhor exigiu um acerto de contas. Versículos 19-30
        ◦ Ele voltou depois de muito tempo.

Quando o mestre voltou, ele chamou seus servos para prestar contas.
  • 1.O primeiro tinha dobrado o que ele tinha e foi elogiado.
  • 2.O segundo servo tinha feito o mesmo e também foi Elogiado.
  • 3. O terceiro servo trouxe seu único talento de volta e deu-o ao senhor. 
Reações do Senhor:
    • Com estes dois, o Senhor está satisfeito. Versículos 21, 23 

    • Um deles deu desculpas. Versículos 24-25
        ◦ "Senhor, eu sabia que tu é um homem duro, colhendo onde você não semeou, e reunindo onde você não se dispersou"
        ◦ "Eu estava com medo, e foi embora e escondeu o teu talento na terra: lo, tu tem teu próprio."

    • A Resposta do Senhor.
        ◦ Repreende-o como um "servo perverso e preguiçoso". Versículo 26
        ◦ Deveria ter, "colocado meu dinheiro para os banqueiros, e na minha vinda eu deveria ter recebido o meu próprio com juros." Versículo 27

    • Consequências. Versículos 28-29
        ◦ "Leve-vos embora, portanto, o talento dele, e dê-lhe que tem os dez talentos."
        ◦ "Para cada um que deve ser dado, e ele deve ter abundância, mas dele que não tem, mesmo o que ele tem deve ser levado." 

    • Consequências. Versículo 30
        ◦ "E lançar-nos o servo não rentável para a escuridão exterior: haverá o choro e o ranger de dentes."

Contexto da Parábola dos Talentos

Este tema de vigilância é desenvolvido pelas parábolas dos dois servos (24:45-51), pela parábola das virgens sábias e tolas (25:1-13), e os talentos (25:14-30). Todos os três contribuem para o quadro do que constitui um responsável comportamento em preparação para a vinda do Filho do Homem.

A Parábola dos Talentos é uma dessas três parábolas em Mateus 24-25. Jesus disse essas parábolas para Seus discípulos poucos dias antes de Sua crucificação para prepará-los para Sua partida iminente. 

Estas parábolas são reservadas por duas declarações importantes de Jesus. No primeiro "fim" no início de Mateus 24, Jesus descreve os sinais do Fim da Era (Sua Segunda Vinda), e que o dia e a hora deste fim são desconhecido. No outro no final do capítulo 25, Jesus conta a Parábola das Ovelhas e as Cabras, e pronuncia o julgamento final sobre cada pessoa, separando os seguidores fiéis (ovelhas) dos incrédulos(cabras).

Entre a descrição do Fim da Era e o Julgamento Final são três parábolas que seguem um padrão comum. 

Um mestre vai embora por um longo tempo, e quando ele retorna, os personagens nas parábolas devem prestar contas do que eles fizeram durante a ausência do mestre. Nestas parábolas, Jesus instrui seus seguidores a serem vigilante, estar pronto, e ser fiel a Ele entre o tempo Ele se foi (ascensão) e Ele retorna (Fim da Era). Conhecer esse contexto nos permite entender adequadamente a passagem diante de nós.

O que significa Talento? 

A palavra hebraica kikkar corresponde à palavra grega talanton e é transliterada para o português do grego. Era uma medida de peso e em seu uso original, denotava o peso máximo que um homem poderia carregar. Por exemplo, o suporte da lâmpada dourada no tabernáculo foi feito de um talento de ouro. 

A palavra grega talanton tem seu significado raiz implicando um equilíbrio (que é usado para pesar metais preciosos) e pode ter sido uma medida mais precisa.

Segundo Michael Green podemos aplicar hoje como Responsabilidades: "Não são habilidades (um talento é um peso, que mais tarde se tornou uma unidade de dinheiro). Eles são, sim, as responsabilidades que Senhor dá ao seu povo à luz de suas habilidades e Oportunidades. Portanto, não é um "talento" na maneira como usaríamos a palavra. Não é um presente, como se tivéssemos que controlá-lo. Não é uma habilidade, da qual podemos nos gabar. É realmente um investimento que o Mestre faz em nós seus servos.

