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Cristo é o exemplo Supremo Filipenses 2:5

Cristo é o Exemplo Supremo

Filipenses 2:5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, (SBB/NAA)

Filipenses 2:5 Descreve o esvaziamento de Cristo. "o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia apegar," significa que Cristo, já sendo Deus, não se apegou à sua igualdade divina.

"Forma de Deus" (morphe) significa a natureza divina intrínseca e essencial de Cristo. Colossenses 1:15: "imagem do Deus invisível."  Filipenses 2:7: "antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens."

Cristo se esvaziou ao abrir mão de sua existência de maneira igual a Deus e assumir a natureza de um servo.

Filipenses 2:8: "E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.". "Forma de homem" (schema) refere-se ao que é acidental e exterior. Cristo aceitou o destino humano, inclusive a morte, em obediência ao plano do Pai.
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O chamado para o discipulado não é apenas para acreditar em Jesus, mas para seguir o Seu exemplo. O apóstolo Paulo, em sua carta aos Filipenses, nos apresenta Jesus como o modelo perfeito de como devemos viver. 

Cristo é o nosso exemplo supremo, e viver como Ele é a nossa maior meta. Vamos explorar sete verdades que nos mostram como o caráter de Jesus deve se manifestar em nossas vidas.

1. Ter a Mesma Mente que Houve em Cristo

A transformação do cristão começa na mente. O versículo 5 nos diz para ter o "mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus". O discipulado começa na renovação da mente, aprendendo a pensar e a agir como Cristo. É um processo contínuo de alinhar nossos pensamentos e valores com os dEle.

A palavra "mente" se refere às capacidades mentais da humanidade que, juntamente com as emoções, deu origem a ações.

A mente combinava pensamento, intelecto, consciência, expressões, raciocínio e todos os outras funções mentais que imaginamos.

Quanto mais exploramos o que se entende por "mente", mais chegamos a entender a amplitude do apelo de Paulo para que tenhamos a mesma 'mente' que Cristo Jesus (2: 5) e, portanto, viver como ele.

Ter Cristo como exemplo supremo é viver como Ele.

2. Viver em Humildade e Serviço

O exemplo de Cristo é de humildade radical. Ele, sendo Deus, "não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo..." (Filipenses 2:6-7). Ele renunciou à Sua glória e se tornou servo por amor a nós. O nosso discipulado deve ser marcado pela humildade e pelo serviço ao próximo, independentemente de nossa posição ou status.

    • Paulo apresenta Cristo Jesus como um exemplo de humildade a ser seguido pelos filipenses (Filipenses 2:5-11).

Cristo é nosso exemplo Supremo para ação e pensamento

Paulo está instruindo os crentes filipenses a fazerem "isso", a agirem como Jesus com relação ao relacionamento deles com os outros. Considerando também que a mente de Cristo já é residente dentro de nós e como crentes é necessário permitir que domine os nossos pensamentos. 

Ao fazer isso, Paulo desafia os membros da igreja a imitarem a Cristo não apenas em ação, mas em pensamento.

3. Obedecer a Deus até o Fim

A obediência de Jesus não foi parcial; foi total. Ele "humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz" (Filipenses 2:8). O nosso compromisso com Deus deve ser total, independentemente do custo. A obediência de Cristo nos inspira a viver uma vida de submissão à vontade do Pai, mesmo em meio às maiores dificuldades.

Para resumir, Paulo exorta você a buscar a atitude e as ações de Jesus em sua vida.

Assim como Jesus veio fazer o trabalho, estabelecido para Ele, também devemos nos concentrar em discernir o trabalho que o Pai tem para nós. (Efésios 2:10) Precisamos da mesma atitude de Cristo para fazê-lo.

Mantenha esse ponto em mente. Ao refletir sobre isso, pergunte você mesmo: "Essa é minha atitude / mentalidade individualmente?"
  • Este é o meu modo de vida?
  • Essa é a nossa mentalidade como igreja?
  • Nós somos conhecidos por humildade e compaixão?

4. Buscar a Glória de Deus e Não a Própria

Jesus, em Seu ministério, sempre buscou a glória do Pai. Ele disse: "Eu não busco a minha glória; há quem a busque e julgue" (João 8:50). Seguir o exemplo de Cristo é viver para exaltar o Pai, e não para a autopromoção. Nosso propósito na vida é glorificar a Deus em tudo o que fazemos.

5. Andar em Amor Sacrificial

O amor de Cristo não era apenas uma palavra, mas uma ação. Paulo nos exorta a "andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós..." (Efésios 5:2). O amor de Cristo é prático e sacrificial. É um amor que se entrega, que coloca a necessidade do outro acima da sua própria, e que se manifesta em ações concretas.

6. Ser Paciente e Manso Diante das Provocações

O nosso exemplo diante da injustiça é Jesus. O apóstolo Pedro nos lembra: "O qual, quando injuriado, não injuriava, e, quando padecia, não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente" (1 Pedro 2:23). O exemplo de Cristo nos ensina a confiar no julgamento de Deus e a não revidar. A paciência e a mansidão de Jesus nos dão a força para enfrentar as provocações com dignidade e fé.

7. Perseverar até Receber a Recompensa

Jesus, o autor e consumador da nossa fé, é o exemplo de perseverança. A carta aos Hebreus nos diz: "Olhando para Jesus... o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz..." (Hebreus 12:2). Manter os olhos fixos em Cristo nos fortalece para suportar as lutas e alcançar a vitória. Sua perseverança nos inspira a não desistir, pois a recompensa da eternidade nos aguarda.

Conclusão

Sua vida é um exemplo de Cristo?
Sua vida apresenta Cristo que tomando a própria natureza de um servo, se humilhou e tornou-se obediente à morte até a morte na cruz!

Ele cumpriu a missão e nos deixou o padrão a ser seguido.
.
Viver à luz do exemplo de Cristo é a nossa maior missão. Que possamos, hoje, ser transformados à Sua imagem, para que as pessoas vejam a Cristo em nós

Sermão: Um pouco é o suficiente - Marcos 6: 30-44

Um pouco é o suficiente - Marcos 6: 30-44


Quando Jesus olhou para as multidões, teve compaixão. Jesus conhecia os destinos dessas pessoas. Essas pessoas foram criadas à Sua imagem. Não eram problemas a serem resolvidos, mas pessoas a serem amadas. d. Marcos diz que Jesus foi movido com compaixão.

Saiba que Jesus tem compaixão de você. Da sua vida. E quando Jesus tem compaixão alguma coisa acontece.

Naquele dia Jesus e Seus discípulos iriam encontrar um lugar tranquilo juntos. Quando eles chegaram ao destino e encontraram muitas pessoas que se reuniram para vê-los. Embora Jesus tivesse planejado ficar sozinho, mudou seus planos.

Você sabe porque?

A Bíblia diz que Jesus viu a grande multidão e teve compaixão por eles porque eram como uma ovelha sem pastor.

Os discípulos queriam mandar a multidão embora. Mas Jesus tinha um plano diferente.

Por mais que queiram atrapalhar sua vida Jesus tem um Plano para você
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1 - O Pouco que você tem é suficiente porque Deus faz Milagres

Jesus pediu aos discípulos para ver quanto pão eles tinham. Os discípulos encontraram um garotinho na multidão que tinha 5 pães e 2 peixes. Jesus orou sobre a comida e depois os discípulos começaram a distribuir.

Um milagre aconteceu!

Havia o suficiente para alimentar 5.000 pessoas! E sobraram 12 cestas!

Deus providenciou mais do que eles precisavam!

Essa história deve nos lembrar que Deus se importa conosco (ele é nosso pastor) e fornecerá tudo o que precisamos! 

Temos que confiar em Deus e obedecer ao que Ele nos diz para fazer, assim como os discípulos fizeram. Quando fazemos isso, descobrimos que Seus caminhos são melhores e que DEUS VAI PROVIDENCIAR!!

2 - O Pouco que você tem é suficiente porque Deus vai te usar

Jesus abençoou a comida, mas foram os discípulos que a distribuíram.