A leitura padrão desta história é que os talentos simbolizam dons e habilidades que Deus nos deu e que ele espera que nós "usemos" generosamente ou "investir" sabiamente. Esta interpretação é apoiada pela  acidental relação que obtém entre "talento" no antigo sentido bíblico do termo e "talento" em português comum hoje.     

Habilidades dos servos

A parte mais negligenciada desta parábola é a segunda metade do versículo quinze, ou seja, como o mestre deu a cada um dos escravos o talento(s). Digno de nota aqui é o fato de que ele deu ἑκάστω κατὰ τὴν ἱδίαν δναμιν – cada um de acordo com a habilidade da pessoa. Isso significa que o mestre os conhecia por suas capacidades. Portanto, Hugh Whelchel aponta que, "o mestre entendeu que o servo de um talento não era capaz de produzir tanto(porcentagem) como o servo de cinco talentos".  O mestre calibrava a quantidade de talentos dados de acordo com a capacidade de cada servo.

Quem eram os servos na parábola dos talentos?

Alguns estudiosos afirmam que os servos da Parábola eram escravos, embora servindo como "como agentes financeiros de seu mestre."  Outros estudiosos, no entanto, afirmam que os servos eram "dependentes" - ou seja, agentes livres - do mestre, em vez de escravos. 

A lição teológica básica Jesus presumivelmente pretendia que seus ouvintes para agarrar a obrigação de seus seguidores de trabalhar seriamente a serviço do Reino de Deus. Não foram para esconder sua luz sob o alqueire, mas sim para usar a habilidades   na maior extensão de suas habilidades para cumprir a Grande Comissão.

Parábolas do Talentos e a Parábola das Minas em Lucas 19

As duas versões provavelmente foram ensinadas em momentos diferentes. A versão de Mateus era parte de um sermão escatológico, enquanto a versão de Lucas foi ensinada como Jesus e seus discípulos viajou para Jerusalém a caminho da Última Ceia.  As Parábolas dos Talentos e Minas foram contadas com apenas alguns dias de diferença e ambos se relacionam como Reino dos Céus (Mateus 25:1, 14; Lucas 19:11).

Esta parábola é separada e distintada parábola das minas no Evangelho de Lucas. J. F. MacAurthur aponta que, deve-se notar que, apesar de algumas semelhanças, a parábola dos talentos e a parábola das minas (Lucas 19:11-27) não são variações da mesma história. A parábola mina foi dado vários dias antes, e as duas contas têm tantas diferenças quanto semelhanças.
A parábola dos Talentos. Mateus 25:14-30

Veja também

  1. A Figueira Estéril Luc 13:5-9
  2. A Dracma Perdida: Encontrar o Perdido - Parábola (Lucas 15: 9)
  3. A Parábola da Semente: Frutificando Luc  8:12-15

Conclusão

A Parábola dos Talentos é um desses ensinamentos teóricos. Revendo os vinte e três versos anteriores (Mat.24:42-51 e 25:1-13), pode-se ver que Jesus enfatizou o tema da fidelidade, prontidão e estar alerta em preparação para a vinda de φ ασιλεία των̑οὑρανων̑at O retorno do Senhor

Este ensinamento é muitas vezes chamado de Parábola dos Talentos por causa da palavra τάλαντα (talentos) que foi dado aos servos. 

https://vid.brage.unit.no/vid-xmlui/bitstream/handle/11250/2655752/MTHEOL-342%20Esayas%20Emene.pdf?sequence=1&isAllowed=y

https://www.stathanasius.org/site/assets/files/1989/study_02_10_13.pdf

A Parábola da Ovelha Perdida (100 Ovelhas) Lucas 15:3-6 - Explicação

 A Parábola da Ovelha Perdida - 100 Ovelhas Lucas 15:3-6

Uma parábola é uma história curta que ilustra uma lição e é usada para explicar conceitos teológicos complexos. Jesus usou a narração de parábolas extensivamente durante seu ministério público. Ele propôs parábolas para ajudá-los a entender a verdade das doutrinas que ele estava ensinando. 

  • E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai após a perdida até que venha a achá-la? E achando-a, a põe sobre os seus ombros, jubiloso;E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Lucas 15:3-6
  • Porque o Filho do homem veio salvar o que se tinha perdido. Que vos parece? Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou? E, se porventura achá-la, em verdade vos digo que maior prazer tem por aquela do que pelas noventa e nove que se não desgarraram. Mateus 18:11-13

Personagens da Parábola da Ovelha perdida

Pastor - Porque das ações descritas, pode-se deduzir automaticamente que o personagem principal é um pastor.

A Ovelha perdida - Apesar da brevidade da parábola, outros personagens estão claramente incluídos, ou seja, as ovelhas que éperdido, 

As 99 ovelhas - que são deixados para trás, e 

Os  que se alegram com o pastor quando suas ovelhas são encontradas. 

  • "ter uma centena de ovelhas e perder um deles" (15:4a); 
  • "deixe os noventa e nove" (15:4b); 
  • "ele chama juntos os seus amigos e vizinhos, dizendo a eles: 'Regozije-se comigo'" (15:6)

1. Alegria e celebração quando um perdido é encontrado

A parábola das ovelhas perdidas é a primeira de três "Parábolas de Perda. 

Essas parábolas estão intimamente conectadas porque todas funcionam como uma resposta à crítica que ocorre em 15:1-3. 

Lucas organizou o capítulo 15 para efeito retórico, e uma compreensão de como essa seção funciona auxilia na interpretação das parábolas individuais.  
O capítulo 15 contém dois componentes principais: 
  • (1) o clímax de algo que está perdido ou que foi desviado sendo encontrado/retornando, e 
  • (2) a conclusão emocional de uma alegria 
As três parábolas de Lucas 15 repetem os temas dos capítulos anteriores como eles respondem aos Fariseus resmungando sobre a bolsa de mesa compartilhada de Jesus com o pecador (v.1). Os temas comuns que vincular as parábolas internamente são evidenciadas na repetição das palavras "perdido" (apóllymi) e "encontrado"(heurískō). 

Os temas de alegria e celebração também se repetem nas três parábolas – e isso é específico na resposta ao arrependimento. Teologicamente eles também estão ligados nos dois temas persistentes apresentados

A alegria do pastor é como a alegria de Deus; sua dedicação às ovelhas individuais, levando-a de volta para o rebanho, é um reflexo do amor de Deus. A alegria no céu é sobre a mudança de coração (metanoia: cf. 3:3;5:32) do pecador

2. Mesmo uma ovelha perdida tem um valor para Cristo

Quando uma ovelha é perdida ela se deita e se recusa a se mover. O pastor carrega em seus ombros. O incrível é que o pastor aceita esse fardo com alegria.

Então quando uma ovelha perdida vagueia para fora do cuidado vigilante do pastor, faz realmente sentido deixar 99 ovelhas desacompanhadas e vulneráveis ao perigo para ir procurar por essa última ovelha? 

Em nossos olhos, pode parecer irresponsável deixar o 99 e ir atrás de um, mas Jesus diz esta parábola, não através de olhos humanos, mas através dos olhos de Deus. Que uma ovelha é tão preciosa e está em uma posição ainda mais vulnerável e precária do que os outros.

3. Diferenças na Parábola da Ovelha Perdida em Lucas e Mateus

A parábola de Mateus foi dada aos discípulos de Jesus (Mt 18:1), mas em Lucas foi dado aos líderes religiosos, fariseus e escribas (Lucas 15:2). 

A parábola em Mateus foi dada enquanto Jesus estava na região de Cafarnaum. A parábola de Lucas foi dada em Perea.