Jesus não subiu e desceu até a multidão. Em vez disso, Jesus disse aos discípulos para levar as pessoas. Então Ele abençoou a comida e deu aos discípulos para distribuirem.

O milagre começou com Jesus e encontrou sua expressão através do ministério dos discípulos.

Você precisa se levantar e usar o que tens com fé para ver o milagre de Deus em sua vida

O milagre de alimentar essa multidão começou nas mãos de Jesus.

Mas, Jesus nos envolve intimamente na realização do poder de seu reino no mundo.

Jesus pegou os pães e os peixes e Ele os abençoou.

O que Deus abençoa é capaz de produzir muito além das leis naturais e humanas.

É da Sua bênção que precisamos antes de tudo

3 - O Pouco que você tem é suficiente para receber a salvação


Se Jesus pode alimentar mais de 5000 pessoas com apenas alguns pães e peixes, então certamente Deus hoje Ele que te dar a maior benção que você pode receber em sua vida. A Salvação.

O que você precisa fazer é pouco e suficiente. Aceitá-lo.

Não foi só um truque de mágica, não é apenas uma demonstração impressionante do poder de Deus; é o reino de Deus para fazer guerra contra os poderes do mal deste mundo e um convite para que todos busquem o domínio de Deus em suas vidas.
 
Submeta-se a Deus e ele terá compaixão de Ti.

Um pouco é o suficiente - Marcos 6: 30-44


Conclusão

No nome de Jesus, devemos desafiar tudo o que está contra Deus em nossas vidas e devemos fazê-lo com o poder da cruz e apresentando o que temos e o que somos, porque com a compaixão que levou nosso Rei a morrer na cruz por mim e por você seremos por Ele alcançados.
Amém!!


Rompendo os Obstáculos para obter a Vitória pela fé | 2 Reis 5:10-14



Introdução: Naamã, comandante do exército sírio: um homem muito estimado e homem amado, aos olhos de seu mestre e seus servos(vs. 1, 13). No entanto, ele tinha um problema insolúvel: ele era um leproso. 2 Reis 5:10-14

Em 2 Reis 5:10,11 de acordo com o texto Eliseu lhe enviou um mensageiro, dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e tua carne se te restaurará, e serás limpo.

Podemos ter todos os tipos de talentos.

Nós podemos ser bem sucedidos. As pessoas podem nos apreciar. No entanto, os problemas podem afetar a todos nós e nos arruinar.

Nós mesmos não podemos resolver todos problemas que enfrentamos. Mas o que é impossível para os homens é possível com Deus.

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Aprenda a romper os 7 Obstáculos como Naamã

1. O Obstáculo do Orgulho

O primeiro grande obstáculo de Naamã foi seu orgulho. Quando o profeta Eliseu o instruiu a mergulhar no rio Jordão, ele ficou indignado: “Porém Naamã muito se indignou, e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá, por-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a mão sobre o lugar, e restaurará o leproso.” (2 Reis 5:11).

Naamã esperava ser curado de uma maneira espetacular, digna de sua posição. O orgulho o impedia de aceitar a simplicidade do agir de Deus. Ele queria uma cura que o honrasse, mas Deus queria uma cura que o humilhasse. Muitas vezes, a nossa própria arrogância nos impede de receber o milagre, pois queremos que Deus aja da nossa maneira.

2. O Obstáculo da Expectativa Humana

Naamã tinha um roteiro para o seu milagre: "Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá..." (2 Reis 5:11). Ele esperava que o profeta o recebesse pessoalmente e realizasse um ritual grandioso.

Para receber a cura, Naamã teve que se submeter ao plano de Deus, e não ao seu. Deus não age conforme nossas expectativas, mas conforme a Sua soberana vontade. A nossa tarefa é confiar, mesmo que o plano de Deus pareça estranho ou simples demais.

3. O Obstáculo da Raiva

O versículo 11 continua: “Naamã, porém, muito se indignou, e se foi...”. A ira de Naamã o fez se afastar do profeta e da sua única chance de cura.

Suas emoções o estavam cegando para a bênção que estava à sua frente. A raiva, a frustração e a impaciência são obstáculos poderosos. Muitos de nós deixamos de receber milagres por não dominarmos nossas emoções, permitindo que a ira nos afaste da voz de Deus.

4. O Obstáculo do Preconceito

Em sua indignação, Naamã menosprezou o rio escolhido por Deus: “Não são, porventura, Abana e Farfar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel?” (2 Reis 5:12). Ele tinha preconceito contra o Jordão, que era visto como um rio sujo.

Ele comparou o que Deus havia escolhido com o que ele considerava melhor. O preconceito espiritual pode nos afastar do milagre. Não devemos menosprezar os caminhos de Deus, por mais simples que pareçam, pois a bênção não está no método, mas na obediência.

Em 2 Reis 5:12 vemos que para Naamã Abana e Farpar, rios de Damasco, não são melhores que todas as águas de Israel? Se me lavar neles, não serei também limpo?

Ele queria substituir um rio na Síria pelo rio Jordão.

As pessoas querem substituir o plano de Deus pelo seu próprio elimina o que eles não gostam no plano de Deus, substituindo essas coisas por substituições que Deus nunca aprovou.

Não cometa o erro de querer substituir as coisas humanas pelas coisas de Deus.

É preciso romper o obstáculo da soberba, você não melhor que Deus.

5. O Obstáculo da Obediência

A cura de Naamã veio com uma condição simples: “Então desceu, e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus...” (2 Reis 5:14). O passo decisivo foi a obediência.

Em 2 Reis 5:12,13 observa-se que seus criados se chegaram a ele, e falaram-lhe, dizendo: Pai meu, se o profeta te mandasse alguma grande coisa, não a farias? Quanto mais, dizendo-te: Lava-te, e serás limpo?

Naamã teve que reconhecer e aceitar o caminho de Deus e obedecê-lo antes que ele fosse curado de sua lepra.

Ele então desceu, e mergulhou sete vezes no Jordão, conforme a palavra do homem de Deus: e sua carne se restaurou como a carne de um menino, e foi limpo. 2 Reis 5:14

Por fim ele ouviu o Profeta e ouviu sua equipe. Percebeu que só ele estava errado.

Se é assim que Deus mandou fazer, assim seja feito. A história de Naamã ajuda a corrigir nossas noções rebeldes.

A cura veio somente quando ele seguiu a ordem de Deus exatamente como foi dada. Não foi no primeiro mergulho, nem no terceiro. A obediência plena, sem questionar, foi a chave. O milagre de Deus é liberado na nossa obediência.

6. O Obstáculo da Humilhação

O versículo 14 começa com uma palavra poderosa: “Então desceu...”. Naamã, um general do exército, teve que descer. Ele teve que descer de seu cavalo, de sua posição social e de seu orgulho.

Deus honra os que se humilham. A humildade não é fraqueza, mas a força de quem reconhece que precisa de Deus. Ele teve que descer fisicamente e espiritualmente para o Jordão, e só ali encontrou a cura.

7. O Obstáculo da Incredulidade

Naamã quase perdeu a bênção por falta de fé. Ele só não desistiu porque os seus servos o persuadiram com sabedoria: “Então se chegou a ele, e lhe disseram: Meu pai, se o profeta te dissesse alguma coisa difícil, porventura não a farias?” (2 Reis 5:13).

O caminho para Deus é o caminho da humildade. Deus age na simplicidade. A única coisa de que você absolutamente precisa é reconhecer e se humilhar debaixo da potente mão de Deus.

E Naamã se foi irritado acreditando que Eliseu e estando em pé invocaria o nome do SENHOR seu Deus, e levantaria sua mão, e tocando o lugar, e sarando a lepra.

Naamã já tinha decidido como Deus devia fazer.

Não é você que decide. Deus é soberano.

Não cometa o erro de ficar com raiva das instruções de Deus para o que você é acreditar e fazer.

Depois de ser convencido a obediência de Naamã é imperfeita, mas é um começo.

Rompeu o obstáculo da incredulidade.




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Conclusão

Para crédito de Naamã, ele desceu ao Jordão, seguiu as instruções e sua carne foi restaurada. Ele foi influenciado pela equipe que o convenceu a se humilhar e lavar-se como ele havia sido instruído.