Em Mateus ele não é. descrito como sendo perdido. Duas vezes Jesus diz que o cordeiro foi Vagueando. Ou seja, duas vezes ele afirmou que ainda estava se desviando. Para a palavra "desgarrado" Jesus usa a palavra grega planaoo que significa "enganar, desviar, enganar, vagar ou para vagar fora do caminho. Ou seja, o cordeiro tinha deixado o rebanho e estava em sua própria jornada. 

Em Lucas é importante notar que a descrição do cordeiro na parábola do Lucas é diferente (Lucas 15:4, 6). Jesus não diz que o cordeiro estava se desviando, planao. Em vez disso, Ele diz que o cordeiro foi perdido e a palavra grega que Ele usa é apollumi ou apóllymi O significado literal é "destruir", "matar", em batalha ou prisão; - ou "sofrer perda ou perder"; "para perecer"; "a perder".

No relato de Lucas, Jesus disse à parábola para ajudar os fariseus a entender que Deus ama cada pecador. 

Os fariseus não entendiam por que Jesus passava tanto tempo com os pecadores. Eles pensaram que eram mais importantes do que os "pecadores" e que ele deve passar tempo com eles. Na parábola Jesus mostrou que ele não passou todo o seu tempo com judeus fiéis (as ovelhas 99) porque ele queria sair em busca daqueles perdidos em pecado (a única ovelha)


A Parábola da Ovelha Perdida - 100 Ovelhas Lucas 15:3-6
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Os ensinamentos de Jesus são essencialmente universais, aplicando-se a todos em todos os momentos de maneiras diferentes - mesmo que nunca tenham ouvido falar dele antes. Para entender verdadeiramente o que Jesus ensinou, é importante olhar para isso de uma perspectiva eterna e ver como isso se aplica ao relacionamento de todos com Deus e uns com os outros nesta vida e além.

 Em vez de esperar passivamente pela intervenção divina enquanto observam seus entes queridos perdidos, procurarem ativamente essas ovelhas perdidas.

A Parábola da Figueira Estéril Lucas 13:5-9 - Explicação e Significado

 A Parábola da Figueira Estéril Lucas 13:5-9

  • Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis E dizia esta parábola: Um certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha, e foi procurar nela fruto, não o achando; E disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho. Corta-a; por que ocupa ainda a terra inutilmente? E, respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque; E, se der fruto, ficará e, se não, depois a mandarás cortar.  Lucas 13:5-9

OS COMPONENTES DA PARÁBOLA DA FIGUEIRA ESTÉRIL

1) O Certo Homem = É Deus

2) A Figueira = Povo de Deus (judeus e ou cristãos. O judeu na Nação de Israel e o cristão na Igreja)

3) O Vinha = A posição do povo de Deus. Onde se encontra

4) O Fruto = Resposta efetiva à expectativa de Deus na vida e no ministério

5) Vinhateiro = O Messias Jesus Cristo intercedando por Sua própria.

Resumo sobre a Parábola da Figueira estéril

A admoestação de arrependimento por perecer (Lc. 13:1-5) é ilustrada com esta parábola (Lc. 13:6-9).

Figueiras (συκά) será usado como ilustrações em pontos posteriores do ministério de Jesus como a crucificação se aproxima (Mt. 21:19-21; 24:32; Mc11:13,20; 13:28; Lk. 21:29).

A parábola apresenta uma conversa entre um homem e um jardineiro.
  • a. O homem estava esperando há três anos para sua figueira produzir figos.
  • b. Três anos foi tempo suficiente para a produção de figo.
  • c. O vinhateiro implora por apenas mais um ano e promete um cultivo diligente.
A iminência da ira de Deus é tal que os jardineiros devem fazer seu trabalho com a máxima diligência
(veja também Lc. 3:9 no início do ministério de Jesus).
  • a. Pedir misericórdia é "quem sabe?" oração de fé (Joel 2:13; Jo. 3:9-10).
  • b. Esta parábola é consistente com as mensagens do Antigo Testamento (Sal. 80:8-19; Isa. 5:1-7).
  • c. Esta metáfora também é consistente com a aplicação da Igreja (1º Cor. 3:6-9).