A cura de Naamã só aconteceu depois que ele venceu sete obstáculos internos. A história dele nos lembra que Deus continua operando milagres hoje, mas muitas vezes é necessário que deixemos de lado nosso orgulho, preconceito e incredulidade. O milagre nos espera do outro lado da humildade, obediência e fé.

Que você possa identificar e remover os obstáculos em sua vida, para que as bênçãos de Deus fluam livremente sobre você. Qual obstáculo você precisa superar hoje para receber o que Deus tem para você?

Você precisa romper esses obstáculos e se humilhar, ouvir a Palavra e os Mensageiros de Deus e, agir como Ele instrui e com fé para mudar a sua história

Livro de Judas: Estudos, Resumo e Esboço

Estudo Bíblico sobre o Livro de Judas

Resumo Esquematizado de Judas

Introdução ao Livro de Judas

Título O título grego ( ' Iou,da Iouda ) segue a tradição de nomear as Epístolas Gerais em homenagem ao autor.

A data e o local da escrita desta epístola é impossível de declarar devido à falta de informações na carta em si, principalmente porque a Bíblia e a tradição revelam tão pouco sobre os detalhes pessoais de seu autor, enquanto o próprio livro se abstém de nomear qualquer pessoa ou lugar em particular. 

A única pista disponível para os leitores de hoje é a notável semelhança entre os livros de Judas e 2 Pedro. Assumindo que Pedro escreveu sua carta primeiro (64-66 DC), Judas provavelmente escreveu sua epístola em algum momento entre 67 e 80 DC.

A maioria dos estudiosos acredita que Judas escreveu entre 67 e 80 d.C. , especialmente porque os próprios leitores ouviram os apóstolos (v. 17). 

Autoria do Livro de Judas

Quem escreveu o Livro de Judas? ou O Livro de Judas foi escrito por quem? São perguntas comuns.

Segundo a tradição, o escritor desta epístola foi "Judas" (Judas), que era o meio-irmão de Jesus Cristo (Mt 13:55; Marcos 6: 3) e irmão de Tiago, o líder da igreja de Jerusalém (Judas 1; Atos 15:13). Como irmão de Jesus, ele se refere aos apóstolos como um terceiro. Há muitos Judas , nomeados nos evangelhos, primeiro entre os apóstolos e depois entre os parentes de Jesus . Não se sabe muito de Judas, o que explicaria a aparente necessidade de identificá-lo por referência a seu irmão mais conhecido Tiago, que também era meio-irmão de Jesus.

Esta é a única carta do Novo Testamento de Judas, meio-irmão de Jesus Cristo e filho de José e Maria. Judas também era irmão de Tiago (v. 1a), outro meio-irmão do Senhor (Mt 13:55; Mc 6:3), líder da igreja em Jerusalém (At 15:13) e autor da epístola que leva seu nome (Tg 1:1). Judas é o mesmo que Judá ou Judas e significa "louvor" (cf. Rm 2:29).

Alguns estudiosos contestaram essa identificação nos últimos anos, mas eles não provaram que está incorreto.

A autoria desta epístola tem sido objeto de muito debate.
Por muitos anos não foi aceito como parte dos escritos inspirados do Novo Testamento.

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Destinatários

A descrição daqueles a quem Judas dirigiu sua carta é muito geral (ver v. 1 ). Poderia se aplicar a cristãos judeus, cristãos gentios ou a ambos. Sua localização não é indicada. Não se deve presumir que, visto que 2Pe 2 e Judas 4-18 parecem descrever situações semelhantes, ambos foram escritos para as mesmas pessoas. O tipo de heresia retratado nessas duas passagens era generalizado

Os homens que Judas condenou estavam “negando o senhorio de Cristo (v. 4), exercendo licenciosidade pecaminosa (vv. 4, 8, 16), rebelando-se contra a autoridade (vv. 8, 11, 18), cedendo aos seus próprios desejos (vv. 16, 19), preocupando-se apenas com o ganho para si mesmos (vv. 11-12, 16), sendo divisivos (v. 19), críticos (v. 16) e vangloriando-se (v. 16)” (Pentecostes, 917). Ele escreveu para informar a igreja sobre esses homens para que os crentes não caíssem em seu erro, que evidentemente era mais comportamental do que doutrinário.

Esboço do Livro de Judas

    • Saudações ( 1:1 - 1:2 )
    • Ocasião da Carta ( 1:3 - 1:4 )
        ◦ A Mudança de Assunto ( 1:3 )
        ◦ A razão da mudança: a presença de apóstatas ímpios ( 1:4 )
    • Aviso contra os falsos mestres ( 1:5 - 1:16 )
        ◦ Exemplos históricos do julgamento dos apóstatas ( 1:5 - 1:7 )
            1. Israel incrédulo ( 1:5 )
            2. Anjos que caíram ( 1:6 )
            3. Sodoma e Gomorra ( 1:7 )
        ◦ Descrição dos Apóstatas dos Dias de Judas ( 1:8 - 1:16 )
            1. Seu discurso calunioso deplorou ( 1:8 - 1:10 )
            2. Seu caráter retratado graficamente ( 1:11 - 1:13 )
            3. Sua destruição profetizada ( 1:14 - 1:16 )
    • Exortação aos crentes ( 1:17 - 1:23 )
    • Doxologia Final ( 1:24 - 1:25 )

Status canônico do Livro de Judas


Vários da igreja primitiva os historiadores relutavam em aceitá-lo porque

  • era muito curto,
  • seu autor não era bem conhecido e
  • incluiu citações de livros que não faziam parte da Bíblia.

A Epístola de Judas é considerada canônica na Igreja Cristã. O estilo grego competente do livro é tal que estudiosos conservadores o datam de 68 DC. Mais notável é a evidência de que, no final do século II, Judas era amplamente aceito como canônico. Clemente de Alexandria , Tertuliano e o cânone Muratoriano consideraram a carta canônica. A carta foi aceita como parte do Cânon pelos Padres da Igreja , como Atanásio e os Sínodos de Laodicéia (c. 363) e Cartago (397).

Judas cita Enoque

Judas e os apócrifos

 Judas é o único livro do NT que se refere aos Pseudepígrafos (livros "falsamente atribuídos"). Ele faz alusão à Assunção de Moisés (Judas 9) e cita 1 Enoque 1:10 (Judas 14-15). No entanto, ele não afirma a autoridade desses livros.

  • ¹⁴ E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Judas 1:14

A Epístola de Judas fala de Enoque (ver v. 14); entretanto, Enoque não é um livro inspirado, mas é considerado pseudoepígrafo (uma escrita falsa) pela igreja cristã.

Uma exegese nos permite dizer que Primeiro, não é certo que Judas esteja realmente citando o Livro de Enoque . Ele pode simplesmente estar mencionando um evento que também é encontrado neste livro pouco inspirado. É digno de nota que Judas não afirma que Enoque escreveu esta declaração. Ele simplesmente registra o que Enoque disse. Judas pode ter usado uma tradição oral válida e não o Livro de Enoque .

A existência de Enoque e sua comunicação com Deus é um fato estabelecido em outro lugar, tanto no Antigo Testamento (Gênesis 5:24) como no Novo Testamento (Hebreus 11: 5).

Além disso, mesmo que Judas tenha tirado essa declaração do Livro de Enoque , ela ainda é verdadeira. Como já declarei, muitas declarações verdadeiras podem ser encontradas fora das Escrituras. Só porque Judas citou de uma fonte não canônica (extra-bíblica) não significa que o que ele diz está necessariamente errado.

Assunto Principal do Livro de Judas

Judas estava escrevendo sobre um assunto que é crucial enfrentar em nossa cultura hoje, os falsos mestres. Assim como hoje, vemos diferentes seitas e falsos mestres se infiltrarem na igreja com ensinamentos que contradiz a de Cristo e Seus apóstolos (v. 4, 17). Jude estava escrevendo a partir da postura de alguém que estava em defesa da fé.

O propósito da Epístola de Judas em sua carta era duplo: ele queria expor os falsos mestres que haviam se infiltrado na comunidade cristã e encorajar os cristãos a permanecer firmes na fé e lutar pela verdade.