Qual é o significado da Parábola da Figueira Estéril?

  • a. Um homem (que representa Deus) está desapontado que uma figueira (Nação de Israel e Igreja) em seu vinhedo é infrutífero
  • b. Ele quer cortá-lo para baixo, mas é persuadido pelo vinhateiro (Jesus) para dar-lhe um
  • mais ano
  • c. Se nenhum fruto é encontrado, então a árvore deve ser cortada

O ponto básico da parábola...
  • a. As lições centrais dos versos 1-5 são claras: "Arrependa-se!"
  • b. A parábola nos versos 6-9 leva o chamado para o arrependimento um passo adiante: "Arrependa-se"
  • c. A infrutífera não será suportada para sempre!

1. Arrependa-se o julgamento é iminente

Na Parábola da 'Figueira Estéril' (Lucas 13:6-9) temos outra imagem em direção ao elemento da Lei na Casa de Judá. A 'Figueira- árvore' é a Casa de Judá. A 'Figueira' foi plantada em um 'Vinhedo'. O Vinhedo é a Terra com a 'Videira', a Casa de Israel também no Vinhedo. O dono do Vinhedo, Videira e da Figueira é Deus. Ele veio na pessoa de Seu Filho Jesus.  

Esta parábola ressalta a mensagem de 13:1-5, que o julgamento é iminente, e devemos trazer à tona os frutos do arrependimento antes que seja tarde demais. O proprietário representa Deus, aquele que justamente espera ver frutos na árvore e que justamente decide destruí-lo quando Ele não encontra nenhum. 

2. Misericórdia de Deus

 Israel é frequentemente referido como um "vinhedo" ou "figueira" (Isa 5:1-7; Mat 21:19-21, Marcos 11:13-14, Lucas 21:29). Esta parábola se aplica principalmente à nação Israel, que estava prestes a rejeitar seu Messias e ficar sob o julgamento de Deus. Deus deu ao povo judeu privilégios pelo qual eles deveriam ter conhecido e acreditar em Jesus como o Messias (Rom 3:1-2). Foi justo e certo que eles devem dar frutos ao louvor de Deus,

Na parábola, o dono do vinhedo concede mais um ano de vida à árvore. Da mesma forma, Deus em Sua misericórdia nos concede outro dia, mais uma hora, outro fôlego. Mas se não há frutos, nenhum arrependimento, sua paciência chegará ao fim, e os indivíduos infrutíferos e impenitentes serão cortados. Todos nós vivemos com o tempo emprestado; julgamento está próximo (Isa 55:6-7). Exceto que nos arrependemos, todos nós também pereceremos

E este homem possui um vinhedo na parábola e aparentemente ele tem todas as suas árvores numeradas (Deus conhece cada um de nós), e ele continua voltando, três anos seguidos, para a mesma árvore. Ele diz: "Essa árvore é três anos livre de figo. Que árvore inútil." e ele diz: "Corte-a! É inútil, jogá-lo no fogo.

Mas o vinhateiro disse: "vamos esperar um pouco mais, eu quero tentar ajudá-lo a crescer e produzir figos. Se não funcionar, tudo bem. Mas eu gostaria de fazer tudo o que eu puder para ter certeza que ele tem todas as oportunidades de crescer. Vamos tentar um pouco de fertilizante e ver o que acontece!

O vinhateiro, que se preocupa com as árvores, para trazê-los ao seu pico de frutificação, representa Jesus, que alimenta seu povo e lhes dá água viva. A árvore em si refere-se à nação de Israel (e nós!)