Judas reconheceu que os falsos mestres muitas vezes passam despercebidos pelos fiéis, então ele trabalhou para aumentar a consciência dos crentes, descrevendo em detalhes vívidos como os dissidentes realmente eram terríveis. Porém, mais do que simplesmente aumentar a conscientização, Jude achou importante que os crentes se posicionassem contra aqueles que trabalham contra Jesus Cristo.

Os crentes deviam fazer isso lembrando-se do ensino dos apóstolos, edificando uns aos outros na fé, orando no Espírito Santo e mantendo-se no amor de Deus (Judas 1:17, 20–21).


Livro de Judas: Estudos, Resumo e Esboço


Leia também

Esquema:

(1) Judas, um servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, Para aqueles que são chamados , amados em Deus Pai e guardados por Jesus Cristo:
(2) Que a misericórdia, a paz e o amor sejam multiplicados para você.
(3) Amado , embora estivesse muito ansioso para escrever- lhe sobre nossa salvação comum, achei necessário escrever apelando a você para lutar pela fé que foi uma vez por todas entregue aos santos. (4) Para certas pessoas que se arrastaram despercebidas que há muito tempo foram designadas para esta condenação, pessoas ímpias , que pervertem a graça de nosso Deus na sensualidade e negam nosso único Mestre e Senhor, Jesus Cristo.

I.Introdução, Saudação e Saudação (1-2)
II O Propósito da Carta: Uma Petição a Favor pela Fé (3-4)
III Exposição de falsos professores: provar que são ímpios e sujeitos a Julgamento (5-16)

A. Lembretes do Castigo de Deus por Desobediência Passada (5-7)

  • 1)O exemplo de certos israelitas v. 5
  • 2)O exemplo de certos anjos v. 6
  • 3)O exemplo de certos pagãos v. 7
B. Denúncia de falsos mestres (8-13)
  • 1) A natureza do erro vv. 8-9
  • 2)A seriedade do erro vv. 10-13
  • 3)As consequências do erro vv. 14-16
C. Profecia de Enoque e julgamento de falsos mestres (14-16)

IV Exortando os Verdadeiros Crentes (17-23)

  • Exortação aos fiéis vv. 17-23
  • O lembrete para lembrar o aviso dos apóstolos vv. 17-19
  • A instrução positiva dos leitores vv. 20-23

V.Doxologia (24-25)

Temas relacionados ao livro de Judas - Enoque, Traiu Jesus, Macabeus e outros
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Análise do Livro de Judas

O Livro de Judas é um breve livro de apenas um único capítulo com 25 versos. Foi redigida como uma carta encíclica - isto é, não dirigida aos membros de uma igreja em particular, mas destinada a ser distribuída e lida em todas as igrejas. A forma, ao contrário das cartas anteriores de Paulo, sugere que o autor conhecia a Epístola de Paulo aos Efésios ou mesmo que as epístolas paulinas já haviam sido coletadas e circulavam quando o texto foi escrito.

Judas se identifica da maneira que a maioria dos primeiros líderes da igreja o faziam, chamando dele mesmo um servo. Ele entende que sua vida deve ser voluntariamente entregue ao chamado de Cristo sobre sua vida. Judas também mostra humildade por não mencionar o fato de que ele é o meio-irmão de Jesus. Ele menciona apenas que é irmão de Tiago, que não é uma figura supremamente conhecida.

A necessidade dessa defesa da fé é vista na substância do versículo 4. A palavra "prefigurada" nesse versículo fala de ser "pré-escrito", ou seja, os falsos mestres nele referidos tinham sido previstos como vindo entre o rebanho. Nosso Senhor havia falado deles, e assim também todos os Seus apóstolos. A natureza e o resultado de seu ensino, conforme sugerido pela palavra "lascívia"são particularmente perceptíveis.

O que o Livro de Judas nos Ensina?


Se somos aqueles que são chamados, amados em Deus Pai e guardados por Jesus Cristo, como isso nos diferencia dos incrédulos no mundo? O que significa para você que misericórdia, paz e amor são multiplicados para você nas bênçãos que ouvimos cada um Dia do Senhor?

Quando começamos este estudo, Judas nos lembrou bem no início da garantia de que somos chamados, amados e mantidos v1. É importante manter ter isso em mente ao lidar com esta questão da apostasia. Esta carta é escrita para os crentes alertando sobre outros que chegam e espalham informações de falsas doutrinas e heresias que podem levar à apostasia e está alertando-os para que estará preparado e não correrá atrás dos ensinamentos errados. Então nós não devemos perder isso de vista enquanto investigamos

Embora Judas estivesse muito ansioso para escrever a seus leitores sobre a salvação, ele sentiu que em vez disso, deve alertá-los sobre certos homens imorais que circulavam entre eles e que estavam pervertendo a graça de Deus (ver v. 4 e nota). Aparentemente, esses falsos mestres estavam tentando convencer os crentes de que serem salvos pela graça lhes deu licença para pecar, uma vez que seus pecados não seriam mais usados ​​contra eles. Judas achou imperativo que seus leitores estejam em guarda contra tais homens e estejam preparados para se opor com a verdade sobre a graça salvadora de Deus.

A tática de Judas para derrotar os ímpios e também para estender o reino de Deus e seu Evangelho é: crescer forte sendo plantado na verdade fiel de Deus.

Judas quer que sejamos oposição aos falsos mestres.
Os crentes não precisam mudar sua mensagem, nem precisam ser tímidos em sua oposição. Crentes que permanecem firmes para se juntar à criação ordenada e testificar de Deus e de Sua bondade a partir de sua própria natureza

Referências

http://www.calvarygospel.org/hp_wordpress/wp-content/uploads/2013/12/Jude_Lesson-Slideshow.ppt
http://tlcnorman.org/files/Jude/Jude-bible-study-lesson-1.ppt
Brent Barnett de www.relevantbibleteaching.com


Livro de Hebreus: Estudo, Esboço e Resumo

Livro de Hebreus: Estudo, Esboço e Resumo do Livro de Hebreus

Título 

O título grego ( Pro.j vEbrai,ouj Aos Hebreus ) não segue a prática padrão de nomear as Epístolas Gerais com o nome de seus autores. Neste caso, o nome identifica os destinatários judeus

A Data do Livro de Hebreus - Contexto Histórico

Hebreus.10:32-34 parece referir-se a Neronian Persecution de 64AD. 

A Destruição do Templo:  
(1) Alguns têm insistido que, uma vez que o templo não é mencionado, a carta vem depois de 70 DC. 

(2) O mesmo argumento é usado para datar a carta antes de 70 DC desde a queda de Jerusalém e a destruição não é indicada. A falta de referência à destruição do templo de Jerusalém aponta para uma data anterior a 70 d.C. 

O sistema de sacrifícios ainda estava em operação (cf. 8:4-5, 13:9:6-9; 10:1-3, 11) e era “obsoleto e envelhecido” e “em breve desapareceria” (8:13) o que pode indicar antes da destruição do templo..

O próprio autor considera a carta como “atrasada” quando diz “ o evangelho foi declarado a princípio pelo Senhor, e foi atestado a nós por aqueles que o ouviram ”. Heb.2: 3

Quando: O livro de Hebreus parece ter sido escrito entre cerca de 62 e 62 dC70, provavelmente no final dos anos 60.

Curiosidade: Hebreus 10:11 revela que foi escrito antes da destruição do templo por Tito em . D. 70

Autor do Livro de Hebreus


O livro de Hebreus não nomeia seu autor. O livro mais debatido no que diz respeito a autoria, local, data, etc. vai no NT.