A questão aqui não é que Deus é mau e Jesus é bom. Está destacando a tensão entre a justiça perfeita de Deus e sua misericórdia perfeita

A Parábola da Figueira Estéril Lucas 13:5-9
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3. Chamados para Produzir Frutos

Uso de figos no Antigo Testamento. Figos eram frequentemente usados na história de Israel, especialmente Figos secos. 
  • Abigail levou duzentos bolos de figos para Davi (I Samuel 25:18). 
  • Um bolo de figos foi dado ao egípcio para reanimá-lo (I Samuel 30:12). 
  • E bolos de figos foram trazidos para Davi  em Hebron em um momento de grande alegria (I Crônicas 12:40). 
  • Quando o rei Ezequias estava doente, Isaías lhe disse para colocar um pedaço de figos em sua fervura, e o SENHOR curou-o (II Reis 20:7). 
  • Jeremias refere-se a característica de figos, que alguns deles podem ser muito bons, e, novamente, eles podem ser muito ruim (Jeremias 24:1, 2).

A árvore tinha boas condições. Grande parte do solo na Palestina é raso e pobre. O melhor solo foi usado para vinhedos. Muitas vezes vinhedos tinham árvores plantadas neles entre as videiras de uva. A árvore parábola tinha o melhor solo e o melhor atenção. Não havia melhor local na Palestina para figos de crescimento do que em um vinhedo.

A árvore era uma figueira. Isso parece óbvio. Mas é igualmente óbvio que uma figueira deveria fazer é cultivar figos! Não é de admirar que ele veio à procura de frutas. A árvore teve tempo de crescer, as condições eram certas para frutas. A expectativa era o mais normal possível.

Ref.:

https://www.lifebpc.com/images/ssadult/Luke%2013a%20Notes%20-%20Need%20for%20Repentance.pdf

Pregação sobre o Filho Pródigo: O Reencontro! Lucas 15

Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.Lucas 15:24

Pregação sobre o Filho Pródigo: O Reencontro! Lucas 15

O filho mais novo (chamado Filho Pródigo na Parábola) pede ao Pai sua parte da herança. O Pai respeita o livre arbítrio de seu filho. O Filho leva o dinheiro que conseguiu para uma terra distante, onde o esbanja em uma vida livre em uma terra pagã, a terra dos gentios, onde está livre para viver. Ele desperdiça tudo o que tem em uma vida de pecado.

  • Ele queria total liberdade de seu pai e de Deus Dê-me a minha parte agora!
  • Ele desperdiçou sua propriedade com um estilo de vida pecaminoso
  • Ele foi para um país distante (pagão)
  • Ele empobreceu
  • Ele gastou todo o seu dinheiro e é forçado a trabalhar nos campos alimentando os porcos. 
  • A fome severa veio (a providência de Deus)
  • Ele caiu em si (ele viu seu verdadeiro eu)
  • Ninguém iria ajudá-lo
  • Ele se arrependeu de seus pecados
  • Ele volta para a casa do pai e pensa em dizer: “Pai, pequei contra o céu e diante de ti” e “Já não mereço ser chamado de seu filho”. “Trate-me como um de seus empregados Lucas 15:18-19:

O que aprendemos com essa parábola?

1. O Filho Pródigo nos ensina que Deus é Amor e ama o Pecador

1. Deus sempre deu ao homem uma escolha – Dt 30:19-20, Jo 24:15, Ez 18:30-32, Mt 7:13-14
2. Os cristãos têm uma escolha a fazer hoje – 1Co 15:1-4, Ap 2:10

O que acontece quando o filho volta para casa? Estando ele ainda longe, seu pai o viu e se compadeceu, e correu e abraçou-o e beijou-o”. Seu pai correu para ele : Na cultura judaica, os pais NUNCA corriam. Mas ele está tão feliz em ver seu filho. Ele está mostrando amor misericordioso ao filho — o filho experimentando

A bondade de Deus demonstrada. Considere Sua oferta de salvação a todos

Sem dúvida, um Deus bondoso, amoroso e misericordioso!