Orígenes (185-254 DC) escreveu: "Só Deus sabe quem escreveu Hebreus". Mesmo no final do século 1, não havia um consenso claro sobre a autoria de Hebreus

O texto contém algumas pistas sobre a identidade do autor. Hebreus 2: 3-4 - Autor de uma testemunha ocular ou familiarizado com aqueles que caminharam com Jesus. Já em Hebreus 13:7, o autor parece se colocar na 2ª geração de pregadores do evangelho

Algumas teses sobre a autoria:

1. Em Alexandria (Egito) e na Igreja Oriental o autor foi considerado Paulo .

2. Os primeiros pais da igreja norte-africana (por exemplo, Tertuliano de Cartago) disseram que Barnabé o escreveu.

3. Na Itália e na Europa Ocidental, a autoria foi inicialmente debatida . A autoria de Paulo foi originalmente rejeitada por Hipólito ( ca. 160-235), Caio (citado por Eusébio) e Irineu ( ca. 140-203). Hebreus não constava do Cânon Muratoriano ( 170 d.C. ), mas Jerônimo ( 340-420 d.C. ) e Agostinho ( 354-430 d.C. ) acabaram convencendo a Igreja Ocidental a aceitar a visão da Igreja Oriental sobre a autoria de Paulo . Isso se tornou oficialmente dogma católico no Concílio de Trento ( 1546 d.C. ).

4. Protestantes da Reforma , como Calvino, rejeitaram a adesão católica à autoria paulina. Lutero e Erasmo atribuíram a epístola a Apolo .

5. Os estudiosos modernos permanecem igualmente perplexos com a questão da autoria. Sugestões adicionais incluem Lucas , Clemente , Silas , Priscila e Filipe, o Evangelista . Portanto, as evidências externas são inconclusivas.

Argumentos para autoria paulina de Hebreus

Apesar de a autoria paulina não pode ser confirmado de forma dogmática, há quem indique que Paulo era o autor pelas evidências internas e externas pois escreveu da Itália (13:24); seu companheiro era Timóteo (13:23) e de que Pedro indicaria Paulo como o escritor (2 Pedro3:15, 16; cf. 1 Pedro 1: 1).

a. Timóteo é mencionado em 13:23, provavelmente como um companheiro de viagem.

b. O autor parece estar na prisão (13:19) e a bênção final soa como a de Paulo (13:20-21), incluindo uma saudação de fiéis italianos (13:24). Isso pode indicar que Paulo a escreveu durante uma de suas duas prisões em Roma ( 60-62 ou 67-68 d.C. ).

c. Enfatiza os temas paulinos da fé (Hb 11), da Nova Aliança (Hb 8), do exemplo de Israel (Hb 4), dos dons e do poder (2:4) e da pessoa de Cristo (Hb 1–10).

Argumentos contra a autoria paulina de Hebreus

a. O estilo grego é mais refinado e clássico do que nas epístolas de Paulo. As citações do AT são da Septuaginta (grego), não do texto hebraico esperado de alguém formalmente treinado como judeu, como Paulo. (Mas Paulo usa ambas as traduções em seus escritos.)

b. Nenhuma saudação paulina habitual aparece no início. Timóteo é chamado de “irmão” - não “filho”

c. Parece que 2:3-4 indica um autor de segunda geração que recebeu o evangelho dos discípulos de Jesus. Paulo não se descreveu dessa maneira (Gl 1–2).

d. Enquanto os escritos de Paulo enfatizam a morte e ressurreição de Cristo, Hebreus enfatiza o sacerdócio de Cristo e sua obra atual.


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O Livro de Hebreus fala sobre o que?

A epístola aos Hebreus é um livro único no Novo Testamento e tem um grande significado para os cristãos. Começa como um ensaio( He 1: 1-2 ), progride como um sermão ( He 2: 1-4 ) e termina como uma carta ( Hebreus 13: 23-25 ). 
  • A Palavra de Deus
  • A Obra de Cristo
  • A Revelação Final de Deus foi Cristo
  • A queda daqueles que não são verdadeiros
  • A singularidade da morte sacrificial de Cristo
  • A questão da vida e da morte derrotada
  • Anjos
  • Definição de Fé e Heróis da Fé
  • Um apelo ao compromisso
  • Castigo de verdadeiros crentes
Quem quer que fossem esses cristãos judeus, o escritor os viu em uma situação muito séria. Cinco advertências severas (2:1-4; 3:7-4:13; 5:11-6:8; 10:19-39; 12:18-29) os admoestam a não rejeitar o cristianismo em favor do judaísmo. Os destinatários haviam sofrido perseguição (10:30-32), mas talvez não o martírio propriamente dito (12:4). Eles precisavam desesperadamente de perseverança (10:36), pois eram tardios em ouvir (5:11) e corriam o risco de se afastar de suas amarras em Cristo (2:1; 3:12).

Hebreus tem as maiores informações nas Escrituras sobre muitas doutrinas: o “descanso” para o crente, o Sacerdócio de Melquisedeque, o Sumo Sacerdócio de Cristo, a Nova Aliança e a tipologia das ofertas e festas em Levítico.

Hebreus não tem uma saudação no início, parecendo “mais um ensaio sermônico do que uma carta… [Na verdade,] apenas 13:18-25 soa como uma epístola real”.

O estilo grego pode ser o mais elegante do NT. Possui cerca de 157 palavras que não são encontradas em nenhum outro lugar das Escrituras.

Contém mais de 86 citações do AT e tantas alusões que contém mais de 100 referências de 21 livros do AT Isso inclui a citação mais longa do NT (Hb 8:8-12 cita Jr 31:31-34 sobre a nova aliança).

Hebreus 11 é o capítulo mais amado da Igreja na Bíblia sobre fé 

O autor escreveu para evitar que seus ouvintes abandonassem a fé e retornassem ao judaísmo. Ele fez isso mostrando como o cristianismo (e Cristo, especificamente) é melhor que o judaísmo em muitos aspectos:
  • 1. Cristo é a revelação final de Deus e é o próprio Deus (1:1-8).
  • 2. Cristo é superior a: (a) anjos (Hb 1–2), (b) Moisés (Hb 3–4) e (3) Arão, a antiga aliança, o santuário e os sacrifícios (Hb 4–10).
  • 3. A palavra “melhor” ocorre 13 vezes (1:4; 6:9; 7:7, 19, 22; 8:6a, 6b; 9:23; 10:34; 11:16, 35, 40; 12:24;), juntamente com ênfases em Cristologia e Soteriologia. Cada vez, “melhor” contrasta Cristo com a velha ordem.
  • 4. Cinco passagens alertam contra o desprezo pela nova ordem retornando à antiga (2:1-4; 3:7–4:13; 5:11–6:8; 10:19-39; 12:18-29).

No livro de Hebreus em resumo temos:

  • No Livro de Hebreus 1: 1-2: 18 Jesus é maior do que os anjos: Portanto, prestemos atenção.
  • No Livro de Hebreus 3: 1-4: 13 Jesus é maior do que Moisés: Portanto, vamos perseverar.
  • No Livro de Hebreus 4: 14-6: 12 O sacerdócio de Jesus é maior do que o sacerdócio de Arão:   Portanto, sigamos em frente até a maturidade.
  • No Livro de Hebreus 6: 13-7: 28 Jesus é o Grande Sumo Sacerdote “na ordem de Melquisedeque”.
  • No Livro de Hebreus 8: 1-10: 39 Jesus é o autor de uma aliança melhor do que a de Moisés:  Portanto, perseveremos até o fim.
  • No Livro de Hebreus 11: 1-12: 29 Um exemplo prático de perseverança: A nuvem fiel de testemunhas:  Portanto, aceite a disciplina de Deus em sua vida.

Aplicação Doutrinária

I. A base da superioridade de Cristo (1: 1-10: 18)
II. Praticidade da superioridade de Cristo (10: 19-10: 25)
III. Perseverança e perseverança fiel (10: 26-13: 17)
IV. Instruções finais (13: 18-25)

A Carta aos Hebreus revela a supremacia de Cristo :

Intimamente ligado ao princípio anterior, na Carta de Hebreus 1: 1-2a indica que a revelação em Jesus Cristo é de superioridade. Embora Hebreus afirma que o mesmo Deus continuou a falar, a ênfase em toda é constantemente no fato de que Deus revelou-se, de forma suprema, em Jesus. Isto é evidente a partir dos elementos de contraste no paralelismo entre 1: 1 e 1: 2-A, bem como as várias descrições da supremacia de Cristo inclusive em relação aos anjos (que são inferiores), como por exemplo, Heb 1:4 que diz: tornando-se tão superior aos anjos quanto o nome que herdou é superior ao deles.

Hebreus:  Jesus, o Caminho Melhor ”

 
1. O melhor NOME DE CRISTO (Hebreus 1: 1 - 4:13). Versículo-chave: 1: 4.

      a.) Cristo é melhor do que os profetas (1: 1-3).

      b.) Cristo é melhor do que os anjos (1: 4 - 2:18).

      c.) Cristo é melhor do que Moisés (3: 1 - 4:13).

2. O Melhor MINISTÉRIO DE CRISTO (Hebreus 4:13 - 10:18). Versículo-chave: 8: 2,6.

      a.) Cristo serve a um sacerdócio melhor (4:14 - 8: 5).

      b.) Cristo medeia uma aliança melhor (8: 6 - 10:18).

3. O Melhor CAMINHO DE CRISTO (Hebreus 10:19 - 13:25). Versículo-chave: 10:20.

      a.) Dá uma certeza de fé (10: 19-39).

      b.) Requer obediência de fé (11: 1-40).

      c.) Exige perseverança na fé (12: 1-13).

      d.) Encoraja um serviço de fé (12:14 - 13:17).

      e.) Comentários finais e bênção (13: 18-25).

Esquema do Livros de Hebreus

Panorama Bíblico

Judeus sob perseguição (pelo judaísmo e possivelmente romano-Nero) 10: 32-34; 12: 4; 13: 13-14.
Cristãos de segunda geração (verdadeiros crentes, talvez sacerdote convertido) 3: 1
Falsos mestres 13: 9

  • I. Introdução (Hebreus 1: 1-3)
  • II A Supremacia do Filho de Deus (Hebreus 1: 4-4: 13)
  • III A Supremacia do Sumo Sacerdócio do Filho (Hebreus 4: 14-10: 18)
  • IV Exortações finais à perseverança (Hebreus 10: 19-12: 29)
  • V. Exortações práticas e cumprimentos finais (Hebreus 13: 1-25)

O Livro dos Hebreus é inscrito com a intenção de abordar as seguintes temáticas:
  • 1. Exortação ao progresso (Hebreus 13:22), ouvindo e atendendo à palavra (“viva pela fé ”cf. capítulo 11).
  • 2. Superioridade de Cristo !!!
  • 3. Avaliação do estado espiritual atual.
  • 4. Expectativas para o futuro.

Palavras-chave em destaques:
  • 1. “Melhor” (13 vezes) 1: 4; 6: 9; 7: 7, 19, 22; 8: 6; 9:23; 10:34; 11:16, 35, 40; 12:24.
  • 2. “Perfeito” (14 vezes) 2:10; 3: 9, 14; 6: 1; 7:11, 19, 28; 9: 9, 11; 10: 1, 14; 11:40; 12: 2, 23.
  • 3. "Eterno" (9 vezes).
  • 4. “Estabelecido” (8 vezes) 2: 2; 6:19; 12:28; 13: 9.

Livro de Hebreus: Estudo, Esboço e Resumo


Veja também pregações e estudos sobre Hebreus


Esquema
Aqui está um esboço simples para interpretação do livro de Hebreus

A grandeza de Jesus em Hebreus (Ideia Principal)

1. Maior do que os profetas. Hebreus 1: 1-3
2. Maior do que os anjos. Hebreus 1: 4-14
3. Maior do que Moisés. Hebreus 3: 1-5
4. Maior do que Josué Hebreus 4: 1-10
5. Jesus, o Grande Sumo Sacerdote. Hebreus 4: 14-5: 10
6. Maior do que Melquisedeque (e, portanto, Aarão) 7: 1-28
7. Jesus é maior do que Abraão 7: 1-9
8. Uma aliança maior. Hebreus 8: 1-13
9. Um tabernáculo maior. Hebreus 9: 1-11.
10. Um sacrifício maior. Hebreus 9: 12-10: 18.

Comentário

Embora não haja uma linha "Para:" em Hebreus, fica claro pelo texto que o livro foi escrito para cristãos judeus que estavam pensando seriamente em "voltar" à Lei mosaica em vez de seguir Jesus.
Hebreus 2: 1-3a, 3: 12-14, 4:14

Uma carta aberta aos cristãos judeus que estavam pensando em retornar à Lei Antiga em vez de manter sua fé é Jesus

Compara as coisas da Antiga Aliança com seus "espelhos" da Nova Aliança e mostra como as coisas do NC são muito superiores

Aproveite este resumo para preparar sermões e aulas da Escola Bíblica Dominical, maratona, perguntas e respostas, resenha, resumo, tudo sobre o Livro dos Hebreus


Referências:
Mark A. Copeland
https://o.b5z.net/i/u/6044830/i/Hebrews.ppt
http://evidenceforchristianity.org/images/stories/hebrewsmanila.ppt
https://thegoodteacher.com/Teaching/Hebrews/Hebrews.ppt
https://biblestudydownloads.org/

Livro de Filemom: Resumo e Esboço Bíblico

Resumo de Filemom

O que significa Filemom?

O título ( Pro.j Filh,mona To Philemon ) segue a prática padrão de nomear as epístolas do Novo Testamento após seus destinatários.

Quem foi o autor da Epístola a Filemom?

Paulo se apresenta como "um prisioneiro de Jesus Cristo". Provavelmente foi escrito de uma prisão.

Paulo refere-se a si mesmo três vezes como autor (vv. 1, 9, 19). Também menciona Onésimo viajando com Tíquico para entregar a carta aos Colossenses à mesma cidade (Cl 4:9), argumentando assim pela autoria de ambas as cartas por Paulo.

Todos acreditavam que Paulo escreveu Filemom até que alguns levantaram objeções no século IV sobre sua falta de conteúdo doutrinário. No entanto, Jerônimo e Crisóstomo reivindicaram a epístola e a autoria de Paulo foi universalmente mantida até os críticos radicais do século XIX.

Data : 

Paulo escreveu a carta durante seu primeiro encarceramento em Roma ( fevereiro de 60 d.C. a março de 62), o que fica evidente nos paralelos entre esta epístola e a dirigida a toda a igreja de Colossos (cf. v. 23 com Cl 4:7-10). A data de Hoehner para esta epístola é a mesma de Colossenses: outono de 61 d.C.

Para alguns pesquisadores a epístola deve ter vindo de Cesaréia (Atos 24-26) ou de Roma (Atos 28,30) durante 58-63 AD. A maioria dos escritores concorda que o grupo de Epístolas aos Filipenses, Colossenses, Efésios e Filemom foi escrito em Roma

 Destinatários : 

Filemom (v. 1b), um rico proprietário de escravos cristão em Colossos, é o destinatário principal, mas inclui outros em sua igreja usando o plural “vosso” 

Segundo Thomas L. C Paulo escreveu este breve apelo de 25 versos para pacificar Filemom e efetuar reconciliação entre o escravo e seu mestre. Seus outros propósitos eram: elogiar Filemom por mostrar compaixão por outros crentes ( Filemom 1-7), para anunciar seus planos de visitar Filemom após sua libertação antecipada( Filemom 8-22) e enviar saudações de seus associados ( Filemom 23-25).

 Durante sua primeira prisão em Roma ( fevereiro de 60 d.C. a março de 62), Paulo levou a Cristo o escravo fugitivo de Filêmom, chamado Onésimo (v. 10b). A carta revela que Onésimo havia cometido algumas injustiças e roubado de Filêmom (v. 18) antes de fugir. Paulo enviou esta carta a Filêmom, a quem também havia levado a Cristo (v. 19b), com Onésimo a Colossos para convencer Filêmom a perdoar Onésimo como irmão (Cl 4:9).
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Abordagem e Estrutura

Para conquistar a aceitação voluntária de Onésimo por Filêmom, Paulo escreve com muito tato e em tom descontraído, que ele cria com um jogo de palavras (ver nota no v. 11 ). O apelo (vv. 4-21) é organizado de uma forma prescrita pelos antigos mestres gregos e romanos: para construir harmonia (vv. 4-10), para persuadir a mente (vv. 11-19) e para mover as emoções (vv. 20-21). O nome Onésimo não é mencionado até que a harmonia tenha sido construída ( v. 10 ), e o apelo em si é declarado apenas perto do final da seção para persuadir a mente ( v. 17 ).