Quando pecamos, quebrantamos o coração de Deus junto com seus mandamentos.

Felizmente, Deus decidiu nos amar novamente. Oséias 3: 1-3. Oséias diz Gomer ele vai manter seu compromisso, assim como Deus vai manter seu compromisso com nós.

O coração do Pai nos mostra que:

  • Ele permitiu que este filho partisse (Sl. 106:15)
  • Ele lamentou sua rebelião (meu filho “estava morto”)
  • Ele não “permitiu” o estilo de vida pecaminoso de seu filho
  • Ele esperava/ansiava pelo retorno de seu filho (diariamente)
  • Ele correu para . . . abraçado. . . restaurou seu filho
  • Ele pediu celebração e regozijo
Deus sempre quer nos comprar de volta! Porque? João 3:16

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2. O Filho Pródigo nos ensina que Deus Perdoa o Pecador

Deus Pai nunca força ninguém a obedecê-Lo e segui-Lo (Lucas 15:11-16).

Na parábola, o pai permite que o filho pródigo faça suas próprias escolhas.  Hoje, Deus nos permite a liberdade de escolha (Dt 30:19-20; Js 24:15;Ez 18:30-32; Mt 7:13-14; cf. 1 Co 15:1-4; Ap 2:10).

Porém Deus Pai se alegra quando Seus filhos se arrependem (Lc 15:17-24). Não há dúvida quanto ao arrependimento do filho pródigo (Lc 15:18-19). Deus anseia pelo nosso arrependimento (2 Pe 3:9; At 17:30-31; 1 Tm 2:3-4).

Deus Pai deseja que todos os Seus filhos sejam abençoados (Lc 15:25-32). Na parábola, o Pai abençoa seu filho por retornar ao lar. Da mesma forma, o Pai queria que seu outro filho desfrutasse de suas bênçãos.

O amor de Deus nos oferece perdão do "menor dos pecadores ao maior!" O perdão é exatamente o que Deus nos ofereceu.

Ele não fez essa oferta porque nós a merecemos. Sua oferta não foi feita porque a merecemos. É um presente ( Romanos 6:23, Efésios 2: 8 ).

Romanos 6:23 “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor. “

Efésios 2: 8 ”Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem de vós; é um dom de Deus. ”

Deus nos oferece perdão devido à sua rica misericórdia e amor abundante.

João 4:24.Deus é Espírito, e aqueles que O adoram devem adorar em espírito e verdade. ”


3. O Filho Pródigo nos Ensina que há Alegria quando um Perdido é Achado

É uma ocasião alegre quando um cristão errante retorna ao Senhor. Lucas 15: 7

O irmão mais velho ficou zangado. 'Meu filho', disse o pai, 'você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu vamos comemorar e se alegrar, porque este seu irmão estava morto e está vivo novamente; ele estava perdido e foi encontrado.'

Temos o Arrependimento do Filho Pródigo. O objetivo deve ser sempre restaurar o que está errando Tiago. 5: 19-20

Ele não força Sua vontade sobre nós. Exercemos nosso livre arbítrio no primeiro, primeiro na salvação!

O pecado separa o homem de Deus -Is 59: 1, 2 O salário do pecado é a morte -Ro 6:23. Morte é separação. A obediência é necessária se quisermos ir para Céu (Hb 5: 9; Mt 7: 21-23). Onde abundou o pecado, superabundou a Graça.


Pregação sobre o Filho Pródigo: O Reencontro! Lucas 15

Veja também:

Conclusão

Somos todos filhos de Deus. Somos todos pecadores como o filho mais novo, que deixou o pai. O que devemos fazer para consertar as coisas novamente? Como o Filho Pródigo Devemos vir a Cristo com arrependimento. Então Ele receberá alegremente, assim como o pai da história recebeu seu filho.

Deus nos quer de volta tanto que, para reparar o ruptura com ele e que continuar a fazer, enviou seu Filho unigênito para nos salvar.


 

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