Esquemas:

Estrutura e estrutura de tópicos:
Filemom 1-3 - A Saudação de Paulo a Filemom
Filemom 4-7 - Ação de Graças e Oração de Paulo
Filemom 8-20 - O apelo de Paulo a Filemom em nome de Onésimo
Filemom 21-25 - A Palavra Pessoal e Saudação de Paulo

Livro de Filemon: Resumo e Esboço Bíblico



Veja também:

Perdão e Amor ao Próximo

A carta a Filêmon oferece o exemplo mais claro de perdão no Novo Testamento. O governo romano concedia direitos absolutos aos donos de escravos e nenhum direito aos escravos, que eram considerados propriedade de seus senhores. "O escravo estava absolutamente à disposição de seu senhor; pela menor ofensa, podia ser açoitado, mutilado, crucificado [ou] lançado às feras" O compromisso de Onésimo de retornar ao seu antigo senhor colocava em risco sua vida para pedir perdão, mas ele ainda assim o fez.

Martinho Lutero, em seu prefácio de 1522 à epístola, escreveu: "Esta Epístola nos dá uma ilustração magistral e terna do amor cristão; pois aqui vemos como São Paulo toma o partido do pobre Onésimo e defende sua causa junto ao mestre com tudo o que pode, e age da mesma forma que se fosse ele mesmo Onésimo, que tivesse agido mal."

Este escrito demonstra a natureza da imputação talvez melhor do que qualquer outro. Paulo pede que todo o pecado de Onésimo seja imputado não a Onésimo, mas a Paulo (v. 18). Da mesma forma, Cristo levou sobre si o pecado da humanidade (Rm 5:12-21).

Nesta correspondência, Paulo fornece muitas razões pelas quais o perdão é importante:
  • 1. O perdão solidifica amizades (vv. 8-11, 17, 20).
  • 2. Relacionamentos restaurados tornam as pessoas mais úteis para nós (v. 11).
  • 3. O perdão envolve o coração (v. 12)
  • 4. O sacrifício que o perdão exige é doloroso, mas bom para nós (vv. 13, 18-19a).
  • 5. O perdão demonstra humildade, pois deve ser voluntário e não forçado (vv. 14, 21).
  • 6. O perdão nos lembra que Deus está no controle dos eventos dolorosos (vv. 15, 16).
  • 7. Perdoar os outros nos lembra de como Deus nos perdoou (v. 19b).
A carta termina sem que o final da história seja concluído. A pergunta que paira no ar é: "Filémon perdoou Onésimo?". Três fatores comprovam que ele o fez:
  • 1. Filemom preservou esta epístola e permitiu que as igrejas a circulassem.
  • 2. Paulo expressou grande confiança de que Filêmon faria mais do que perdoar Onésimo (v. 21). 
  • 3. Inácio escreveu uma carta à igreja próxima em Éfeso por volta de 115 d.C. , endereçada ao "Bispo Onésimo"! Seriam o ex-escravo?

ESBOÇO:
  • I. Saudação genial a Filemo e sua família, vv. 1-3
  • II Boa reputação de Filemom, vv. 4-7
  • III Apelo gracioso a Onésimo, vv. 8-16
  • IV Substitutos sem culpa de culpado, v. 17
  • V. Ilustração gloriosa da imputação, v. 18
  • VI Itens e pedidos gerais e pessoais, vv. 19-25

Aproveite este resumo para preparar sermões e aulas da Escola Bíblica Dominical

A curta carta de Paulo a Filemom mostra tanto a importância de perdoar os ofensores quanto de ser perdoado (corrigir as ofensas que se causa) como decisões necessárias para andar com Deus. Isso vê a carta da perspectiva de Onésimo e Filemom. Paulo saúda Filemom (vv. 1-3) e o elogia (vv. 4-7) como introdução ao seu pedido principal, o perdão de Onésimo (vv. 8-21), seguido de observações pessoais finais (vv. 22-25). ). A carta serviu não apenas como uma correspondência pessoal para Filemom, uma vez que se dirige a outros na igreja (v. 2) e usa o plural de “teu” no versículo 25.

Referências
https://planobiblechapel.org/tcon/notes/pdf/philemon.pdf
https://biblestudydownloads.org/

Epístola de 2 Timóteo: Estudo, Resumo e Esboço Bíblico

Resumo de 2 Timóteo

Os Livros de 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito designam três das cartas de Paulo que, desde o século XVIII, têm sido chamadas de “Epístolas Pastorais”. 

Autoria

 As cartas reivindicam autoria paulina (1 Tm 1:1; 2 Tm 1:1; Tt 1:1) e contêm as características paulinas típicas: chamado divino, muitos nomes pessoais e ênfases doutrinárias (graça, redenção através Cristo, propósito da Lei, das Escrituras, necessidade de piedade prática, etc.).

Segunda Prisão Romana Outono 67–Primavera 68. Paulo preso e levado para Roma no outono de 67. 
2 Timóteo escrito de Roma para Timóteo em Éfeso Outono 67. 
Paulo decapitado na primavera de 68

Paulo então escreveu 2 Timóteo de Roma durante seu segundo encarceramento romano logo após sua primeira defesa perante o Tribunal Imperial (2 Tm 1:8-17; 2:9; 4:16-17). Como não esperava viver muito mais tempo (2Tm 4:6-8), pediu a Timóteo que se apressasse até ele antes do inverno (2Tm 4:9, 21).

O apóstolo Paulo , como indicado na saudação ( 1: 1 ). As referências de natureza pessoal também confirmam isso,especialmente quando comparado a outras epístolas paulinas (cf. 4: 9-12; Co 4: 7-14).


 Na introdução de Paulo (versículos 1-7) ele lembra Timóteo e outros leitores 
  • 1) primeiro que ele foi chamado por Deus para ser um apóstolo (não designado ou escolhido para ser, Rm 1, 1 Cor 1); 
  • 2) em seguida, ele faz referência ao seu relacionamento paterno e carinhoso com Timóteo, além de referir-se ao papel significativo que sua mãe e avó desempenharam em sua jornada de fé; 
  • 3) então ele gentilmente exorta Timóteo sobre sua herança e dons espirituais. Vocação, afeto, consagração.

Como discurso final de despedida de Paulo (cf. Atos 20), ou "canto dos cisnes", este livro se compara com as últimas palavras de Moisés (Dt. 31: 1-8), Josué (Jos. 23), Davi (1 Reis 2: 1-9), o Senhor Jesus (João 13-16) e Pedro (2 Pedro).

2 Timóteo é um livro que ilustra a passagem da tocha, do bastão ou de responsabilidades evangélicas. A importânciae a urgência deste trabalho não pode ser subestimada. Paulo pede a Timóteo que " sirva o dom de Deus que está em ti "(2 Timóteo 1: 6)

Esboço de 2 Timóteo


Aflição no ministério: apegue-se a palavras sadias (2 Timóteo: capítulo 1)
Lágrimas no ministério (v2 Timóteo: v. 3-7)
Testemunho no ministério (2 Timóteo: 8-14)
Traidores do ministério (2 Timóteo: 15-18)

Atividade no ministério: seja diligente na palavra verdadeira (capítulo 2)
Treinamento - filho (2 Timóteo: 1-2)
Triunfo - soldado (2 Timóteo: 3-4)
Teste - atleta (2 Timóteo: 5)
Trabalho - fazendeiro (2 Timóteo: 6)
Características - servo (2 Timóteo: 20-26)

Apostasia no Ministério: Continue na Palavra Sagrada (capítulo 3)
“Tempos” de apostasia (2 Timóteo: 1-9)
Julgamentos e apostasia (2 Timóteo: 10-13)
Triunfo sobre a apostasia (2 Timóteo: 14-17)

Fidelidade no ministério: pregue a única palavra (capítulo 4)
A tarefa do ministério (2 Timóteo: 1-4)
O verdadeiro Juiz do ministério (2 Timóteo: 5-8)
Problemática do ministério (2 Timóteo: 9-18)

Jesus na referência de Paulo a Timóteo

  • 1. No versículo 8. Tudo na vida do cristão se refere a Jesus. Seu testemunho no versículo 10 refere-se à Sua vida e morte. 
  • 2. No versículo 12, Jesus é a razão pela qual Paulo sofre voluntariamente. 
  • 3. No capítulo 2, Jesus é a razão para Timóteo suportar e sofrer. 
  • 4 Ele viveu bem a vida. João 10:10 afirma que esta vida que Ele veio dar é abundante. 
  • 5. Ele morreu para prover salvação. Esta vida é eterna e uma vida agradável aqui na terra, mesmo antes de chegarmos ao céu. 
  • 6. Ele ressuscitou dos mortos (como é mencionado em 2:8). Podemos ser fortalecidos pelo Seu poder de ressurreição. 


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Esta Epístola 'Pastoral' é um ótimo livro para estudar em grupo para liderar outras pessoas. É uma das três epístolas pastorais, 1ºTimóteo, 2º Timóteo e Tito.


Epístola de 2 Timóteo: Resumo e Esboço Bíblico



Veja Também sobre 2 Timóteo:

Um esboço de 2 Timóteo (1)
I. Ordens de marcha para um jovem discípulo: 2 Timóteo _1: 1-10
A. Cristo Jesus Nosso Senhor: 2 Timóteo _1: 1-2
B. Deus não tem netos: 2 Timóteo _1: 3-5
C. Reavivando o Dom de Deus: 2 Timóteo _1: 6-7
D. O Evangelho em poucas palavras: 2 Timóteo _1: 8-10

II. Nosso Chamado ao Ministério: 2 Timóteo . 1: 11-2: 7
A. Todos são Ministros: 2 Timóteo _1: 11-14
B. Todo mundo precisa de um Onesíforo: 2 Timóteo _1: 15-18
C. Força para a Tarefa: 2 Timóteo _2: 1-2
D. Ministério é difícil: 2 Timóteo _2: 3-7

III. Nossa Obra para Deus: 2 Timóteo _2: 8-26
A. O Poder da Memória: 2 Timóteo _2: 8-10
B. Opções incríveis: 2 Timóteo _2: 11-13
C. Um trabalhador: 2 Timóteo _2: 14-19
D. Um Vaso Limpo: 2 Timóteo _2: 20-22
E. Um servo gentil: 2 Timóteo _2: 23-26

IV. Lidando em tempos difíceis: 2 Timóteo _3: 1-17
A. As raízes do problema: 2 Timóteo _3: 1-5
B. A propagação do problema: 2 Timóteo _3: 6-9
C. Superando o problema: 2 Timóteo _3: 10-13
D. A Fundação Firme para Viver em Tempos de Tempestade: 2 Timóteo _3: 14-17

V. Último Apelo do Amor: 2Ti_4: 1-22
A. As mais altas prioridades: 2Ti_4: 1-5
B. Combati o bom combate 2 Timóteo 4:7:
C. Até os apóstolos têm necessidades: 2Ti_4: 9-13
D. Quando todos te deixam para baixo: 2Ti_4: 14-18
E. Venha antes do inverno: 2Ti_4: 19-22

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95 Teses de Lutero


95 Teses de Lutero 



Debate para o Esclarecimento do Valor das Indulgências pelo Doutor Martinho Lutero 31 de outubro de 1517 

Por amor à verdade e no empenho de elucidá-la, discutir-se-á o seguinte em Wittenberg, sob a presidência do Reverendo Padre Martinho Lutero, mestre de Artes e de Santa Teologia e professor catedrático desta última, naquela localidade. Por esta razão, ele solicita que os que não puderem estar presentes e debater conosco oralmente o façam por escrito. Em nome do nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

1. Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fôsse penitência.
2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental, isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes.
3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula, se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.
4. Por conseqüência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.
6. O papa não pode remitir culpa alguma senão declarando e confirmando que ela foi perdoada por Deus, ou, sem dúvida, remitindo-a nos casos reservados para si; se estes forem desprezados, a culpa permanecerá por inteiro.
7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitála, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.
8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.
9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.
10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.
11. Essa erva daninha de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.
12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.
13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.
14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais, quanto menor for o amor.
15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.
16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.
17. Parece desnecessário, para as almas no purgatório, que o horror diminua na medida em que cresce o amor.
18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontram fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.
19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza.
20. Portanto, sob remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.
21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.
24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.
25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.
26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.
27. Pregam doutrina humana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].
28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, podem aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.
29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas? Dizem que este não foi o caso com S. Severino e S. Pascoal.
30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.
31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.
32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.
33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Deus.
34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.
35. Não pregam cristãmente os que ensinam não ser necessária a contrição àqueles que querem resgatar ou adquirir breves confessionais.
36. Qualquer cristão verdadeiramente arrependido tem direito à remissão pela de pena e culpa, mesmo sem carta de indulgência.
37. Qualquer cristão verdadeiro, seja vivo, seja morto, tem participação em todos os bens de Cristo e da Igreja, por dádiva de Deus, mesmo sem carta de indulgência.
38. Mesmo assim, a remissão e participação do papa de forma alguma devem ser desprezadas, porque (como disse) constituem declaração do perdão divino.
39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar perante o povo ao mesmo tempo, a liberdade das indulgências e a verdadeira contrição.
40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, pelo menos dando ocasião para tanto.
41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.
42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.
43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.
44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.
45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.
46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.
47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.
48. Deve-se ensinar aos cristãos que, ao conceder indulgências, o papa, assim como mais necessita, da mesma forma mais deseja uma oração devota a seu favor do que o dinheiro que se está pronto a pagar.
49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.
50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto - como é seu dever - a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extraem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.
52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.
53. São inimigos de Cristo e do papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.
54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.
55. A atitude do papa é necessariamente esta: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.
56. Os tesouros da Igreja, dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.
58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.
59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.
60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que lhe foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem este tesouro.
61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos, o poder do papa por si só é suficiente.
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63. Este tesouro, entretanto, é o mais odiado, e com razão, porque faz com que os primeiros sejam os últimos.
64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é o mais benquisto, e com razão, pois faz dos últimos os primeiros.
65. Por esta razão, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.
66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.
67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tal, na medida em que dão boa renda.
68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade na cruz.
69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.
70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbido pelo papa.
71. Seja excomungado e maldito quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.
72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.
73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,
74. Muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram defraudar a santa caridade e verdade.
75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes ao ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.
76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados veniais no que se refere à sua culpa.
77. A afirmação de que nem mesmo S. Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o papa.
78. Afirmamos, ao contrário, que também este, assim como qualquer papa, tem graças maiores, quais sejam, o Evangelho, os poderes, os dons de curar, etc., como está escrito em 1 Co 12.
79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insignemente erguida, equivale à cruz de Cristo.
80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes conversas sejam difundidas entre o povo.
81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil, nem para os homens doutos, defender a dignidade do papa contra calúnias ou perguntas, sem dúvida argutas, dos leigos. 82. Por exemplo: por que o papa não evacua o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas - o que seria a mais justa de todas as causas -, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica - que é uma causa tão insignificante?
83. Do mesmo modo: por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?
84. Do mesmo modo: que nova piedade de Deus e do papa é essa: por causa do dinheiro, permitem ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, porém não a redimem por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta, por amor gratuito?
85. Do mesmo modo: por que os cânones penitenciais - de fato e por desuso já há muito revogados e mortos - ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?
86. Do mesmo modo: por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos mais ricos Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?
87. Do mesmo modo: o que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à remissão e participação plenária?
88. Do mesmo modo: que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações 100 vezes ao dia a qualquer dos fiéis?
89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?
90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.
91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.
92. Fora, pois, com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo: "Paz, paz!" sem que haja paz!
93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz!
94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno;
95. E, assim, a que confiem que entrarão no céu antes através de muitas tribulações do que pela segurança da paz.

Fonte:

Portal Domínio Público
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/95%20Teses%20de%20Lutero.pdf
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